CULTURE MANUELLE
================== TECHNOLOGIE ==================
Revue Mensuelle publié par le
Comite Universitaire d'Information Pédagogique
Cahiers Pédagogiques
15/NOV/1953 - n2
PLACE D'UNE INICIATION TECHNIQUE DANS UNE FORMATION
HUMAINE COMPLÈTE
Gilbert Simondon
trad. Thiago Novaes - 9s
para metarecicleirxs
Sentido e objetivo de ensino dispensado aos trabalhos práticos de
tecnologia
Apresentei aos meus alunos uma concepção da máquina fundada sobre três
tipos de presença:
1a A operação de construção, por meio da qual se pensa a finalidade da
máquina, a fim de converter em seguida em estrutura.
2a A contemplação da máquina construída, compreensão de seu mecanismo e
de sua organização interna, dentro de um sentimento estético de beleza
técnica.
3a A operação de funcionamento da máquina, em contato com a matéria, para
percer, souder, mesurer, assembler, façonner.
Afirmei que a máquina não é nem um escravo nem um instrumento utilitário,
válido somente por seus resultados. Ensinei o respeito a esse ser que é a
máquina, intermediário substancial entre a natureza e o homem; ensinei a
tratá-la não como servo, mas como uma criança. Eu defini sua dignidade e
exigi respeito desinteressado contra sua existência imperfeita.
O gesto foi aprendido como um rito nobre.
As máquinas eram: dois tornos, de madeira e de ferro; dois perçeuses; une
forge; sete motores, térmicos e elétricos; um receptor de telefone hertzien;
um transmissor e um receptor de radar; um convertisseur; um osciloscópio
catódico.
Os estudantes tinham entre doze e quatorze anos. O maior obstáculo,
encontrado nos mais jovens sobretudo, é a tendência ao jogo, que privilegia
a
relação de funcionamento da máquina, fazendo dela instrumento de jogo,
apagando a tendência à constituição da máquina e a tendência à
contemplação. De outro lado, muitos estudantes compreenderam
profundamente e praticaram essa tomada de consciência do ser técnico,
satisfazendo a história humana depositada na máquina, mas ressentindo nela
sua presença no mundo.
Penso não ter caído nem na diversão nem na lição de coisas decoradas, e ter
dado aos meus alunos uma cultura técnica verdadeira, dentro de um espírito
atento e sério.
O sentido desse esforço não foi um aprendizado, mesmo um aprendizado
variado, e se posso dize-lo polifônico. No aprendizado, mesmo quando ele é
muito perfeito, sobrexiste qualquer coisa de alienação do homem diante da
matéria ou da sociedade. O aprendiz é um ser menor que aceita ser iniciado,
e
se submete ao status do costume, da corporação e da tradição. O aprendiz é
uma pessoa que não se torna maior senão através da imitação que lhe é
imposta: a origem de sua própria formação reside fora dele. Qualquer que
seja
a dignidade do artesão que começou sendo aprendiz, subsiste talvez nele
qualquer coisa do estado de aprendizagem, sob a forma subconsciente do
respeito a estrutura ancestral do gesto operatório.
Para precisar antes o sentido e o objetivo de nossa tentativa,
necessitamos distinguir dois tipos de preocupações:
Nós nos dirigimos aos estudantes das escolas. Fundadas no séc XIX para
instruir os estudantes da burguesia, as escolas distribuíram uma cultura
cuja
dominante é um simbolismo, sobretudo verbal, deixando em seguida um lugar
maior para o simbolismo matemático. Essa cultura secundária não estava
senão em aparência desinteressada: de fato o lazer como como condição da
cultura entendida no sentido do séc XIX, é uma proibição que define um
limite separando uma classe social de outra: a proibição do contato direto
entre a mão e a matéria significa de fato um não lazer, mas sim recorrer a
um
intermediário a serviço, servo ou operário. O caráter desonroso do trabalho
manual é expressão de um simbolismo social: manipular a matéria é se
aventar membro de uma classe social dominada. O único gesto autorizado ao
membro de uma classe social dominante é a ordem dada. Ele não deve ser
efetuador. As línguas antigas tais quais as ensinadas no séc XIX não eram
desinteressadas: elas davam ao indivíduo de uma classe social dominante a
linguagem esotérica exata graças a qual ele podia légiférer e definir os
valores
segundo os quais as relações interindividuais eram julgadas. O latim é, por
formação, a língua de Virgílio, mas por uso, aquela do direito: isso explica
a
preferência acordada do latim sobre o grego, língua, ao contrário, mais
conforme a cultura e se deve pesquisar, e mais rica de formação do
vocabulário desinteressado (da ciência pura).
