Tati,
eu tava achando que era tu quem tinha dito, mas foi o Lula, hehehehe.
vcs sabiam que Lula, anoas, bota anos atras, só dava entrevista exclusiva
prá rádio livre? A radio Ativa, irmã da Xilik aqui em POA, teve esse
privilégio... tinha que resgatar as fitas k7 com as palavras do presidente.

besos
lele

Em 31/05/07, tati <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:

vamo de galera?

"eu me lembro que um dia eu estava numa manifestação não sei onde e vi
um cidadão com uma placa: "queremos discutir TV Digital." Eu falei para
a Dilma: temos que procurá-lo. Nós temos que encontrar aqueles que não
estão no meio de nós, que querem discutir, porque isso não é uma coisa
de um governo, isso não é uma coisa de um presidente, isso é uma
política de Estado, e se é de Estado, nós temos que procurar quem na
sociedade brasileira queira discutir, porque nós somos passageiros, mas
o sistema ficará para todo o sempre, até que apareça um outro melhor."

...para o sub em bsb..

xt

Thiago Novaes wrote:
>
> Discurso do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na
> cerimônia de assinatura de decreto sobre implantação do Sistema
> Brasileiro de Televisão Digital
> Palácio do Planalto, 29 de junho de 2006
>
>
>
> Meu caro Renan Calheiros, senador e presidente do Senado,
> Meu caro Aldo Rebelo, presidente da Câmara dos Deputados,
> Minha querida ministra Dilma Rousseff, ministra-chefe da Casa Civil,
> Senhor Heizo Takenaka, ministro do Interior e das
> Comunicações do Japão,
> Meus caros ministros Samuel Pinheiro Guimarães, interino
> das Relações Exteriores; Hélio Costa, das Comunicações; Sérgio Machado
> Rezende, de Ciência e Tecnologia; Luiz Fernando Furlan, do
> Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior,
> Embaixador Takahiko, embaixador do Japão no Brasil,
> Senador Romero Jucá,
> Deputados federais,
> Senhor Roberto Franco, presidente da SET, Sociedade
> Brasileira de Engenharia de Televisão,
> Senhora Elizabeth Carmona, presidente da TVE Brasil,
> Senhor Eugênio Staub,
> Professor Marcelo Zuffo,
> Professor Luiz Fernando Gomes Soares,
> Senhoras e senhores representantes dos radiodifusores
> privados, das emissoras públicas de televisão, da indústria de
> eletroeletrônicos e das universidades públicas e privadas,
> Jornalistas presentes aqui,
> Meus amigos e minhas amigas,
>
> Primeiro, um agradecimento às universidades brasileiras. O
> que nós presenciamos hoje, aqui, com o resultado desse trabalho,
> Hélio, Dilma, Sérgio Rezende, Furlan, é que habitualmente a gente fica
> dizendo que o que falta para as pessoas são oportunidades.
> As universidades brasileiras, quando chamadas, a pública e
> a privada, mostraram do que são capazes. Portanto, meu reconhecimento,
> meus parabéns às universidades brasileiras. Meus parabéns aos
> empresários da microeletrônica, sobretudo aqui na presença do Staub,
> que tem sido um parceiro, pelo discurso de hoje, com a esperança
> renovada, acreditando que agora vai acontecer, definitivamente, e teve
> uma dedicação extraordinária nesse processo. E todos os empresários,
> sem nenhuma distinção – só não vieram aqueles que não quiseram – que
> quando foram convidados, participaram ativamente.
> Quero cumprimentar também os empresários da radiodifusão no
> Brasil, porque não foram poucas as reuniões. Vocês viram que o Hélio
> terminou dizendo que nós marcamos um gol. Vocês estão lembrados que
> faz quatro meses que ele colocou a bola na marca do pênalti, e nós
> demoramos para bater o pênalti porque era preciso construir mais
> fortemente essa relação democrática com a sociedade brasileira, para
> concluir esse projeto que estamos concluindo agora.
> Quero agradecer aos diretores da nossa Agência Nacional de
> Telecomunicações, e quero agradecer, sobretudo, ao companheiro Miro
> Teixeira, que teve um papel crucial, na verdade foi, no início, o
> maior entusiasta para que nós pudéssemos chegar até aqui. Depois o
> ministro Eunício Oliveira continuou o trabalho e, realmente, o Hélio
