hehehe.
e se a gente fundasse a descrultura Digixetal... sei lá tipo código de
acesso prá descontruir essa de cultura digital, tela preta um quadro negro
onde X é o giz digital heavy meta reciclagem
Dentre os muitos conceitos surgidos a partir de uma ótica de descentramento,
ou ex-ótica, está o conceito de "ALTeridade", variante para "otherness", no
sentido de ser o outro, ou diferente.
A binariedade de sentimentos é típica, seres obrigados a "aprender a
habitar, no mínimo, duas identidades, a falar duas linguagens culturais, a
traduzir e negociar entre elas".
No âmago dessa binariedade está a consciência de que a diversidade cultural
é uma questão poleolítica fundamental, hehehe, para o futuro das sociedades
de um pólo ao outro. Disseminadores dessa diversidade continuam a ser
determinante, pois a estratégia de dominação ainda continua sendo a
tentativa de uniformização e estandardização da cultura, de imposição da
lógica ocidental singular à pluralidade cultural dos povos que não fazem
parte do "centro".

os manos, as minas, os primos!

báh! foi mal!

sorry!
lele

9/05/07, giuliano d. bonorandi <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:

Cultura Digital é um empresa, registrada, com cnpj e tudo...

advinhem quem é o dono?

On 5/8/07, eiabel lelex < [EMAIL PROTECTED]> wrote:
>
> bem, tu já sabes que aqui tu tens uma amiga... né?
> aliás, uma peculiaridade minha, sou amiga de todo mundo sempre,
> independente da recíoproca ser verdadeira, continuo sendo amiga.
>
> mas, Glerm, não lembro da pergunta inicial, mas acho que a outra msg
> tratava do limite, e agora aqui nos links, que tu compartilha, me dei conta
> que, em relação ao binário, a wikipedia está limitada, pois tem mais coisas
> binárias pelaí... aliás aqui no sul isso é muito forte, é sempre tudo muito
> definitivo: "ou isso ou aquilo, oito ou oitenta e não tem meio termo"
> hehehe, esquecendo que de 8 a 80 tem uma infinidade tão grande qto de 0 a 1,
> ou isso ou aquilo... por exemplo:
> http://www.unb.br/ih/his/gefem/labrys3/web/bras/anah1.htm
>
>  --------------------------------------------------
>
> "Nomear, como se sabe, é fazer ver, é criar, levar à existência."
> (Pierre Bourdieu)
>
> (...) Desde os primórdios de sua história, o homem tem construído a sua
> trajetória a partir de um universo simbólico, por ele criado, com o qual
> pretende estruturar e explicar a sua relação com o meio ambiente e com os
> outros individuos de sua especie.
>
> Dessa necessidade surgiram os mitos de origem, bem como a explicação
> simbólica para as relações binárias de poder, que reproduziam no nível do
> imaginário as situações análogas da vida humana.
>
> O que temos chamado há um longo tempo de História nada mais é do que o
> registro formal de séculos de dominação segundo a ótica do dominador;
> séculos de perpetuação de um modelo binário e assimétrico de exercício do
> poder.
> (...) **
> Segundo Bourdieu, "o mundo social apresenta-se, objetivamente, como um
> espaço simbólico que é organizado segundo a lógica da diferença do desvio
> diferencial". (BOURDIEU, 1990). A cultura é a esfera na qual se naturalizam
> e se representam as desigualdades sociais. Mas, ao mesmo tempo, a cultura é
> também o meio através do qual os diferentes grupos subordinados vivem e
> opõem resistência a essa subordinação. Assim, ela constitui o terreno onde
> se desenvolve a luta pela hegemonia.
>
> As desigualdades e assimetrias existentes dentro de uma cultura, ou
> entre culturas, levam a conflitos que estão diretamente relacionados às
> identidades culturais, ou seja, "aqueles aspectos de nossas identidades que
> surgem de nosso "pertencimento" a culturas étnicas, lingüísticas, religiosas
> e, acima de tudo, nacionais.'' (HALL, 1997a, p.8)
>
> A imbricação do discurso ideológico, predominantemente explicativo, com
> o discurso da identidade cultural, que é classificatório, é essencial à
> formação e à representação das políticas identitárias. Ao articular os
> fenômenos culturais, classificando-os como pertencentes ou não a uma
> determinada identidade e posicionando os indivíduos e grupos sociais nos
> contextos sociais pelo processo da identificação, as identidades culturais
> operam em um princípio de inclusão e exclusão, ao mesmo tempo que
