achou que muitos compreenderam errado a historia da relação com as maquinas, com os computadores.
primeiro: tem pessoas que são escravos dos computadores.... mesmo, que não consegume viver sem, mas não pela sua utilidade, mas porque vira um vicio sem mais sentido nem utilidade, e eles chegam até a reconhece-lo a afronta-lo como um problema pois não coseguem mais estabelecer relações reais ou não virtuais.
segundo: acho que a critica era muito mais social, não se falava de metareciclero que usa muito o seu computador, pelo menos acho que a visão era muito mais ampla, social, ao nivel macro, de como sería fundamental, no ambito de um projeto de inclusão digital, promover a criatividade, o uso e não o abuso das maquinas. aproveita-las para construir e não para se destruir o cerebro passivamente

Willians Pedroso <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
cara esse é o meu sonho.. o que vc tá fazendo... viver perto da praia...
ter um trampo com a tecnologia.. e ficar di boa sempre tranquilo...
ehehhehehhe
 
um dia eu chego lá hehehhe
 
feju

 
On 10/17/06, Ananias Filho - Kram3r <[EMAIL PROTECTED]> wrote:
Sei lá
mas fico meio zuado quando falam que somos escravos do computador.
minha(s) maior(es) alegria(s) hoje que voltei a morar na praia
é/são
acordar cedinho e não depender de computador pra começar o dia
poder surfar as 5:30 da manhã e as 5 da tarde
a qualquer hora pegar a moto e poder dá um rolé bem loco
é poder ir dar uma volta na praia e não pensar em nada de tecnologia por algumas horas e ainda conhecer o povo que tb ta por ali andando pensando na vida ou simplismente viajando na paisagem. O mar, o ceu, a areia, as jangadas....
descobri que realmente o que estava me fazendo passar muito mais tempo na frente do computador era a questão do ambiente-habitat em que me encontrava.
Brasilia, saoPaulo, Rio(não sou muito fan do ambiente do rj) entre outros que já passei boa temporada . isso só no brasil.
Venho pro nordeste e consigo me desligar dessa coisa mas sempre sobra um tempo pra ver os emails, ver noticias, ler alguma coisa nos blogs, ler a lista...
vejo a internet realmente como um meio de comunicacao e informação mas estava foda
mais de 8hs seguidas por dia na frente de um computador mata qualquer pessoa
hoje passo bom tempo da minha vida na frente do computador
mas tenho minhas paradinhas pra tomar um banho de mar, ou ir na vendinha comprar meu cigarro e conversar com o povo na porta de casa sem o stress que havia até algum tempo atrás.
Hoje eu posso dizer que encontrei o meu ambiente para sobreviver junto ao computador.
se alguns me verem hoje irão perceber que minha saúde está melhor, to mais xeinhu (gordinho hehehe), menos stressado, tranquilaum que parece o Sr. Preguiça quando me irritam. Consigo desenvolver melhor minhas atividades e por ai vai.
Estava sendo um dependente do computador quando re-descobri meu local. Pra mim, so lugar onde tem praia hoje, desencano de qq lugar fora desses padroes.
pronto. Abaixo o Computador e a CidadeLouca.
BrasíliaNuncaMais
SãoPaulo.... hum.... ainda até existir a santa efigenia ;)
xeru pra todo mundo


On 10/14/06, Marcbraz < [EMAIL PROTECTED] > wrote:
Dalton, em alguns posts atras o Glerm queria
conceituar o que e' a "elite" dentro de uma visao
politica_social mais geral e penso que tambem
dentro da nacao metarecicleira.

