Em 15/08/07, glerm soares <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
>
> Só não tenho certeza agora se era RB defendendo a tese com Marli na banca
> ou o vice-versa.
>
> achei a tal tese:

  Descrição
 "(…) Conjuga um sistema arreverso, cultiva tudo que lhe tanja, convida tudo
que fôr angênico, miasma, escória, diferença, rebotalho, carência
insubsistente, os gnomos de Prestesjoão a cair sôbre os pigmeus, petranhas
edificantes. O revérbero toma a forma que o torna um dilema equilátero. O
revérbero: sístole do ser, diástole já produta de si própria pelo outro.
Manter as últimas consequências dentro dos justos limites | Imparódias em
falsete: o limite aonde tende o hiato deixado pelas elipses cuja razão de
ser sua função já cumpriu a contentamento. Atrás da orelha: o pulgatório
entresai. Salto mortal em curva de segundo grau, extremo onde se resolve
voltar a ser normal, rentremos. Cabeça etérea, tronco fluido e membro
sólido, da pedra ao vapor, o upa não passa por nenhum oásis, e também acho:
que soslaiavanço representeia um encontrovelo, vim perguntando a um por
nome, a cada outro através de diversos recursos. Trato-os de um jeito, de um
jeito de molde a que se diga levantando meu nível: fui primeiro a descobrir
a propulsão dos projéteis a vazio contínuo, moléstia que pôs fora de foco
muitos dos melhores; a indeterminação de certos limites e com licença da
exatidão a santidade de solos até então classificados como meros flatos de
voz. A margem de chances de ocorrência a uma certeza, sem ponto de
referendum com as áreas precedentes, de cem a uma cai nula. Quem vive a
favor da realidade?

 Se eu, bazar provendo quermesse, não os tivesse tirado do esquecimento a
que os votavam lendas e lendas, seu centro estava ausente, seu janeiro além
do contrôle, a salvo de incêndios, de todo destino isento. Quis al. Num raio
de dois olhares, nenhum lençol de fantasma para serenar meu gôsto por êsse
tipo de espetáculo.

Onde tudo é bruma, o navio perdeu a ursa, aonde rumo? Aquendiospártia | Um
encontrito dissipa oblíqua queda, a luz na fresta em baixo da porta, ruínas
maquinam malefícios, abismam planícies, trocam o dia dos palermas por uma
noite de alarmes | Falta fé nas trajetórias, febo nas camélias, fogo na
canjica, mão de macaco na velha cumbuca | Nova cai a luva uma ova na boa
cova guardalupa – a bola obra, empecilho ante o espêlho, bácuo para a
vastidão, o óbice cai como um óbolo no glóbulo das clemências suábias, não
minimiza, não subestima, antepenáltima | Profeta anacrônico, sicofanta do
devir, diga agora o que vai ser, o descortino dos novíssimos não te
predispôs a adulterar utopíadas? O velho poço, Tales filosofa e catrapum |
(…)"

occam 1975
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