> estabelece relações de poder entre o Eu e o Outro.
>
> Na afirmação da diferença são estabelecidos critérios de valor e o
> âmbito da identidade cultural, por sua vez, é estabelecido pela ideologia.
> Assim, cada um dispõe da *identidade *que convém ao papel que deve
> preencher na conjuntura da sociedade de classe, de acordo com a ideologia
> desta sociedade, que determina o que ele pode ser e que posição ele deve
> assumir. Sociologicamente, a identidade preenche o espaço entre o mundo
> pessoal e o mundo público, costurando, como afirma Hall, o sujeito à
> estrutura. No entanto, as identidades não são fixas, essenciais ou
> permanentes, mas são formadas e transformadas "continuamente em relação às
> formas pelas quais somos representados ou interpelados nos sistemas
> culturais que nos rodeiam" (p.13). Uma visão que conceba a identidade
> não como essência, mas como posicionamento, pressupõe aceitar que também
> qualquer descrição de uma identidade é parcial, refletindo um dado
> posicionamento no tecido social. Esses "lugares" definem esferas de
> legitimidade que impõem, que colocam, com autoridade indiscutível, atos de
> linguagem, discursos e práticas específicas, dentro de um domínio específico
> de competência.(...) (Shirley de Souza Gomes Carreira)
>
>
> --------------------------------------------
>
> **
>
>
>
> Em 08/05/07, glerm soares <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
> >
> >
> >
> > Em 08/05/07, eiabel lelex <[EMAIL PROTECTED] > escreveu:
> > >
> > >
> > > parando de encher lingüiça, e pelo fato dessa msg estar sendo
> > > encaminhada para listas "abertas" de discussão, em rede, talvez fosse
> > > necessária uma maior sensibilidade dos que dominam a linguagem digital 
para
> > > o fato de que estão a se disporem em "compartilhar" conhecimentos que se
> > > antenassem para os pobres mortais que nada entendem para que não se sintam
> > > boiando diante de algum assunto que é também do seu interesse. Caso
> > > contrário estar-se-a reproduzir o que a sociedade do espetaculo plantou em
> > > muitos corações e mentes: o astro e a platéia, lindo de ver, assistir, mas
> > > sem entender lhufas do que se está a dizer.
> > >
> >
> > Daqui nem vejo o palco do boteco, apenas o balcão. Temos leite gelado?
> >
> > Saudações a todos que querem se expressar! GRITEM COM CAPSLOCK: EU
> > ESTOU AQUI PRA FAZER AMIGOS!
> >
> > Se a wikipedia fosse um colégio (ou um glossário tão Aurélio ou
> > Franciscano quanto uma ferramenta de Assis):
> > http://pt.wikipedia.org/wiki/Bin%C3%A1rio
> > http://pt.wikipedia.org/wiki/Sinal_Digital
> >
> > Alfabetização e AlfaBITzação são metáforas da mesma metonímia? they
> > don't need my education?
> >
> > Com todo prazer eu aprenderia mais e mais a plantar mais e melhores
> > árvores e das mais frutíferas. Sei que só sei que nada sei. E me convidem
> > pra nadar quando forem.
> >
> >
> > e quanto à Cultura:
> > * http://pt.wikipedia.org/wiki/Cultura
> > *
> > *"Esta página precisa ser 
reciclada<http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikipedia:Reciclagem>
> > *.
> > *Sinta-se livre para 
editá-la<http://pt.wikipedia.org/wiki/Ajuda:Guia_de_edi%C3%A7%C3%A3o/Formata%C3%A7%C3%A3o>para
 que esta possa atingir um nível
> > de 
qualidade<http://pt.wikipedia.org/wiki/Ajuda:Como_escrever_um_bom_artigo>superior."
> >
> >
> >
> > *Entre o wiki e o papiro e todas culpas e dívidas, há um x-avante que
> > fala basco, flamengo e rabisca mapas.
> > http://pt.wikipedia.org/wiki/Basco
> > http://pt.wikipedia.org/wiki/Flamengo_%28desambigua%C3%A7%C3%A3o%29
> >
> > E o dizem que Juruna gravava tudo!!
> > http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A1rio_Juruna
> >
> >
> > okupar, resistir!
> >
> > venga, "gringx". Lasciate ogne speranza, voi ch'intrate .
> > http://it.wikipedia.org/wiki/Inferno_-_Canto_terzo
> >
> > ¿pergunte aos polvos?
> >
> >
> > e afora liberdades lingüisticas (seja livre, foi o que me disseram
> > quando cheguei) qualquer dúvida sobre mim, com toda minha prolixia e
> > redundancia apelo novamente ao fato que estou aqui pra fazer
> > amigos...agradecido.
> >
> > Aliás, havia mesmo uma pergunta: qual era?
> >
> > abraççzos
> >
> > glerm
> >
> >
> >
> >
> >
> >
> >
> > **
> >
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