> Costa pôde concluir.
> Queria enaltecer aqui o trabalho da ministra Dilma
> Rousseff. Eu não sei se por ser mulher e ter uma ascendência muito
> grande sobre os homens, a Dilma, ao trazer para a Presidência da
> República a coordenação desse processo, eu penso que a Dilma está
> virando especialista em TV Digital, porque em todas as reuniões... eu
> me lembro que um dia eu estava numa manifestação não sei onde e vi um
> cidadão com uma placa: "queremos discutir TV Digital." Eu falei para a
> Dilma: temos que procurá-lo. Nós temos que encontrar aqueles que não
> estão no meio de nós, que querem discutir, porque isso não é uma coisa
> de um governo, isso não é uma coisa de um presidente, isso é uma
> política de Estado, e se é de Estado, nós temos que procurar quem na
> sociedade brasileira queira discutir, porque nós somos passageiros,
> mas o sistema ficará para todo o sempre, até que apareça um outro
> melhor.
> Quero agradecer aos ministros que foram para o Japão, o
> Hélio, o Furlan e o Celso Amorim, porque foi uma decisão pensada,
> repensada, porque tinha muito trabalho para que nós não fôssemos ao
> Japão, e nós resolvemos ir porque entendíamos que o Brasil precisava
> ter uma indústria de semicondutores e precisaríamos procurar
> parceiros.
> Eu acho que a viagem foi exitosa, o resultado disso está aqui e eu
> quero cumprimentar o governo japonês. Recebi uma carta, hoje, do
> ministro Koizumi e quero cumprimentar o ministro Takenaka por estar
> aqui neste dia memorável para as relações Brasil e Japão, que não é
> nova mas se fortalece extremamente. Quem sabe, já com TV Digital
> instalada na casa de todo mundo, nós vamos assistir um dia o Japão ser
> campeão do mundo ou disputar uma final com o Brasil numa Copa do
> Mundo.
> Portanto, eu quero reconhecer, com muito carinho, a dedicação de todo
> mundo, foi muita gente envolvida no processo, e se a gente pudesse
> fazer uma tomografia de todo o processo, a palavra que iria aparecer
> seria "democracia tecnológica", porque nós não tivemos preocupação de
> ouvir apenas parceiros, nós tivemos o compromisso de ouvir todos, sem
> distinção, que tinham um palpite ou um conhecimento a dar. Eu acho que
> nós produzimos um material e um resultado extraordinário, portanto,
> estamos realizando hoje um ato de grande transcendência, o início da
> implantação do Sistema Brasileiro de Televisão Digital que nos
> próximos 10 anos vai revolucionar, não apenas a TV brasileira, mas a
> relação da sociedade com a informação no seu sentido mais amplo.
> A TV Digital não é apenas um sistema que melhora a transmissão e a
> captação do sinal de TV. Ela é, ao mesmo tempo, uma fabulosa síntese
> tecnológica, um poderoso fenômeno econômico e um forte avanço
> democrático. Da maneira que decidimos implantá-la no Brasil, será
> também um grande vetor de desenvolvimento, geração de empregos e
> ampliação de renda, com benefícios para todos os setores da sociedade.
> Transformamos a TV Digital em prioridade porque ela está plenamente
> afinada com a meta do nosso governo, de conciliar avanço social com
> avanço tecnológico. Foi por isso que nos últimos três anos começamos a
> torná-la realidade, buscando o padrão tecnológico mais avançado e a
> equação política e financeira que melhor atendesse aos interesses
> nacionais e melhor protegesse os direitos da população. A decisão
> final pelo padrão japonês foi tomada de acordo com esses princípios,
> da maneira mais transparente possível, e com a participação de amplos
> setores da sociedade brasileira.
> Meus amigos e minhas amigas,
> Quando assumimos o governo, encontramos a discussão sobre a TV Digital
> em um beco sem saída. Apenas se discutia, de maneira vaga e
> superficial, qual dos três padrões existentes no mundo o Brasil
> deveria adotar. Não se cogitava a hipótese de aproveitar essa
> oportunidade única para se fortalecer uma política industrial e
> tecnológica voltada para a ampliação de conhecimento, a produção de
> bens inovadores e a transformação de novos investimentos.