Mas a realidade social que preside a criação das escolas não é mais aquela
de
hoje. O simbolismo verbal não basta mais. Sem dúvida, esses alunos das
escolas não se tornam geralmente operários ou artesãos: eles não têm
necessidade de um aprendizado. Eles se tornam mais comumente
administradores e técnicos. Ora o engenheiro ou o admnistrador deve
conhecer a máquina porque ele tem o dever de assumir e pensar a relação
social que se conquista na relação entre homem e natureza. Essa relação, o
operário a vive, mas o administrador não. Ele não pensaria senão numa
maneira abstrata, se ele não tivesse existencialmente vivido durante o
período
onde o ser se forma, isto é, durante a infância e a adolescência. Mais
tarde,
tornado adulto, abordando a máquina ou o laboratório somente, ele não teria
mais com ela aquela relação abstrata, fonte de pensamento alienado.
Mas se nossa tentativa não se justificasse senão pela clientela atual das
escolas, ela não teria senão um valor passageiro e transitório. O que nós
gostaríamos é que se apague a distinção que existe entre as escolas e os
estabelecimentos técnicos. Ela repousa de fato sobre a idéia de que a
sociedade humana deve ser constituída por duas camadas heterogêneas e
hierarquizadas: a burguesia e o povo. À burguesia convém uma educação
liberal, isto é, destinada aos jovens gens "liberados e bem nascidos", nos
quais a educação não deve deixar subsistir nenhum traço de submissão
irracional a um estatuto, por meio de imitação. Ao povo, ao contrário,
bastaria
uma educação de profissão, não liberal, na qual o talento não pode
frutificar
senão num quadro irrevogavelmente fixado, para o sacrifício do lazer, da
liberdade do homem. Nosso desejo é o de mostrar que podemos dar uma
educação tanto liberal como aquela que a burguesia deseja e também eficaz
como aquela que o povo pesquisa! Nós sonhamos que graças a uma educação
única, liberal e eficaz, o ilusório desinteressamento do lazer e o pacto do
asserviçamento do aprendizado sejam recolocados em um contrato do homem
com o mundo.
Nosso desejo seria que o ensino secundário pudesse se universalizar no lugar
de se fechar sobre ele mesmo, que ele pudesse adquirir uma universalidade
não mais nominal, mas real, que permitisse dar a todo ser, recebendo uma
educação, um acesso à cultura aberta, sem barreira e sem nível. Essa reforma
é eminentemente voltada para o futuro: ela visa de fato transformar de
alguma maneira o operário em mestre de obras, o peão em contra mestre; um
homem já é capaz de comandar quando ele sabe conduzir bem uma máquina.
A máquina é o operário de amanhã, enquanto o operário de hoje deve se
tornar o contra mestre dessa máquina. O operário puro seria definido por uma
atividade de pura repetição, cuja imagem simbólica é o movimento circular do
escravo antigo girando o dia todo em torno do meuble à blé, ou le carrier
gravissant les dégres eternellement nouveaux et éternellement
identiques du grand treuil vertical. O aprendizado antigo prepara essa
identidade circular do gesto operário. O engenheiro, o administrador, seja
ele
administrador de máquinas ou de pessoas, desenvolve sua atividade não
dentro de um limite de um tempo cíclico, mas dentro da abertura de um tempo
criador, orientado para finalidade da obra. E isso impõe novas normas
educativas: enquanto o operário antigo podia se contentar em viver a relação
do homem com a natureza, o operário moderno, tornado engenheiro e
administrador, deve pensar, e pensar desde sua infância e adolescência.
