zé chega e diz o que precisa (serviço, produto. ex: uma música) e uma cambada de wilsons músicos
recebem notificação de q um cara tah querendo uma música assim assim e assada, e que quer/pode pagar
tanto ?
ambiente, comunidade e coisa e tal.
mas sei lá.:)
On 9/28/06, Stalker <[EMAIL PROTECTED]
> wrote:
Antes de mais nada: vamos wikar estas paradas? Abri algo em:
http://oxossi.metareciclagem.org/moin/InterfacesInstitucionais
Felipe Fonseca wrote:
> como é de se esperar, eu vou mais por esse
> lado que o mbraz comentou, que o critério
> principal pra chamar alguma coisa de metareciclagem
> seja pôr a idéia aqui na lista, e sofrer a dor e a
> delícia disso.
Isso já seria um critério de acolhida: aguentar o malho na lista.
Garanto que desavisados ou deixam de ser (meu caso, espero) ou desistem.
(Trote nos calouros! :-D )
> mas também sei que, na hora do
> vamo ver, essa disposição teórica minha e de
> mais meia dúzia não quer dizer nada.
Não sei se é disposição teórica, ff... (só porque agora vc tá escrevendo
e-mails com mais de duas frases :-P . Agora sério: ainda bem q vc tá
falando mais! ;-) )
Theorein: Se for "Teoria à Grega", pura contemplação, não acrescenta
muito. Os gregos despresavam técnicas e práticas; para nós, elas são
filosofia corporificada em atos e tralhas.
O que avança mesmo é teoria como crítica à ação: /com quem aguenta/, a
gente podia ser mais exigente em termos de mostrar a necessidade de ir
além da mera reciclagem caritativa... "meta" é movimento recursivo,
exige romper ciclos rotineiros. As ações de metarec, de certa medida,
tem um compromisso de deslocar o conhecimento já estabilizado (até o
gerado pelos próprios metarecicleiros!).
> talvez seja
> sim o caso de registrar o nome, de criar uma
> associação nacional de metarecicleirxs que
> registra esse nome. mas sei lá se é esse o
> gás, eu tô por demais envolvido com umas
> dezenas de ações paralelas e não tô
> conseguindo fazer outras coisas.
Fique tranquilo: "não temos líderes" :-P
Acho que o fato de esse tópico voltar à baila várias vezes este ano é
indicativo de uma maturidade maior em relação à interfaces
institucionais... dentro de uns meses, vou voltar a trabalhar no
estatuto do Estilingue, podia ser um laboratório para todos nós... (Na
verdade, já tem sido, como vi na grande disposição da moçada em palpitar
sobre a Galeria Copyleft e o Yscambau).
Para não parecer q tou advogando em causa própria, convidemo-nos todos,
MetaRecs, a cismar sobre estatutos e institucionalização (como já a
Eiabel já fez...). Talvez, usando o link no wiki para disponibilizar
estatutos e projetos de estatutos de organizações MetaSimpáticas. (No
início deste e-mail)
Regis, o Bailux é institucionalizado como Ong? Como é o Estatuto? Como
foi sua elaboração?
>
> lelex, me fala mais, em PVT, da themis. tô
> com um pessoal agitando a criação de um
> descentro de pesquisa, e queríamos também
> matar aqueles papéis de presidente e essas
> coisas...
Pois é, Lelex. Mas nem precisa ser em PVT.
>
> f
>
> On 9/28/06, Marcbraz <[EMAIL PROTECTED] > wrote:
>> pois ze' ... as vezes penso que se chamamos metarec
>> de movimento ja' definimos um objetivo e se o
>> objetivo e' contemplado em determinado momento, ta'
>> instituida a coisa! por ex., movimento pro'-lei do
>> aborto, se conseguir uma lei para aquilo...
>> moorreeu o movimento. mesmo ongs, nascem e morrem o
>> tempo todo e algumas nem percebem isto. minha
>> opiniao e' que quando elas (eles, os onguificados)
>> fecham em si mesmas, isto e', fecham os pontos de
>> conexao com redes externas... jah era.
>>
>> gosto muito do que ja' foi escrito por aqui e pelo
>> wiki, de que se a acao metarecicleira nao e'
>> comunicada por estas bandas, nao merece o credito
>> necessario. pois a enunciacao neste caso vale
>> muito, cria liga, conecta maos_mentes_coracoes.
