Engana-se quem pensa que política é apenas freqüentar partidos ou votar, a
relação da política com o cotidiano existe desde a Grécia antiga.

A Grécia forjou o discurso racional. A Europa produziu a dialógica,
simultaneamente crítica, construtiva e mitológica da razão. Com a
mundialização/globalização, o mundo deixou de ser eurocêntrico, provocando
uma desintegração dos padrões de relacionamento social humano, e com ela a
quebra do elo entre gerações, busca-se o "homem global", o homem integrado
bem informado, com iniciativas e opiniões.

Conhecimento não é gestão de estoque de peças de reposição. É gestão da
produção – de fábricas construídas entre orelhas. Que falam e ouvem, riem e
choram, sonham e se apaixonam, criam e deduzem, inferem e intuem. Um tesouro
impossível de se armazenar sob o risco de estagnar. E a tecnologia? Ora,
serve para bombear esse ouro líquido, ou vira uma sina para quem não a
domina. O conhecimento não vale o quanto pesa, mas o quanto flui. E só flui
se os vasos forem comunicantes e as cabeças pensantes.

A significação de humanidade, inscrita no coração do debate contemporâneo -
a despeito de ser um conceito de matriz universal -, foi construída e
firmada pela tradição e pelas trilhas do trajeto civilizatório do Ocidente;
embora haja deixado pegadas, rastros e rumos que abarcaram, porventura,
povos de matriz não-ocidental. Tratava-se de uma luta, disputada no campo de
cenários políticos, envolvendo, entretanto, também uma história das
mentalidades - de atmosferas mentais coletivas: um embate que abarcou luta
de representações, e cujo desfecho foi favorável ao maior número - pela
própria vitória do gênero humano como categoria irredutível de direitos.

Felicidade é uma viagem, bem dito, Henfil, E eu concordo com ele em genero,
numero e grau... cartão de crédito não serve prá cortar os pulsos, logo não
tem utilidade, hehehe.

meu time ganhou a Triplice Coroa... nunca me identifiquei tanto com um
título como com esse...

Triplice Coroa...

isso me faz pensar que na verdade se deseja, inconscientemente, à volta da
monarquia... as gurias curtem serem tratadas carinhosamente por princesas;
os governos estão nos palácios, seja na alvorada, seja no piratini; outras
expressões de tratamento que ninguem quase nunca se onde são: meu rei, minha
rainha, meu principe(sou mais o sapo)...agora mais essa: triplice coroa...
monarquia, Já! com diretas prá rei, lordes, duques, duquesas, condessas...
aqui tens teu castelo, faça dele teu lar. coisa mais absurdamente absurda...



beso
lelejoanajacobinad'arcdaplebe°

afinal não é só nome imperial que pode ser sempre enorme, né?

hehehehe.





Em 08/06/07, Felipe Fonseca <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:

bobas.

"dinheiro traz felicidade" é quase um koan. um assunto
não tem nada a ver com o outro, o mesmo que dizer
que "televisão mata a fome".

"com ele você decide onde, como e com quem quer viver"
vai no mesmo sentido. eu não tenho dinheiro, e sempre
decidi tudo isso. e conheço gente que tem dinheiro e
não o faz.

sofismou.

e mbraz, não entendi a tua confusão... quando eu falo em sofisma,
não tô ofendendo sofista nenhum, apesar de a idéia de sofisma
poder ser derivada da denominação pejorativa que o platão usa -
nem sou muito desse platão aí, sou muito mais o doutor sócrates,
meu amigo irônico e ex-monodread. cujo cabelo, aliás, eu nem sei
como tá hoje em dia.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Sofisma

Um *sofisma* (do grego 
antigo<http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_grega_antiga>σόϕισμα -ατος, derivado de 
σοϕίξεσϑαι "fazer raciocínios capciosos") em
> Filosofia <http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia> é um 
*raciocínio<http://pt.wikipedia.org/wiki/Racioc%C3%ADnio>
> * *aparentemente válido*, mas inconclusivo, pois é contrário às suas
> próprias leis. Também são considerados sofismas os raciocínios que partem de
> premissas verdadeiras ou verossímeis, mas que são concluídos de uma forma
> inadmissível ou absurda. Por definição, o sofisma tem o objetivo de
> dissimular uma ilusão de verdade, apresentado-a sob esquemas que parecem
> seguir as regras da lógica <http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%B3gica>.


(...)