O ensinamento que demos um esboço necessariamente muito imperfeito pode
então preencher uma tarefa essencial na constituição de uma nova sociedade.
Tem por objetivo, não simbólico, mas real, se endereçando a uma sociedade
contínua, sem barreiras internas, tendo por sentido não mais a propriedade,
mas a atividade constitutiva.
O mais perigoso obstáculo, quando se aborda em um estabelecimento
secundário de ensino da tecnologia e prática de trabalhos manuais, é a
mitologia pré-existente. Essa mitologia se apresenta sob duas formas. Da
forma evidente, então: o pré-julgamento burguês segundo o qual o trabalho
manual é desonroso ou ridículo. Esse pré-julgamento é suficientemente
vencido pelo prestígio (somente um prestígio pode lutar contra um mito) de
bons aparelhos, de nenhuma forma miseráveis. Uma máquina pode ter classe.
Ela está apta a mostrar que uma nobreza se exprime no gesto perfeitamente
completo. Se o jovem burguês aliena qualquer coisa de sua dignidade
possuindo uma ferramenta, ele ganha também um estilo de nobreza. Assim, o
pré-julgamento burguês pode ser superado com a ajuda de um gosto vizinho
ao esporte. Apresento o gesto manual não como um aprendizado mas como
um ensaio de uma virtuosidade e a prova de uma excelência.
Há em seguida o pré-julgamento popular segundo o qual o trabalho manual
é bom por si mesmo e por sua existência somente, ou porque ele é útil. Esse
pré-julgamento, o mais sombrio e mais perigoso, porque ele é inimigo do
interior, é voluntário reforçado pelos pais. Ele encontra assim um alimento
no
desgosto que o estudante possa ressentir quando submetido a longas horas de
ensinamento abstrato. Enquanto os trabalhos manuais são como uma bela
injúria ao grego ou latim. A grosseria, a afetação de desintelectualidade
não
faltariam a seguir. Para lutar contra esse grave perigo, obriga-se a pensar.
Eu
mostro que a superioridade está no pensamento aplicado, no pensamento
consciente da história humana que está por detrás de cada ferramenta, cada
técnica. Eu levo a técnica à ciência e a ciência à consciência histórica.
Essa é
compreendida de estudantes, mesmo bem jovens, e suscita neles um interesse
sustentado. O princípio mais precioso é aquele da unidade da cultura: é
quase
sempre possível mostrar a continuidade das invenções a partir da
pré-história
e antiguidade clássica. Se é verdade que a cultura pode ser compreendida
como "import" não somático que a espécie dá ao indivíduo durante a fase de
formação do último, parce que a lei de Haeckel é válida para a cultura como
conjunto de caracteres somáticos evolutivos: essa natureza mental é
conferida, não na pura presença de símbolos, mas por uma tomada de posição
do indivíduo jovem; nenhum conceito pode por ele mesmo, sem um índice
emotivo, formar um sujeito. A cultura enquanto um ser, não um ter, não pode
ser adquirida senão se a ontogenia reproduzir a filogenia, de uma maneira
real e não simbólica.
Uma cultura parcial (isto é, uma cultura conferida por uma classe social e
que
prepara o indivíduo para viver como membro de uma classe social
determinada) é essa aproximação da recapitulação das diferentes etapas
sucessivas do desenvolvimento da humanidade no interior da classe visada,
em decorrência de uma situação correspondente. Disso provêm as provas
iniciais que toda comunidade fechada impõe aos jovens em seu sistema
educativo: a função educativa de la brimade subie par l'apprenti est la
même que celle de l'adoubement du chevalier. Quando a burguesia se
constituiu como classe fechada, ela criou seus ritos iniciais particulares,
que
são agora o valor social do vestibular. Toda comunidade fechada secreta uma
forma do sagrado: a honra, o saber, a habilidade são as três formas do
sagrado secretadas pela nobreza, a burguesia e os operários. A educação dos
jovens em cada dessas classes consiste em colocar o jovem a uma prova de
horna, a uma prova de saber ou a uma prova de habilidade laboriosa. Assim, o
indivíduo revê no curso de seu desenvolvimento as etapas constitutivas de
sua
classe. Todavia, esse tipo de educação não é válido em uma sociedade fundada
sobre a distinção absoluta entre as classes. A França busca nesse momento
um sistema educativo capaz de dar uma cultura que não seja uma cultura de
classe. Sua desordem, sua falta de solidariedade cívica provêm da falta ou
da
incoerência das culturas dispensadas.
