Em 28/11/06, Stalker escreveu:
Conheces o trabalho de Hélio Oiticica na Mangueira? A favela já é uma
virtualidade, nenhum conjunto urbanístico se faz e se refaz em tal
velocidade, cresce, é destruída pelos programas de "revitalização" e
"urbanização", aproveita tudo que sobra de como material de construção...
Isso também daria um jogo: ocupar um terreno baldio, construir um
barraco, montar uma boca-de-fumo (ou uma creche comunitária...)
"Seja marginal, seja herói" cai como uma luva. Só que a "anti-arte
ambienta" se tornaria "anti-ciber-arte imersiva"
Stalker:
Tive uma ideia. Vou enviar um mail a esse tal Mataleone para lhe
perguntar se ele não gostaria de participar na discussão, aqui ou
noutro lugar qualquer - talvez aqui não seja o local mais apropriado
;-) Gostaria de saber o que é que ele pensa que vai acontecer quando o
Second Life chegar ao Brasil no final do ano:
http://g1.globo.com/Noticias/PopArte/0,,AA1297093-7084,00.html.
Não tenho competências a nível de programação e design, mas acho,
sinceramente, que as ideias que bolámos por aqui poderiam ser
aproveitadas por alguém que saiba.
Para quem pensa que eu estava delirando, podem ler aqui uma "história
futura" do Second Life escrita por um meu compatriota:
http://www.jppereira.com/engrenagem/?p=1120
E uma entrevista ao CEO da LindenLab, empresa que criou o Second Life:
http://opendotdotdot.blogspot.com/2006/11/interview-with-second-lifes-philip.html
http://opendotdotdot.blogspot.com/2006/11/interview-with-second-lifes-philip_28.html
--
Miguel Caetano
http://remixtures.com
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