Marcus Colacino escreveu:
Eiabel
eu vejo um problema serio em fumar baseado sim, afinal hoje a droga
financia a VIOLENCIA, financia o PCC e maracutaias mil
droga sem as pessoas que as consumem são apenas plantinhas :)
quem financia a violência são os playbois/girls nas agências de
publicidade e televisão que não vivem sem seu saquinho branco..
afinal muitas pessoas POBRES acabam fumando e ficando meses e meses
presas com bandidos e ainda com BO de traficantes nas costas...e o
simples fumante de um baseado ilegal tem q provar q é somente um
viciado ou admirador desse
só o pobres fumam oras? quem é dono de avião, quem vende as armas?
se um dos seus filhos for preso vc é advogada e tem amigos na Justica,
naum vai dar em nada, mas conheco de perto o outro lado da moeda que é
o lado dos POBRES e de quem naum tem seus direitos respeitados
sim, nisso tens razão, só eles que se danam.. mas o problema não é com eles!
concordo contigo que o consumo desenfreado de bebidas é um absurdo,
mas felizmente ninguem vai preso por tomar mais do q o devido...a naum
ser que cometa algum crime por isso
milhares de crimes são cometidos pela singela cachaça, sabem quantas
mulheres morrem de violência doméstica no interior do país todo o ano?
só em recife são mais de 300.. assassinadas por seus próprios maridos,
na maior parte das vezes embriagado..
xt
abracos
Marcus Colacino
Em 26/09/06, *eiabel* <[EMAIL PROTECTED]
<mailto:[EMAIL PROTECTED]>> escreveu:
Moçada,
antes de mais nada, a entrevista é copyleft?
Mas, eu também acho o PV brasileiro casca... acho que minha
intenção é apenas manter o emprego do Gabeira, hehehe.
Na verdade minha ligação com o Gabeira é muito especial, nada
pessoal, ele defende abertamente, por exemplo, a
legalização do cânhamo, apresentando argumentos que não se resumem
ao seu uso alicinogeno somente. mas isso é
coisa minha, que não vejo menor problema em fumar baseado, mas
acho gravíssimo o consumo
desenfreado(literalmente) do alcool. Sei lá, talvez tenha haver,
também, com sua tanga de crochê nas praias do
rio logo após a chegada do exílio, causando maior furor no
macharedo que sentiu-se ofendido com o ato fora de
tempo do moço. Mas, ora, todos os Galileu Galilei da vida estavam
fora de época na época em que viveram. E,
ademais, ser "up to date" às vezes não consiste em ser outra coisa
que um perfeito idiota. Quase sempre se quer
sair do lugar e do tempo em que se vive. Existem sutilezas que só
os paradoxos dizem, assim como existem
estados mentais, sobretudo afetivos, que só a linguagem poética
transfere.
Os tambores, por exemplo, nomes pelos quais Reiner Zimnik chamou
tanto os que tocavam tambor como os tambores
que eram tocados, tocavam seus tambores e diziam: "Vamos começar
uma nova vida. Vamos a um outro país". Dito
isso se mandavam. Andavam incansavelmente de país em país e nenhum
era o que eles buscavam. Depois de algum
tempo de estadia em cada país, de novo tocavam tambores e diziam:
"Queremos vida nova. Vamos a um outro lugar".
Até que chegaram a um país que não era senão o país em que haviam
começado a romaria. É esse o destino de quem
busca vida nova? Espiralar dialeticamente até cair no mesmo lugar?
Reiner Zimnik não nos diz se os tambores
desistiram de tocar e andar.
Eu, que sou tambor, preciso achar que eles continuam.
Vamos tocar os tambores. Queremos vida nova.
... ou não! eis a questão.
fraterni saluti
elenara
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