> Mudamos essa realidade porque uma das principais metas do governo
> sempre foi a implantação de uma nova política industrial e
> tecnológica, e não abrimos mão de encaminhar o processo de implantação
> da TV Digital de forma participativa, com envolvimento da sociedade,
> como é normal neste nosso mandato.
> Houve, em todo esse período, um diálogo intenso com as emissoras de
> televisão, com a indústria eletroeletrônica, com as empresas de
> telecomunicações, com a universidade brasileira, com produtores
> culturais e com o Congresso Nacional. E os pesquisadores brasileiros
> foram mobilizados de uma forma inédita, para levar a bom termo a
> estruturação desse projeto de interesse estratégico do país.
> Era fundamental que isso ocorresse, afinal, a TV Digital vai moldar em
> boa medida o futuro das comunicações, da produção, difusão e absorção
> de cultura em nosso país. Vai permitir um amplo acesso a serviços e
> bens culturais, especialmente para a população mais pobre, que muitas
> vezes tem na televisão seu único meio de informação e diversão
> gratuita. Fará, entre outras coisas, com que o televisor deixe de ser
> um mero receptor de programas para se transformar em uma fonte de
> acesso a um mundo cheio de possibilidades. Não está longe o dia em que
> as famílias poderão marcar uma consulta médica pelo SUS usando a TV;
> não está tão longe o dia em que as pessoas também poderão ter acesso
> às suas contas de Previdência Social pela Internet, via digital; não
> está longe o dia em que a sala de aula poderá ter uma extensão dentro
> da sala de visita de todos os lares brasileiros, de todas as classes
> de renda.
> O contribuinte poderá ter melhor acesso e controle das
> informações e dos serviços prestados pelo Poder Público, bem como de
> seus impostos e taxas. Com mais informação disponível de forma digital
> e organizada com custos menores, o Estado também tenderá a ser mais
> eficiente na oferta de serviços. Mais oportunidades vão surgir para a
> juventude em termos de produção de cinema, de programas esportivos,
> educacionais, de novela e outros bens culturais e de lazer.
> Trata-se, na verdade, de uma poderosa ferramenta de
> interação do usuário com o mundo, do indivíduo com a sua comunidade e
> com os centros de formação do saber, e do cidadão com as instituições
> que o representam e o protegem. Em suma, é um fato de grande magnitude
> política, social e cultural. E tinha que ser tratado com a importância
> e a responsabilidade necessárias.
> Minhas senhoras e meus senhores,
> O Sistema Brasileiro de Televisão Digital é mais uma prova da
> capacidade criativa dos brasileiros, da afirmação da nossa capacidade
> de escolher e da nossa soberania de decidir, do nosso talento de
> firmar parcerias e trocas intelectuais saudáveis e vantajosas.
> A implantação da TV Digital enseja uma oportunidade de desenvolvimento
> de tecnologias brasileiras que serão adotadas no Sistema Brasileiro de
> Televisão Digital, em parceria com os nossos irmãos japoneses.
> Possibilita uma efetiva política industrial que contemple a associação
> de empresas brasileiras e japonesas. Ela é uma vitória de toda a
> sociedade, mas não ocorreria sem o esforço individual e a visão de
> algumas pessoas.
> Meu primeiro ministro das Comunicações, Miro Teixeira, teve o mérito
> de colocar o problema para a sociedade, de convocar o debate e mostrar
> que havia, sim, como vencer o ceticismo sobre a capacidade brasileira
> de trazer avanço nessa área. Propôs um sistema brasileiro para TV
> Digital que não significasse a compra de um pacote fechado, mas
> estimulasse a constituição de uma rede nacional de pesquisas capaz de
> produzir o conhecimento necessário à opção estratégica do país.
> O ministro das Comunicações, Eunício Oliveira, intensificou o debate,
> formou os consórcios e organizou o encaminhamento das ações. Meu atual
> ministro, Hélio Costa, deu celeridade aos trabalhos de pesquisa,
> organizou a alocação de 60 milhões do Fundo Nacional de