voce lembrou bem que as estruturas educacionais (eu
diria, escolares) padecem de uma rigidez que nao
permite voos mais altos do pensamento e
consequentementente do agir consciente e critico,

lembro ainda que a escola, nos moldes tradicionais,
deriva de tecnicas e tecnologias. ensinar nao
deixa de ser um conjunto de tecnicas de como
conquistar mentes_e_coracoes. ou de aprisiona-las
tambem ...:((

as vezes, me incomoda o fato de criarmos e vivermos
em nichos metarecs. compartilhando uma linguagem
comum que nao dira' nada a respeito de muitas
minorias ou nao_techies ou nao_midiaticos, pela
logica do outro_diferente_de_mim. porisso mesmo
sempre defendi que ha' uma fase ou ciclo (ff)
pre'-metarec onde os proprios conceitos que estamos
acostumados sao destrocados e desestabilizados por
oficinas de impacto e imersao cognitiva. Pois uma
das formas de aprender e' desaprender o ja' sabido,
para que o novo possa encontrar espaco e se
desenvolver.

esta ideia dos labs multiuso e baseados no contexto
socio_tecnico local e' fantastica! ate' imagino
como poderia ser estendida para as outras areas de
conhecimento nao_tecnico, por ex. : linguistica,
fito_conhecimento, psicanaliticas e por ai' vai...

osasco e' minha casa ha' 25 anos, precisando de
ajuda local conte comigo ;)

abssss
mbraz


--- Dalton Martins <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:

