à primeira vista, o conceito parece referir-se, de modo impreciso,
tanto a necessidade de opções originadas na pprópria "estrutura"
unidirecional dos meios, como no "regime de propriedade e controle"
isto é, no monopólio que sobre eles exercem os detentores do poder.

Tudo o que já foi dito aqui, por ento, nos induz a pensar que, nas diversas
conjunturas conhecidas e previsíveis, a "pedra de toque " do caráter de uma
mídia é cifrada em seu "conteúdo" e isto não significa subestimar outros
fatores, inclusive de caráter técnico, que podem adquirir maior ou menor
significado em âmbitos e situações distintos. Mas, "sem discurso livre
não há mídia livre". E este discirso deve ser, explícita ou implicitamente,
pela escolha dos temas, por sua classificação e seu tratamento claramente
aberto e antiautoritário.

Acredito que podemos tentar uma definição (provisória) do condceito: é livre
toda mídia, meio que, num contexto caracterizado pela existência de setores
privilegiados que detém o poder político, economico e cultural implica uma
"opção frente ao discurso dominante"; opção qual confluem, em grau variável,
os sistemas de propriedade, as possibilidades de participação dos receptores
na elaboração das mensagens, as fontes de financiamento e as redes de
distribuição, como elemntos compelmentares.

O discurso autoritário que <informa> assertivamente em vez de problematizar
a realidade, que confunde propaganda e comunicação, informação e persuasão,
é um discurso proselitista por excelencia, vê o receptor como objeto,
converte-o
em simples <recebedor de comunicados, em recipienda´rio do "magister dixit"
em que se escondem os que se julgam proprietários, administradores ou
portadores do saber.

Bem dito herbert Marcuse: A tensão entre aparencia e realidade, entre fato e
agente que o provoca, entre substância e atributo tende a desaparecer. Os
conceitos de autnomia, descobrimento, demonstração e crítica são
transformados
em designação, asserção e imitação. Elementos mágicos, autoritários e
rituais
cobrem o idioma. A linguagem é despojada das mediações que constituem as
etapas do processo de conhecimento e avaliação cognoscitiva.

ujm parentese: alguém´patenteou o termo livre? sei lá, acho que não é a
primeira
vez que me passa a sensação de mente proprietária prá cima do uso do termo
livre.
fecha parentese.

outro parentese: quer dizer que ainda vivemos em função dos manueis? fecha
parentese