> Telecomunicações e batalhou incansavelmente pela realização deste
> projeto grandioso.
> Desde o começo deste ano, tivemos um trabalho notável do ministro
> Furlan e do ministro Sérgio Rezende, bem como dos ministros Gilberto
> Gil, da Cultura, e Fernando Haddad, da Educação.
> A ministra Dilma e o chanceler Celso Amorim exerceram a coordenação
> dos esforços do governo, inclusive nos contatos e reuniões com
> autoridades de outros países, interessados no Sistema Brasileiro de TV
> Digital.
> No final, não apenas chegamos a um excelente resultado, como
> aperfeiçoamos um estilo de formular políticas públicas para setores
> altamente estratégicos. Não cedemos a soluções fáceis e prontas, mas
> buscamos caminhos corretos e inovadores que nos façam recuperar perdas
> do passado e nos projetem, com mais dinamismo, para o futuro.
> Além dos benefícios que nos trará no futuro imediato, a política de
> implantação da TV Digital vai nos permitir também recuperar uma grave
> lacuna do passado. No início da década de 90, mais de duas dezenas de
> fábricas de componentes semicondutores fecharam as suas portas no
> Brasil e foram para a Ásia. Aqui, ficamos com a montagem de kits
> importados já prontos, apenas agregando o custo da mão-de-obra barata.
> Nos colocamos fora do mercado global. Isso aconteceu quando a
> indústria de semicondutores tornava-se uma das indústrias mais
> decisivas do nosso tempo, pois o chip começava a disseminar-se pelo
> mundo e ia ser um componente imprescindível em centenas de produtos de
> ponta.
> O acordo que hoje assinamos com o Japão, e que me leva a exaltar a
> grande visão do governo japonês, representado pelo ministro Heizo
> Takenaka, aqui presente, nos ajudará a recuperar esse tempo perdido na
> indústria de semicondutores, e de avançar ainda mais na área de
> software em geral.
> Isso, através da elaboração de um plano estratégico para a
> implantação no Brasil da indústria de semicondutores e a
> reestruturação da indústria de microeletrônica nacional. De uma coisa
> tenha certeza, ministro Takenaka: o Brasil será um grande e valioso
> parceiro na construção do Sistema Nipo-Brasileiro de TV Digital.
> Registro aqui, aliás, que foi seu o mérito de chamar assim –
> Nipo-Brasileiro –, o sistema de TV Digital que nossos países decidiram
> desenvolver juntos.
> Na verdade, inauguramos hoje um capítulo novo e
> extremamente promissor no relacionamento bilateral entre Brasil e
> Japão. Estou certo de que inicia-se uma etapa que vai se caracterizar
> pelo compartilhamento crescente de conhecimentos, sobretudo nas áreas
> de ponta da ciência e da tecnologia, voltadas para a produção de
> inovações.
> O Sistema Nipo-Brasileiro de TV Digital, bem como a
> parceria que estamos inaugurando na área de microeletrônica são mais
> uma ponte para a plena inserção do Brasil na sociedade do
> conhecimento. Não vamos apenas absorver o conhecimento e tecnologia
> japoneses, mas contribuir criativamente para o aperfeiçoamento
> tecnológico do Sistema, fazendo com que essa parceria se afirme aqui e
> além das nossas fronteiras.
> Estamos, portanto, dando início a um empreendimento
> conjunto, de longo alcance. Vamos produzir um sistema flexível, que
> dialogue com os demais padrões de TV Digital existentes no mundo hoje.
> Nossa intenção é abri-lo à participação de nossos vizinhos do Mercosul
> e do Continente. Para isso, temos mantido contatos freqüentes com
> nossos sócios na região e vamos, de agora em diante, aprofundá-los.
> Estas é uma área onde tal cooperação é mais que bem-vinda.
> Várias inovações no Sistema de TV Digital já foram
> produzidas por 22 consórcios brasileiros, entre 106 universidades e
> centros de pesquisa, entre elas o Midleware, Ginga, os sistemas
> corretores de erros e o sistema de compressão de vídeo H-264. Alguns
> dos autores dessas inovações estão aqui presentes e já falaram,
> inclusive. Aproveito para mais uma vez parabenizá-los pelos resultados
> já conseguidos que, tenho certeza, só vão fazer com que vocês se