>> eles (os outros) que chamem a outra coisa de outra
>> coisa, pois sim ... >:{
>>
>> mas o banquinho para quem quer subir esta aqui e o
>> microfone esta' aberto .
>>
>> mbraz
>>
>>
>> --- eiabel < [EMAIL PROTECTED]> escreveu:
>>
>> > Gurizes e gurias,
>> >
>> > eu entendo metareciclagem como um movimento, uma
>> > multidão, mas mooorro de medo que algum
>> > espertinho/a de
>> > plantão se aproprie indevidamente do termo dando
>> > outro rumo que não o que vem sendo seguido,
>> > adotado, defendido...
>> >
>> > e morro de medo também que o movimento venha a se
>> > institucionalizar, que a multidão venha se
>> > enquadrar... às
>> > vezes acho que um registro público pode acabar
>> > institucionalizando um movimento, claro que se
>> > este movimento
>> > assim desejar.
>> >
>> > Talvez minha experiência com a Themis possa
>> > servir para alguma coisa, pois qdo foi fundada
>> > foi o estatuto mais
>> > inusitado que o cartorio de registros publicos
>> > especiais havia recebido(quem disse isso foi o
>> > próprio
>> > tabelião), mas como estava bem amparado na lei, o
>> > cartório não teve como negar.
>> >
>> > a gente tinha bem claro que quem veio ao mundo
>> > com uma missão para representar uma entidade era
>> > pai ou
>> > mãe-de-santo, logo, as figuras de presidente,
>> > secretario, tesoureiro foram banidas da nossa
>> > proposta
>> > estatutária. queríamos uma ong que promovesse o
>> > acesso das mulheres à justiça e sabíamos que isso
>> > não dependia
>> > exclusivamente da nós, nossa estratégia era a
>> > criação de uma posição exclusiva e valiosa,
>> > envolvendo um
>> > conjunto diferente de atividades, no inicio a
>> > gente até pensou que poderia ser uma entidade do
>> > movimento, mas o
>> > movimento... hehehe. esse é o detalhe, é mais
>> > fácil ser iconoclasta e convinvente quando não se
>> > está tratando
>> > com seres de carne e osso... e tutano. Só
>> > produzir uma obra, seja em cimento ou papel, já é
>> > um acontecimento,
>> > com o tempo virá o refinamento. pegamos o código
>> > civil que tem o artigo de como deve ser um
>> > estatuto, quais os
>> > requisitos legais que deve ter para ser
>> > registrado. criamos a figura da coordenação
>> > executiva, composta por
>> > três pessoas, e um conselho consultivo. Tendo por
>> > base nossa estratégia, o objetivo geral da themis
>> > era romper
>> > com a lógica de estender direitos masculinos às
>> > mulheres, buscando o respeito à diferença em
>> > favor da
>> > igualdade. (quer coisa mais absurdamente
>> > abrangente sem direito de réplica, hehehe)
>> > entonces que a themis já
>> > tem 13 anos, já aprendeu a ler, escrever, a
>> > escolher parceiros.... a atual coordenação da
>> > themis, hoje, está
>> > nas mãos de pessoas que não estavam no inicio,
>> > mas que se somaram à idéia, pessoas que vestiram
>> > a camiseta e,
>> > nós, as fundadoras, tranqüilas, mesmo apesar de
>> > todas as institucinalidades, a Themis não tem
>> > como fugir, negar
>> > sua história, seu compromisso, abandonar seu
>> > objetivo... não nego que tenho meu nariz torcido
>> > por alguns
>> > passos que a themis deu nesses 13 anos de
>> > existencia, mas talvez fossem necessários, quem
>> > sabe...
>> >
>> > daí que fico pensando que, talvez, a criação de
>> > um selo, um certificado, sei lá que termo mais
>> > adequado, para
>> > que toda e qualquer ong que quiser promover
>> > metareciclagem deveria ter. qualquer pessoa que
>> > desejar organizar
>> > uma ong amparada nos principios e valores de
>> > metareciclagem devem seguir, adotar... tipo
>> > controle de qualidade,
>> > hehehe. tenho pensado nisso tendo em vista os
>> > chabús que a vida volta e meia nos dá e que
>> > ficamos com cara de
>> > criança que teve seu doce roubado. além do que
>> > todos aqui na lista sabem que metareciclagem tem
>> > uma origem, um
>> > embrião, não se trata de um bando de gente que
>> > estava, cada um no seu canto, pensando a mesma
>> > coisa, todos
>> > sabem que tem um núcleo propulsor, promotor...
