chegando atrasado... sobe os trechos lá, claro.
eu ainda prefiro vários cnpjs geridos localmente,
mas seguindo princípios consensualmente aceitos...
f
On 9/30/06, Stalker <[EMAIL PROTECTED]> wrote:
BoiZé...
Organização é uma coisa, depende de a gente se auto-normatizar. Isso é
uma opção já tradicional das rádios livres e do cmi. Este, em
particular, como é feito por gentes em lugares dispersos e muito
diferentes, acho que se encaminhou por formalizar bastante as normas...
A RadiolaLivre e o Kaza Vazia (grupo de arte contemporânea de ocupação
urbana) tem gerado princípios e normas mais ou menos intuitivamente a
partir do conceito mais amplo de autonomia (Castoriadis é o cara!)
Também não tenho nada de muito entusiasmante a respeito de ongs. Depois
de ter ralado 11 anos em uma, sem dinheiro, assim que entrou dinheiro,
fui demitido do projeto e saí fora. A formalização como ong parece que
contamina as pessoas do espírito hierárquico que modelo de estatuto
aceitável por cartórios traz. Mas é mais que isso: o grupo (dessa ong da
qual estou falando) tinha uma relação de "seguir o líder" desde o início
(eu é que era o recalcitrante que denunciava isso... não é à toa que fui
ejetado / me ejetei).
Acho realmente uma saída essa atuação desvinculada de maiores
institucionalizações... realmente, acho que é o caminho para a formação
da cultura política dos esporos metarecicleiros. Mas para receber
doações grandes de tralha e para fechar convênios com escolas, por
exemplo, precisaria de um CNPJ.
A pergunta é: dá para formar uma associação e mantê-la como instrumento
do movimento metarecicleiro? Ou sempre essa opção aprisiona? Se não,
qual seria o modelo de estatuto que nos atenderia (ou que ofereceria
garantias de não sufocar o processo)?
(Vocês visitaram o link
http://oxossi.metareciclagem.org/moin/InterfacesInstitucionais? Posso
subir trechos dessas conversas para lá?)
AbraCTA/\KEP!
Regis bailux wrote:
> seguindo esta trilha,sem ong,sem statuto
> O bailux é o que chamo hoje de uma estação avançada,todos os dias me
> conecto
> a lista,aos blogs metarecicleiros e vou linkando nas ideias,contaminando
> minha comunidade para um altruismo planejado,até o momento estou pagando
> todas as contas pois tenho metareciclagem no meu conceito de arte
> total,não
> mais objetos unicos mais redes de percptos,ultimamente tenho me
> inspirado no
> movimento secret space,um marcineiro skatista,que construiu sua propia
> pista
> no fundo do quintal(vide Teia)é um espaço secreto por que ele
> intuitivamente
> esta formando replicadores que toda sexta feira fazem a maior alegria
> por lá
> contaminando os pequenos do arraial(incluido ai meu filho de 11 anos)que
> agora fazem a pre-sexta feira,então esta sendo por ai que estou
> concebendo
> minha rampa digital,me aliando a um pequeno grupo e realizando um
> encontro
> semanal para estudar e formar conecitos meta de replicação.Como o
> altruismo
> tem que ser planejado,mantenho uma pequena loja dos meus objetos de
> pintura
> em tecido que vendo aos turistas para financiar minha economia no
> paraiso e
> dar suporte as pequenas utopias como esta.
>
> [ ]s,
> Regis
> P.S.Lelex,não pude deixar de pensar em vc quando deixe rolar minhas
> ideias
> neste email.obrigado.
>
> ---------- Forwarded message ----------
> From: teia camargo <[EMAIL PROTECTED]>
> Date: Sep 29, 2006 9:33 AM
> Subject: Re: [MetaReciclagem] Institucionalização MetaSimpática, ex-
> Construa Metas
> To: Lista do projeto MetaReciclagem <[email protected]>
>
> então, pra variar, um pouco atrasada com a leitura/comprrensão das
> discussões, mas posso compartilhar que minha vivência com a
> institucionalização_convenção, principalmente com ongs_oscipes sempre
> foram
> as mais podres possíveis. não quero generalizar, mas tb acredito que
> não dá
> pra obter resultados só das exceções... por aqui, as ongs sempre se
> transformaram em moedas... acredito que ser_praticar metareciclagem
> independe de certificados, é mais um meter-se. acredito que a
> viabilização
> através da lei é um caminho pra gente que trabalha e acredita nos
> frutos que
> vê, colocar em prática um estatuto realmente viável (como esse que a lele
> cita, onde os representantes somos nós, os associados é a grande pauta.
> só pra compartilhar o dia-a-dia: há alguns dias, depois de sacar a
> maracutaia, expulsei uma ong, juntamente com o poder público local do
> nosso
> quintal.... queriam nos ajudar com salário e afins, o resto é só
> imaginar a
> manipulação ...enfim, minha análise é que não me sentiria empolgada em
> ter o
> certificado meta, mas me desperta o planejamento, o debate para
> chegarmos a
> materialização de algo comum...que pra mim é viabilizar ações que querem
> aprender_sentir_compartilhar trabalho, renda, inclusive, aquela renda de
> algodão que fica linda na mesa...
> aproveito pra materializar o convite: quase todas as sextas-feiras
> rola uma
> roda de chorinho no nosso quintal (a partir das 18h)....quem quiser nos
> conhecer e arriscar uns passos, é só dar o ar da graça...
> []'s
> téia
>
>
>
> [daí que fico pensando que, talvez, a criação de um selo, um certificado,
> sei lá que termo mais adequado, para
> que toda e qualquer ong que quiser promover metareciclagem deveria ter.
> qualquer pessoa que
> desejar organizar uma ong amparada nos principios e valores de
> metareciclagem devem seguir, adotar... tipo
> controle de qualidade, hehehe. tenho pensado nisso tendo em vista os
> chabús
> que a vida volta e meia nos dá e que ficamos com cara de criança que teve
> seu doce roubado. além do que todos aqui na lista sabem que
> metareciclagem
> tem uma origem, um embrião, não se trata de um bando de gente que estava,
> cada um no seu canto, pensando a mesma coisa, todos sabem que tem um
> núcleo
> propulsor, promotor...que a cria não precisa ir no programa do ratinho
> pedir
> teste de dna, mas que ela corre o risco de um senhor feudal daotá-la como
> sua, isso é possível, é vero...e, mais, um registro público de sociedade
> civil organizada facilita muita coisa na vida de quem se movimenta
> movimentando... putaquepariu gurizada, a gente pode até ter medo
> de ser convencional, porém, rejeitar qualquer convenção por princípio
> é uma
> forma de convenção. admitamos que as convenções estão por toda parte; qto
> menos admitidas, mais perigosas.
>
> 2006/9/29, Felipe Fonseca <[EMAIL PROTECTED]>:
>>
>> idéia não tem dono.
>>
>> mas essa parada é outra. mercado de idéias.
>> mercado como conversação.
>>
>> sei lá.]
>>
>> f
>>
>>
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