dystopia é um lugar imaginário, o oposto de utopia que é um lugar ou um estado da perfeição ideal que é o oposto do dystopia.
hehehe.
dys-/dus Raizes de Latin/Greek: ' mau ' ou ' anormal ' / topos (raiz grega:' lugar ') = ' lugar mau '
eu- (raiz grega: ) ' bom '/ou- (raiz grega: ' não ') + - topos (raiz grega:' lugar ') = ' nenhum lugar bom '
outra coisa, como a autor cita genova, eu tenho um filme em betacan europa, feito pela La Luna Rosa, produtora que reune alguns velhos cineastas com Etore Scola(aliás ele editou o filme) com os acontecimentos em genova/italia qdo carlo giuliani foi assassinado... acho que vou ver se a unisinos me faz dvd, só que teria que deixar uma cópia pra ela...
mas, dessa palinha do livro, André, é que nesse mundo globalizado as alternativas neoliberais oferecidas são, digamos, perigosas, tipo, trocar as ruas por atos que "cativam" a mídia; aceitando a domesticação das resistências; e derivarando, sob provocação do Império, para ações violentas e estéreis. e as "conversações" sobre a resistência acabam substituindo a desobediência civil real, que para o império é dez, muito bom, isso mesmo, desenvolevrno estratégias governamentais que variam da cooptação à repressão...
eu acho que a gente deveria aprender com os movimentos feminista e ecologico do final da decada de 60... são movimentos que ensinam a atuar com gente comum... a globalização corporativa aumentou a distância entre aqueles que tomam decisões e aqueles que sofrerem os efeitos das decisões tomadas. É preciso tornar-se invisível para a repressão ou cooptação e mergulhar no universo das gentes comuns. é aí que está toda a proteção e toda resist~encia eficeinte e possível... penso eu, evidentemente. hehehe
Gracias pela grande dica de leitura, guri!
besos
lelex
Em 14/11/06, andré sanches <
[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
então f, to no meio do livro. no capitulo Império e Biopotência o autor cita o livro Império "é a primeira grande cartografia do terceiro milênio". "No entanto, apesar de sua identidade, e por mais que criem novas formas de comunidade, e pensemos na linhagem que vai de Seattle a Gênova, passando por Chiapas, ou mesmo a mobilização contra a guerra do Iraque, essas revoltas ainda parecem obsoletas. è que uma exigência maior se impõe a cada dia: o de ir além da recusa, transpor o Império para "sair do outro lado". Trata-se de construir, no não-lugar que as desconstruções das últims décadas deixaram e no vazio que o Império produziu, um lugar novo, a partir da sinergia da multidão. Em vez de utopia, seria mais apropriado falar em desutopia, um vazio de projeto, que nada tem haver com um desencanto pós-moderno ou qualquer volúpia niilista, mas antes com a ousadia de sustentar um espaço de abertura, de indeterminação, um pleno de possíveis, uma crise a partir da qual as múltiplas virtualidades possam ser atualizadas."
Message: 1
Date: Mon, 13 Nov 2006 13:56:11 -0200
From: "Felipe Fonseca"
Subject: Re: [MetaReciclagem] Leitura
To: "Lista do projeto MetaReciclagem"
Message-ID:
Content-Type: text/plain; charset=ISO-8859-1; format=flowed
legal, andré
conte mais sobre o livro aí...
f
On 11/13/06, andré sanches wrote:
> Ospra! Peço uma brecha pruma indicação de leitura. É Vida Capital - Ensaios
> de Biopolítica, do Peter Pál Pelbart. Tem muito haver com esse universo
>
>
>
>
O Yahoo! está de cara nova. Venha conferir!
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