Queremos constituir uma cultura unitária, capaz de contribuir para uma
sólida
coesão social na nação. Ela não pode se encontrar em uma proliferação de
nenhuma das três culturas de classe (nobre, burguesa ou popular) que existem
nesse momento. Mas por detrás dessa tripartição da cultura, há uma cultura
de base que consiste, segundo a lei evolutiva de Haeckel, a elevar o
indivíduo
permitindo reviver as etapas do desenvolvimento inteiro da humanidade,
anterior e superior ao desenvolvimento de cada classe. Dentro de uma
tecnologia profunda que essa cultura de base pode ser encontrada. Podemos
descobrir nela a fonte real do sentido do trabalho (cultura popular), o
sentido
do saber (cultura burguesa), o sentido do ato heróico, da exploração que
funda
(cultura nobre). É nessa aplicação individual e coletiva do homem no mundo
que comunicam o trabalho, o saber e o ato do pioneiro.
Revivendo em grupo ou individualmente as etapas do diálogo do homem e do
mundo, a criança deve aprender de maneira indissolúvel a ser um trabalhador,
um sábio e um fundador. O ensino secundário é insuficiente porque, baseado
em uma manipulação de símbolos, ele não ensina senão a ser um homem que
sabe, quer dizer, um burguês. O ensino confessional (ou a formação scoute) é
insuficiente porque, baseada na manipulação de tendências e energias
humanas ensina senão a ser como um homem que age como comandante, isto
é um nobre. O ensino primário técnico é insuficiente porque, baseado no
aprendizado, ele não ensina senão a ser um homem que trabalha, isto é, um
homem do povo. Ora, o primário para trabalhar mal, o secundário para saber
mal, e o confessional para comandar mal. Esses três tipos de formação, como
três tipos de ensino, devem ser unificados, sintetizados. É necessário um só
tipo de ensino a diferentes etapas sucessivas, não de vias paralelas ou
divergentes. Toda vitória reportada por um tipo de ensino sobre outro é uma
destruição dessa unidade cultural.
Tal é o objetivo da experiência educativa que temos tentado. Reunir em um
tipo de aprendizado unitário destinado a formar um novo nivel humano no
sentido do trabalho, no sentido do saber e no sentido do ato.
Essa empreitada constitutiva é fundada sobre a sociologia.
Resposta a duas objeções:
I. Sobre os aparelhos perigosos e delicados
Não existem inconvenientes em se colocar nas mãos de estudantes
aparelhos delicados e perigosos?
É voluntariamente que eu coloco nas mãos de meus alunos aparelhos delicados
e perigosos; um aparelho difere de um juet como a vida difere do fogo: a
vida
é ameaçadora e perigosa; ela exige uma atenção e um esforço permanentes.
O valor pedagógico da manipulação de uma máquina reside em que ela faça
apelo a um estado de consciência adulta, quer dizer, séria, atenta,
reflexiva,
corajosa. Um sujeito cujo caráter tenha sido formado com coragem atenta não
terá na adolescência e na maturidade valores plenos de imaturidade:
imprudente é aquele que toma por modelo uma atitude frustrada, quase
animal de violência e endurecimento sobre o mundo, como se fosse possível
intimidar as coisas materiais. Mostro aos meus alunos que um aparelho não é
perigoso porque é delicado: conhecendo a estrutura de um aparelho, e
sabendo o que se passa nele, eliminamos com calma atenta e intelectual o
perigo. É a ignorância que cria o medo porque ela esconde o perigo. Na
realidade, o perigo é sempre localizado, preciso, rigorosamente discernível.
