enquanto eu não respondo à altura, tem um artigo
no nytimes sobre quanta informação as empresas
de web coletam de seus usuários.

http://www.nytimes.com/2008/03/10/technology/10privacy.html?_r=3&pagewanted=1&sq=comScore&st=nyt&scp=2%20&oref=slogin

tem também um gráfico que compara...

http://www.nytimes.com/imagepages/2008/03/10/technology/20080310_PRIVACY_GRAPHIC.html

(via jaromil)

efe

2008/3/12 Daniel Pádua <[EMAIL PROTECTED]>:
> <QUARTA-FEIRA, 10:00h>
>
> Pesquisando sobre o passado, encontramos
> um texto intrigante, num pedaço de disco largado
> na googleteca do meu bairro:
>
> "então. tudo o que chamamos de internet são mecanismos
>  e interfaces para capturar os "bips!" do mundo,
> para compartilhá-los instantaneamente com o mundo.
> interligá-lo de tal forma que tudo sinta tudo na hora
> em que um "bip!" rolar. esse "bip!" pode ser alguém
>  se apaixonando. ou uma pessoa morrendo.
>
> o google tem por missão (tá escrito no site deles)
> capturar e organizar toda a informação do mundo.
> isso é mentira. a missão do google é aprisionar
> os bips! para alguns acumularem riqueze cobrando
>  pedágio sobre a sua atenção.
>
> daí que a utopia é justamente uma grande rede de
> compartilhamento de bips!, só que os canais são
> das próprias pessoas e livres. ou seja, the ultimate
> service para a internet é uma rede p2p aberta e
>  comunitária de compartilhamento de "bips!"
>
> você envia bips para a rede usando um software
> (site é software), um sensor (que pega sem você notar)
> ou um botão (que pega quando você aperta).
>
> na rede, vc tem seus contatos (que podem ser gente,
>  mecanismos, outros seres vivos ou o meio ambiente),
> e um software cata todos os bips deles.
>
> esse software permite que os bips sejam nomeados
> pelas próprias pessoas. e também permite que as
> pessoas usem as classificações feitas pelos seus contatos,
>  gerando um grande fluxo de bips compartilhado e
> organizado colaborativamente.
>
> se você parar pra pensar esse software no seu
> celular, a coisa faz mais sentido. um dispositivo móvel
> permite que os fluxos de vida sejam compartilhados
>  enquanto acontecem.
>
> na medida em que o dispositivo se transforma,
> você pensa em coisas malucas. do tipo, quando eu
> me machucar, você vai sentir uma determinada
> vibração agoniante no pescoço. quando alguém morrer,
>  vou vai ouvir dentro do seu ouvido uma canção de despedida.
> se eu te engravidar, nanocoisas injetarão DMT no meu sangue."
>
> Logo após ler isso, ouvi uma sirene soar em mim.
> A polícia estará aqui em instantes. Deixo a vocês
>  meu último bip.
>
> </QUARTA-FEIRA, 10:00h>
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FelipeFonseca

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