já ando com saudades... inda bem que temos a internet, a www, prá aproximar
um pouco diminuindo o que a distãncia real provoca...

Mas, a Alemanha está construindo caladinha a maior usina eólica do mundo no
norte da Africa, com acesso direto a fontes de agua. País que não é bobo já
está de olho em fontes de água e energia renovável pra economia. A agua é o
petroleo do futuro, e seguindo essa analogia, guerras haverao por causa
dela.

No meu mundo utopico-imaginario-de contos de fadas-maravilhoso-aproblemado,
o Brasil faria como a Alemanha já está fazendo: contruiria mega-estações de
energia solar em areas proximas aos tropicos, e carregaria a energia até
onde ela é mais requisitada(A Alemanha está fazendo isso no deserto do
Sahara, com apoios e incentivos de paises da regiao e o projeto é ter linhas
de transmissao gigantescas até as principais cidades da Alemanha.) Ou
investiriamos em energia eólica, como a Alemanha - q ainda é muito
ineficiente, mas já é alguma coisa...

porque disse tudo isso...o cara falou de cultura digital... ah, mas o efeefe
está indo prá alemanha... tá certo, reconheço, sou muito chata.

mas, prá discutir cultura digital... acho que deveriam tratar como se tratam
outras culturas... a cultura do arroz... a cultura da soja - trangenica ou
não... a cultura das minhocas californianas (essa eu estou me
especializando... o Ariel e sua turma criaram uma composteira, monataram uma
horta na escola e as minhocas californianas resultante do humus(?0 ou que
vivem do humus, ainda não entendi bem, estão lindas, gordas, vistosas...
impressionante... mas é cultura, também... cultura é cultivar, criar,
habitar... enfim)

besos

Xê Lelê



Em 02/06/07, Felipe Fonseca <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:

Aí!!! Quem estiver na área, apareça!

PS: vai faltar uma semana pra eu ir embora. Quem quiser aparecer,
participar ou ficar olhando, e depois beber aquela cerveja amiga e
me dar um abraço de boa viagem, não deixe de aparecer.


http://metareciclagem.org/drupal/evento/ciclo-gambiarra-di-logo-na-casinha-marcus-bastos

*Convidado:* Marcus Bastos <http://www.marcusbastos.net/>

*Moderando:* efeefe <http://efeefe.no-ip.org/>
Quando: 05/06/2007, terça-feira - 19:00

A cultura digital torna-se cada vez mais complexa, conforme os
dispositivos de conexão se diversificam. Aparelhos portáteis como celulares
e GPS adicionam uma nova camada à Web, em processo que modifica a agenda de
debates sobre os fazeres em rede. Neste contexto, é preciso contrapor o
avanço das possibilidades de publicação conteúdo sem intermediários (no que
se convencionou chamar de Web 2.0) aos novos tipos de vigilância possíveis
em aparelhos amigáveis que se tranformam facilmente em objeto de desejo de
um grande número de consumidores. Além disso, em parte as formas de conexão
atuais acontecem em aparelhos proprietários, que redesenham o jogo de
protocolos e embaralham a distinção entre produção de contéudo e circulação
de informação. Ao mesmo tempo em que videoblogues e sites como YouTube e
MySpace tornam a publicação de vídeo cada vez mais simples, deslocando para
o contexto do audiovisual debates antes localizados no relacionamento tenso
entre a indústria fonográfica e os desenvolvedores de software para
distribuição de mp3, os procedimentos de publicação online se modificam,
tornando-se menos abertos, e a cultura do software livre amadurece,
resultando em trabalhos de qualidade, como "The Duellists", de David Levine
e "Net Monster", de Graham Harwood.

*Participe:*

*Rua Luminárias, 243, subindo a escada - Vila Madalena - São Paulo / SP*

*Chat: irc.freenode.org , #metareciclagem*

*Streaming live: http://estudiolivre.org:8000/gambiarra*

*Marcus Bastos* é doutor em Comunicação e Semiótica e professor da PUC-SP.
Entre seus projetos recentes estão o curta-metragem "radicais livre(o)s",
finalizado com recursos do Programa Petrobrás Cultural 2005/2006, "Interface
Disforme", finalizado com recursos da FIAT Mostra Brasil e uma série de
banners e vídeos para painel eletrônicos criados para a infiltração na mídia
Calhau, de Giselle Beiguelman e Facundo Guerra. Seus principais artigos são
"Digital and Wild: beyond 'generative / emergent' and 'locative /
performative" (Leonardo Electronic Almanac, MIT Press), "Remix como
polifonia e agenciamentos coletivos" (no livro Territórios Recombinantes,
publicado pelo Instituto Sérgio Motta e pela Imprensa Oficial do Estado),
"Cultura da Reciclagem" (no livro Cultura em Fluxo, publicado pela PUC-MG) e
"O grande vídeo" (revista Trópico). Foi curador da Mostra Vídeo sobre o tema
"Ruído", realizada pelo Instituto Itaú Cultural. Traduziu para português
trabalhos de Jim Andrews, Bill Seaman e Camilla Utterback / Romy Achituv.

--
FelipeFonseca

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"O sentimento de colaboração humana renova e revela uma nova categoria de
indivíduo, mas é necessário para isso que a velha cultura seja
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"O sonho é o único direito que não se pode proibir."

Glauber Rocha

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