*27/1/2007* *Os Estados Unidos apresentam nova arma para dispersar manifestantes*
A nova arma, batizada de "O Guardião Silencioso", emite raios invisíveis que rapidamente produzem uma sensação de calor ardente nas pessoas. Pronta para ser usada dentro de três anos, ela será usada para dispersar manifestantes nas ruas. A matéria é do *El País*, 26-01-2007, e a tradução foi realizada pela *CEPAT*. O Exército dos Estados Unidos tornou pública sua nova e "revolucionária" arma, segundo os militares, que serve para repelir os inimigos e dissolver manifestantes "hostis". Batizada de "O Guardião Silencioso", a arma emite raios invisíveis que rapidamente produzem uma sensação de calor ardente nas pessoas. O Exército, não obstante, garante que não produz feridas de qualquer tipo nem é prejudicial à saúde. Os raios de calor podem atingir até 500 metros de distância, que é muito superior àquela alcançada por outros métodos utilizados pelas forças de segurança para dispersar manifestantes, como o disparo de balas de borracha ou o gás lacrimogêneo. O protótipo da arma, com forma similar à de um gigantesco radar, foi montado inicialmente sobre um humvee, um veículo blindado rápido. O Exército norte-americano calcula que poderá começar a utilizar esta arma dentro de três anos. As emissões, segundo os militares, podem penetrar qualquer tipo de roupa e esquentar rapidamente a pele até os 50ºC. Os raios não conseguem transpor paredes ou outros obstáculos similares. Os jornalistas que voluntariamente participaram da demonstração do funcionamento da nova arma numa base militar no Estado da Geórgia, descreveram a sensação como similar àquela que se tem quando se abre a porta de um forno aceso. Disseram que o calor era tão intenso, tão insuportável, que não tiveram outro remédio senão correr para proteger-se atrás de qualquer coisa. Os militares, depois de insistir em que a arma é totalmente inofensiva à saúde, disseram que com o tempo demonstrará ser uma ferramenta muito eficiente para as "complexas" situações que podem se apresentar. O coronel do corpo dos marinheiros encarregado do projeto não teve dúvidas em afirmar que o Guardião Silencioso será "a melhor alternativa para não disparar contra a multidão enraivecida" numa manifestação e que contribuirá para salvar vidas. O Exército não descarta a possibilidade de utilizar esta nova arma no Iraque e no Afeganistão.
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