"prestadores de serviço" não serem "políticos" é parte
dessa imbecilidade de querer convencer a gente de que
"política" é aquilo que se faz em brasília. bancos estão
inseridos no contexto político e agem politicamente,
assim como minha relação com meus vizinhos é
política, assim como aquele bobo aí do teu lado que
trabalha numa empresa e lambe o saco do chefe tá
agindo politicamente.

"O termo *política* é derivado do grego 
antigo<http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_grega_antiga>πολιτεία (
> *politeía*), que indicava todos os procedimentos relativos à * 
pólis<http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%B3lis>
> *, ou cidade-Estado."
>

http://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADtica

sem falar que bancos se envolvem, sim, com coisas
de brasília.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Proer

beleza, daqui a uns segundos eu paro de usar a wikipedia de referência

efe

On 6/8/07, Manuel Bertelli <[EMAIL PROTECTED]> wrote:

> Oi pessoal,
>
> O que vocês acham das afirmações abaixo?
>
> [s]
> Manu
>
> ------------------------------
>
> Você conhece os mitos sobre o dinheiro?
> Por: Flávia Furlan Nunes
> 07/06/07 - 17h12
> InfoMoney
>
> SÃO PAULO - Tidos como verdades absolutas na sociedade, os mitos
> relacionados ao 
dinheiro<http://web.infomoney.com.br/templates/news/view.asp?codigo=571857&path=/suasfinancas/>devem
 ser eliminados, de acordo com a economista Eliana Bussinger,
> especialista em finanças pessoais.
>
> "Eles são ensinados quando somos crianças, pela família, e ficam
> embutidos em nossa mente. Os mitos têm muita influência em nosso
> comportamento e na forma como a pessoa lida com o dinheiro", disse Eliana.
>
> Esse tipo de mito, porém, tem efeitos negativos, já que pode prejudicar
> as pessoas financeiramente. Além disso, segundo disse Eliana, as pessoas
> costumam se embasar neste tipo de teoria para justificar o fato de
> 
gastarem<http://web.infomoney.com.br/templates/news/view.asp?codigo=719809&path=/suasfinancas/>sem
 controle e não se esforçarem para fazer com que seu patrimônio cresça.
>
> *Alguns deles*
> E para que você não se prejudique por causa das crenças relacionadas ao
> dinheiro, veja algumas delas listadas abaixo:
>
>
>    - *Dinheiro não traz felicidade*: Mesmo assim, ele é um importante
>    instrumento. Segundo Eliana, ele não é a felicidade em si, mas um
>    instrumento, como um "martelo" que fará uma construção crescer.
>
>    - *Dinheiro não é importante*: As pessoas não precisam viver para
>    ele, mas devem saber que ter dinheiro significa liberdade de escolha. Com
>    ele, você decide onde, como e com quem quer viver.
>
>    - *Dinheiro é corrupto*: "Não é o dinheiro, mas a sociedade que
>    vivemos que é corrupta", explicou Eliana. Definitivamente, a corrupção 
nasce
>    daquilo que as pessoas buscam, o que elas querem "aqui e agora" sem 
realizar
>    nenhum esforço. Assim, acabam se corrompendo.
>
>    - *Dinheiro não cresce em árvore*: Isso significa que não é fácil
>    conseguir dinheiro, mas é como o processo de uma árvore que a pessoa pode
>    enriquecer. Você planta uma semente, que é como poupar, e rega, ou seja, 
faz
>    o dinheiro render. Assim, nasce a árvore e se colhe os frutos de guardar
>    dinheiro.
>
>    - * 
Investimento<http://web.infomoney.com.br/templates/news/view.asp?codigo=722503&path=/suasfinancas/#>é
 para ricos
>    *: Qualquer pessoa pode 
investir<http://web.infomoney.com.br/templates/news/view.asp?codigo=722503&path=/suasfinancas/#>e
 deve
>    
poupar<http://web.infomoney.com.br/templates/news/view.asp?codigo=719499&path=/suasfinancas/>,
>    independente da quantidade que ganha. Este mito precisa ser derrubado 
porque
>    o mercado financeiro está aberto para quem tiver interesse.
>
>    - *Bancos são inimigos*: A economista explica que os 
bancos<http://web.infomoney.com.br/templates/news/view.asp?codigo=722503&path=/suasfinancas/#>não
 devem ser encarados desta maneira. Isso porque estas instituições
>    poderão fazer com que o dinheiro cresça.
>
>    - *Bancos têm poder político*: Segundo Eliana, parece que os
>    brasileiros vêem os bancos como uma instituição politizada, mas esse mito
>    está totalmente errado. "Eles são prestadores de serviço e devem cuidar do
>    seu dinheiro", disse.
>
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