>> > que a cria não precisa ir no programa do ratinho
>> > pedir teste de
>> > dna, mas que ela corre o risco de um senhor
>> > feudal daotá-la como sua, isso é possível, é
>> > vero...
>> > e, mais, um registro público de sociedade civil
>> > organizada facilita muita coisa na vida de quem
>> > se movimenta
>> > movimentando...
>> > putaquepariu gurizada, a gente pode até ter medo
>> > de ser convencional, porém, rejeitar qualquer
>> > convenção por
>> > princípio é uma forma de convenção. admitamos que
>> > as convenções estão por toda parte; qto menos
>> > admitidas, mais
>> > perigosas.
>> >
>> > besos
>> > lele
>> > ----------
>> >
>> > Date: Tue, 26 Sep 2006 08:07:30 -0300
>> > From: Philipe Ribeiro < [EMAIL PROTECTED]>
>> > Subject: Re: [MetaReciclagem] Re: Construa Metas
>> > ---Era:Conceituando
>> > MetaRec_ex- definis metareciclagem
>> > To: Lista do projeto MetaReciclagem
>> > <[email protected]>
>> > Message-ID: <[EMAIL PROTECTED]>
>> > Content-Type: text/plain; charset=windows-1252;
>> > format=flowed
>> >
>> > Metareciclagem é ensinar uma criança a fazer
>> > origami com papéis
>> > descartados do seu escritório e, ao observá-la
>> > brincar, ela está fazendo
>> > teatro de sombras. Para brincar é fundamental a
>> > criatividade e, mesmo
>> > com poucos meios (ou nenhum), pode-se entrar no
>> > fantático mundo da
>> > imaginação!
>> >
>> > Felipe Fonseca escreveu:
>> > > já tem ongs que fazem metareciclagem, tem não?
>> > >
>> > > f
>> > >
>> > > On 9/12/06, Hernani Dimantas
>> > <[EMAIL PROTECTED]> wrote:
>> > >
>> > >> quem quiser se organiza... meta é movimento,
>> > conceito, idéia...sei lá
>> > >> dá para montar uma ong que faz meta ou coisa
>> > parecida
>> > >> []s
>> > >>
>> > >>
>> > >> On 9/11/06, Felipe Fonseca
>> > <[EMAIL PROTECTED]> wrote:
>> > >> > óia
>> > >> >
>> > >> > eu e mais uns/umas também estamos
>> > >> > num corre de onguizar alguma coisa. um
>> > >> > dos aprendizados foi perder o vício da
>> > >> > representatividade. nenhuma ongue
>> > >> > representaria metareciclagem, porque
>> > >> > metareciclagem é dalton e é regis e
>> > >> > é lelex e é stalker, e isso tudo é um
>> > >> > universo em si. entao a ongue vem
>> > >> > sabendo que nao é porra nenhuma
>> > >> > dentro do contexto, mas que se propoe
>> > >> > a meia duzia de humildes tarefas pra
>> > >> > um certo grupo de pessoas...
>> > >> >
>> > >> > f
>> > >> >
>> > >> > On 9/12/06, Stalker <[EMAIL PROTECTED]>
>> > wrote:
>> > >> > > Vc sabe o qto esse processo é delicado...
>> > talvez a gente precise
>> > >> > > inventar alguma mandinga para as pessoas
>> > confiarem umas nas outras
>> > >> tempo
>> > >> > > suficiente para esses processos de
>> > implantação rolarem.
>> > >> > >
>> > >> > > Principalmente porque é dificílimo, quando
>> > tem um modelo de estatuto
>> > >> > > tradicional sendo adotado (aquele de
>> > presidente, vice, conselho
>> > >> fiscal,
>> > >> > > oscambau...) as pessoas não incorporarem
>> > "os cargos" ao invés de
>> > >> lidar
>> > >> > > com tudo como uma bela história da
>> > carochinha para contar para o
>> > >> > > tabelião, o escrivão, a Receita, a
>> > República Federativa e outros
>> > >> delíros
>> > >> > > coletivos semelhantes...
>> > >> > >
>> > >> > > [Cê que é ogã, sabe alguma mandinga
>> > dessas? Esses anos todos
>> > >> (desde que
>> >
>> === message truncated ===
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>> 6??a(?
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