Rejeitar em bloco uma manipulação ou um aparelho porque podem apresentar
um perigo é fazer prova de mentalidade primitiva. A menor ferramenta pode
ser mortal se for mal empregada, e uma máquina utilisando tensões e
pressões perigosas é de uma absoluta segurança para um usuário sagaz.
II. Sobre os aparelhos difíceis de compreender
Não é pedagogicamente discutível colocar nas mãos de jovens alunos
máquinas cujo funcionamento não pode ser compreendido por eles?
Nosso objetivo era buscar a satisfação intuitiva do ser técnico na jovem
inteligência. Uma criança não compreende, no sentido profundo da palavra, o
que é uma árvore ou um animal. Ela pode contudo compreender, no sentido
técnico da palavra, porque devemos regar uma árvore que acabou de ser
plantada, ou porque a árvore necessita de luz; é que a criança realiza uma
satisfação intuitiva sobre a organização da árvore; ela não compreende
cientificamente a assimiliação da fotossíntese, mas pode compreender o que é
uma greffe ou um marcottage. Esse tipo de compreensão, intuitiva, mas não
afetiva ou animista, é a que nomeamos compreensão técnica.
Não procuramos então dar a nossos alunos uma compreensão científica das
máquinas e aparelhos sobre os quais trabalham, mas uma compreensão
técnica: essa última não somente se revela infinitamente mais rica, por sua
fecundidade cultural, que o conhecimento científico puro, mas também se
descobre como mais vivente e mais capaz de satisfazer um espírito que não
tem ainda as faculdades de abstração suficientemente desenvolvidas.

On 5/9/07, Mateus Daitx <[EMAIL PROTECTED]> wrote:

Essa notícia teve tradução aqui:
http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0,,MUL32080-5604-8192,00.html

Agora, querer comparar um projeto que entrega Laptop pra alunos com o
conceito do OLPC é o mesmo que confundir saco com mala. De novo, a grande
questão não está nas ferramentas, mas em como a gente se utiliza delas. O
OLPC tá sendo testado com a ajuda de centros de estudo como o LEC de Porto
Alegre justamente pra não ser mais um desses programinhas que jogam um
laptop/celular/computador/o-que-quer-que-seja no colo do aluno e esperam que
isso resolva os problemas ou melhore a qualidade do ensino. Achei engraçado
como nesse artigo os professores parecem estar com medo dos alunos e seus
laptops, e como é fácil destacar todos os pontos negativos de iniciativas
como essas e mascarar os positivos. Vai do viés de quem escreve. Eu defendo
o OLPC como projeto educacional (e não só de inclusão digital), mas não sou
cego para as falhas dele. Acho que cada um tem o direito de ter sua opinião,
mas de preferência não só por ter lido artigos de uma imprensa pra lá de
suspeita, mas também por ter vivenciado a prática e lido a teoria por trás
dela.
Abraços,
Mateus

On 5/7/07, Alexandre Freire <[EMAIL PROTECTED]> wrote:
>
> eu já reservei o meu openmoko, vermelhão:
>
> http://openmoko.com/
>
> x
>
> On 5/7/07, Ian < [EMAIL PROTECTED]> wrote:
> >
> >
> > > acho qqr alternativa valida (claro q tudo depende...ne? ), mas
> > acredito mesmo em algo via
> > > celulares ainda mais despois dessa:
> > >
> > > 
http://br-linux.org/linux/ubuntu-tera-edicao-especial-para-dispositivos-moveis-a-partir-da-proxim
> >
> > > a-versao
> > Sim,
> > eles faz parte do GMEI http://www.gnome.org/mobile/ alem do Nokia, Red
> > Hat, Intel etc
> > []'s
> > Ian
> >
> > --
> >
> >             .''`.
> >            : :'  :
> >            `. `'`
> >              `- Orgulhoso ser MetaRecicleiro
> >
> > http://ianlawrence.info
> > http://manaus.metareciclagem.org/
> >
> > Jabber: [EMAIL PROTECTED]
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