> aperfeiçoem daqui para a frente.
> O Brasil, aliás, revela hoje uma extraordinária capacidade
> de pesquisa e inovação tecnológica. Estão aí para comprová-la, nossas
> conquistas de vanguarda na produção do etanol, na exploração de águas
> profundas, nas ousadas e originais soluções técnicas da Embrapa e,
> principalmente, na descoberta do H-Bio pela Petrobras, que vai
> revolucionar a produção de combustível nas próximas décadas.
> Queria, por fim, fazer um agradecimento especial à equipe
> técnica que trabalhou intensamente nos últimos meses, especialmente
> Roberto Pinto Martins, secretário do Ministério das Comunicações;
> Augusto César Gadelha, secretário do Ministério de Ciência e
> Tecnologia; Jairo Klepacz, secretário do Ministério do
> Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; André Barbosa Filho,
> assessor da ministra-chefe da Casa Civil Dilma Rousseff; embaixador
> Antonino Marques Porto, diretor do Departamento de Temas Científicos e
> Tecnológicos do Itamaraty, e Edmundo Machado de Oliveira, da Agência
> Brasileira de Desenvolvimento Industrial, assim como outros técnicos
> da Casa Civil e do BNDES.
> Meu agradecimento é ainda maior porque vocês estão ajudando não apenas
> a implantar um novo sistema mas, também, a consolidar uma política de
> Estado fundamental para o novo modelo de desenvolvimento que estamos
> construindo no nosso país.
> Um modelo que está possibilitando abrir novos caminhos de futuro que
> ajudarão a conciliar, de forma ainda mais vigorosa, uma política de
> alto desenvolvimento tecnológico com eficiente ação social. É assim
> que avançamos a cada dia, passo a passo, na construção do Brasil
> moderno e justo que tanto nós precisamos.
> Meus parabéns a todos vocês, empresários, cientistas, políticos aqui
> presentes. Quero dizer para vocês que hoje está consagrado,
> definitivamente, e que o dia em que nós acreditarmos na sociedade
> brasileira, na nossa inteligência, nos nossos empresários, nos
> políticos brasileiros, juntos, a gente poderá construir coisas que até
> então pareciam impossíveis. Eu quero dizer para vocês que na semana
> passada eu já tive um dia de alegria imensa porque levantei um pote de
> H-Bio, que será uma revolução na área de combustível. Hoje não me
> deram nada para levantar, nem eu ganhei nada até agora, mas eu quero
> dizer que é um dia memorável para mim, para a minha geração, para
> vocês e, sobretudo, para quem vier depois de nós.
> Meus parabéns a todos vocês, muito obrigado e só poderia dizer: viva o
> Brasil e viva o Japão.
> ------------------------------------------------------------------------
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"Chamar alguém de "anti-americano", ou ser anti-americano, (ou para tanto
anti-Indiano ou anti-Timbuktuano) é não somente racismo, como uma falta de
imaginação. Uma inabibilidade de ver o mundo em outros termos que aqueles
que foram estabelecidos por você."

"... Amar. Ser amada. Nunca esquecer a sua própria insignificância. Nunca
se acostumar com a violência muda e a disparidade vulgar da vida ao seu
redor. Procurar alegria nos lugares mais tristes. Procurar a beleza no
estábulo. Nunca simplificar o que é complicado nem complicar o que é
simples. Respeitar a força, nunca o poder. Acima de tudo, olhar. Tentar
entender. Nunca deixar de olhar. E nunca, nunca esquecer."

arundhati roy
http://www.weroy.org




--
Não foi dessa vez
Mas pode ter certeza
Mal posso esperar
Pra fugir da tristeza
Amanhã talvez
Vai ser um carnaval
Vão falar de mim
Pro bem ou pro mal
Tomo um café e um guaraná pra me animar
Mas ficou tão tarde
Que é melhor deixar pra lá...
Quando penso em nós dois
Deixo tudo pra depois
Quando penso em nós três
Fica pra outra vez
Juntei passos, palavras
Não era bem o momento
Fingi não querer nada
Tem horas que não me aguento...
Prometo, juro, garanto
Vou resolver tudo isso
Assim que tiver coragem
E mais nenhum compromisso
(Pato Fu/Depois)
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