> yago,
>
>  a mudança é sintomática.
>  eu vejo que o ensino, ou melhor dizendo, as
> estruturas educacionais no
> brasil servem de forma elitizada e acabam por não
> servir ao princípio básico
> de permitir a uma ampla maioria da sociedade a
> dominar alguns conceitos,
> algumas ferramentas do pensamento e ferramentas
> do fazer.
>  o que venho propondo é que a dimensão
> metareciclagem da tecnologia pode ser
> expandida para a construção de laboratórios
> simples, baratos, móveis de
> tecnologia de base. o que seria isso? seria um
> suporte técnico para realizar
> coisas como:
>  1. instalações elétricas;
>  2. encanamento e hidráulica;
>  3. marcenaria;
>  4. alvenaria;
>  5. por aí vai...
>
>  a idéia é construir um laboratório de
> metareciclagem que atenda a essas
> demandas a um custo de R$4.000 a R$5.000 e que
> possa entrar nas mais
> variadas comunidades que tiverem o interesse e
> que possam ser amplamente
> financiadas por prefeituras, governos, ongs e
> etc... esses laboratórios
> podem funcionar com infra muito reduzida, seriam
> como ofcinas de artesãos
> que focam na resolução de problemas básicos da
> comunidade onde se encontram.
> os participantes dessas oficinas estariam fazendo
> formação profissional na
> sequência e teriam a oportunidade de criar
> empreendimentos que prestassem
> serviços nessas áreas... enfim, é uma dimensão
> mais básica, talvez mais
> revolucionária de implementar uma educação local,
> dentro das situações reais
> do contexto técnico/social.
>  a idéia é trabalhar isso de forma experimental
> em osasco.
>  estamos na pegada... nos rastros do experimento.
>
> abs,
> dalton
>
>
>
> On 10/13/06, yago quiñones <[EMAIL PROTECTED] >
> wrote:
> >
> > ficamos aguardando entao Dalton, eu estava o
> ano passado la na
> > submidialogia, e a pergunta que me surgia era
> essa, como articular a
> > intervençao sofisticada nas linguagens digitais
> (nos tres sentidos que voce
> > especificou) com mudanças nos padroes de outros
> contextos, digamos, se nao
> > mais reais, pelo menos com urgenças mais
> `pressantes`, como aqueles ligados
> > a pobreça extrema. os quais, porem , sao em
> parte resultado da mesma
> > exclusao e monpolio presente na logica dos
> patrones das tecnologias.
> >
> > *Dalton Martins < [EMAIL PROTECTED]>* escreveu:
> >
> >  uma vez, a apresentação do submidialogia do
> ano passado, eu estudei um
> > texto que achei bastante bacana que dizia que
> há 3 níveis de apropriação
> > tecnológica:
> >
> >  1. quando usamos uma tecnologia;
> >  2. quando interferimos no aspecto estético
> dessa tecnologia;
> >  3. quando interferimos nos mecanismos de
> funcionamento e de finalidade
> > dessa tecnologia...
> >
> >  metareciclagem, em minha visão, tenta se
> prestar as essas 3 dimensões,
> > sendo que elas vão crescendo em complexidade e
> proximidade com a tecnologia,
> > até o ponto em que sou capaz de dar novo
> significado a um dado sistema.
> >  isso não vale só para computadores, vale para
> qualquer tecnologia que
> > pensarmos.
> >
> >  minha onda agora é como metareciclar antes dos
> computadores, nas
> > comunidades onde nem energia elétrica tem...
> falo mais disso daqui a
> > pouco...
> >
> > abs,
> > dalton
> >
> >
> > On 10/13/06, yago quiñones
> <[EMAIL PROTECTED]> wrote:
> > >
> > > extremamente interessante o artigo, acho que
> é fundamental a reflexao
> > > sobre a inclusao digital. a reapropriaçao de
> que tanto se fala so é possivel
> > > atraves de uma serie de conhecimentos
> bastante sofisticados, e que estao
> > > relacionados com certas condicoes
> privilegiadas (socio-economicas). assim
> > > que nao é importante so viabilizar o accesso
> ás teconologias, pois estas so
> > > meios, e assim como podem ser usadas para
> veicular conteudos criativos e
> > > criticos podem tambem (e de fato sao) ser
> instrumentos de conformismo.
> > > por isto a dimensao tecnologica, visto que
> esta ligada a uma serie de
> > > capacidades bastante especificas y tecnicas,
> podia ficar em um segundo plano
> > > (no ambito dum projeto gerla de inclusao
> digital) para privilegiar uma
> > > dimensao mais `cultural` ou de conteudos.
> atençao, falei so em segundo
> > > plano, nao que nao seja importante.
> > >
> > > *Kiki Mori < [EMAIL PROTECTED]>* escreveu:
> > >
> > > ó, achei o que eu queria dizer lá na outra
> msg.
> > >
> > > Fizeram, André Lemos e Leonardo Figueiredo
> Costa, uma análise dos
> > > projetos de inclusão digital na cidade de
> Salvador, na Bahia. Usaram o
> > > seguinte parâmetro de "modelos de inclusão
> digital" (retirado de um
> > > quadro do artigo):
> > >
> > > a) Espontânea: Formas de acesso e uso das
> TICs em que os cidadãos
> > > estão imersos com a entrada da sociedade na
> era da informação, tendo
> > > ou não formação para tal uso. A simples
> vivência em metrópoles coloca
> > > o indivíduo em meio a novos processos e
> produtos em que ele terá que
> > > desenvolver capacidades de uso das TICs. Como
> exemplo podemos citar:
> > > uso de caixas eletrônicos de bancos, cartões
> de crédito com chips,
> > > smart cards, telefones celulares, etc.
> > >
> > > b) Induzida: Projetos induzidos de inclusão
> às tecnologias e às redes
> > > de computadores executados por empresas
> privadas, instituições
> > > governamentais e/ou não governamentais.
> > >
> > > b.1 ) Três categorias de Inclusão Digital
> Induzida:
> > >
> > > Técnica ­ destreza no manuseio do computador,
> dos principais softwares
> > > e do acesso à Internet. Estímulo do capital
> técnico.
> > >
> > > Cognitiva – autonomia e independência no uso
> complexo das TICs. Visão
> > > crítica dos meios, estímulo dos capitais
> cultural, social e
> > > intelectual. Prática social transformadora e
> consciente. Capacidade de
> > > compreender os desafios da sociedade
> contemporânea.
> > >
> > > Econômica ­ capacidade financeira em adquirir
> e manter computadores e
> > > custeio para acesso à rede e softwares
> básicos. Reforço dos quatro
> > > capitais (técnico, social, cultural,
> intelectual).
> > >
> > > "Mostramos como a perspectiva tecnocrática
> tem sido o foco principal
> > > dos projetos de
> > > inclusão digital em Salvador. Os projetos têm
> definições específicas
> > > de 'inclusão digital',
> > > ficando a sua maioria, na prática, colocando
> ênfase apenas na dimensão
> > > técnica. Eles
> > > proporcionam o aprendizado no uso de
> hardwares
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