"Bombas limpas, disseram? E tu sorris E eu também. E já nos vemos mortos
Um verniz sobre o corpo, limpos, estáticos, Mais mortos do que limpos, exato Nosso corpo de vidro, rígido À mercê dos teus atos, homem político. Bombas limpas sobre a carne antiga. Vitral esplendente e agudo sobre a tarde. E nós na tarde repensamos mudos A limpeza fatal sobre nossas cabeças E tua sábia eloqüência, homens-hienas Dirigentes do mundo." "Enquanto faço o verso, tu decerto vives. Trabalhas tua riqueza, e eu trabalho o sangue. Dirás que sangue é o não teres teu ouro E o poeta te diz: compra o teu tempo." (..e foda-se a autoria também, você, não-isso, que se importa.)
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