beso
eulele


Em 08/04/08, Thiago Novaes <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
>
> as novas práticas de compartilhamento e reflexão sobre a passagem do
> analógico pro digital
> se encontram muito mais desenvolvidas e aprofundadas entre os chamados
> ativistas que
> qualquer organização do terceiro setor ou da academia (sem falar nos
> precários pensadores de gov).
> e isso se deve particularmente à nova estrutura descentralizada de acesso
> e produção de informação,
> que permite um verdadeiro diálogo, comunicação, entre os emissores.
>
> parte da dificuldade das "putas velhas" está em reconhecer o modelo falido
> que defenderam
> (e continuam defendendo) que se pretende contra-hegemônico (plataforma
> única para a comunicação).
> não surpreende que vejam nos blogs uma oportunidade de broadcasting, longe
> que ainda estão
> da compreensão do hipertexto, das listas abertas de discussão, do
> aprendizado metarec,
> rádio livre, tv livre, estúdio livre... mas descobriram algo recente e
> importante: que um espectro
> ronda a mesmisse da comunicação pública (subvertida nos interesses
> comerciais) e domesticada
> no campo dos especialistas: a mídia livre! (que há muito já se libertou
> desses...)
>
> quanto ao aprendizado, esse acontece justamente no diálogo (presencial e
> virtual), onde os títulos
> e dirigentes estão expostos ao contraponto democrático sem intermediários,
> sem filtros (vide a
> estrutura de oficinas/encontros tutoriais/listas). de fato, há  muitas
> diferenças a serem percebidas
> (para além da mentalidade de 15, 25 ou 50...), quando vivemos mesmo uma
> tentativa de ruptura que
> enfrenta o legado de uma democratização recente, o controle militar de uma
> elite abastada e a
> ignorância de um povo faminto. humildemente, não acho que se trate de um
> problema de definição,
> mas de atenção à dimensão do presente e do potencial devir das mídias
> livres.
>
> abs
>
> Em 08/04/08, eiabel lelex <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
> >
> >  pois eu li num blog um relato de alguém que foi e não gostou, hehehe.
> > mas o que me chamou atenção é que a iniciativa parte de quem já tem
> > estrada
> > no campo da comunicação, como diriam por aqui: putas velhas,  e que, na
> > real,
> > estão mesmo é estonetados com a velocidade que os meios promovem no
> > trafego
> > da informação.
> >
> > o que mais me encantou foi o prof. Belluzzo que, humildemente, reconhece
> > que
> > gostaria de aprender... coisa que é quase que impossível com uma galera
> > de
> > outra faixa etária, por conta do faça voce mesmo, ninguém ensina muito o
> > que
> > sabe prá outros... isso se torna uma dificuldade prá quem tem (como
> > disse-me lixeira)
> > uma lógica de mais de 25 anos contruida na mente...
> >
> > claro que as pintas se movem de acordo com o mercado, e é claro que isso
> > que
> > faz muita gente aqui se movimentar, se mobilizar, tbém. mas, bem vindas
> > sejam
> > as iniciativas que nos levam a crescer, jamis engessar, inviabilizar.
> >
> > beso
> >
> >
> >
> >
> > Em 08/04/08, bruno tarin <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
> > >
> > > bom eu não fui mas conheço gente q foi não gostou do q viu...
> > >
> > > 2008/4/7 eiabel lelex <[EMAIL PROTECTED]>:
> > >
> > > > buenas, sem tirar mérito da preocupação, pois esta é a primeira
> > > > dificuldade: se manejamos uma expressão ambigüa, de significado muito
> > > > variado, não é fácil saber a que fenômeno específico nos estamos 
> > > > referindo
> > > > quando falamos, genericamente, de comunicação alternativa, mídia 
> > > > livre...
> > > >
> > > > prá entender e pensar ...
> > > >
> > > >   Publicado em: 05/03/2008 15:49
> > > >  Encontro reunirá importantes jornalistas e intelectuais para
> > > > discussão da mídia
> > > >
> > > > Por Marina Dias/Redação Portal IMPRENSA
> > > >
> > > > Jornalistas como Mino Carta, Luís Nassif e Sérgio de Souza estarão
> > > > reunidos no próximo sábado (8), juntamente com sociólogos, economistas e
> > > > intelectuais, em um encontro no hotel Maksoud Plaza, na zona sul de São
> > > > Paulo.
> > > >
> > > > Com o objetivo de discutir a mídia global, aproximadamente cinqüenta
> > > > e seis nomes estão convidados para o encontro, que pretende articular 
> > > > uma
> > > > plataforma única para a comunicação, inclusive jornalística, do País.
> > > >
> > > > Além dos jornalistas e daqueles profissionais que também se dedicam
> > > > aos blogs, nova tendência da web, estarão presentes Emir Sader, 
> > > > sociólogo,
> > > > Luiz Gonzaga Beluzzo, economista, o ex-deputado Plínio de Arruda 
> > > > Sampaio,
> > > > entre outros.
> > > >
> > > > Procurado pelo Portal IMPRENSA, Beluzzo declarou que a discussão
> > > > proposta para o encontro é relevante. "Não é que a blogosfera seja a 
> > > > nossa
> > > > nova ágora (praça de discussão dos gregos), mas é importante discuti-la.
> > > > Além disso, falar sobre as novas formas de comunicação e a convivência 
> > > > da
> > > > grande imprensa com essas tendências é muito importante, inclusive para 
> > > > a
> > > > democracia".
> > > >
> > > > No entanto, o economista confessa que, cada vez mais, está
> > > > abandonando a imprensa escrita. "Acesso sites e blogs. Existem uns
> > > > fenomenais", delcara. "Mas vou para o encontro apenas para escutar, e 
> > > > não
> > > > para falar", finaliza.
> > > >
> > > > Sérgio de Souza, editor da *Caros Amigos*, afirmou que só falará
> > > > sobre o assunto após a realização do encontro.
> > > >
> > > > ...
> > > > besos
> > > > elele
> > > >
> > > >
> > > >
> > > > Em 07/04/08, Fabianne Balvedi <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
> > > >
> > > > > achei muito parcial este manifesto.
> > > > > mídia é muito mais do que os caras
> > > > > contextualizam neste texto.
> > > > >
> > > > > Rio de Janeiro na escuta?
> > > > >
> > > > > acho importante participarmos desse fórum.
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > > 2008/4/7 eiabel lelex <[EMAIL PROTECTED]>:
> > > > > > do Blog do Rovai
> > > > > >
> > > > > > Leia o Manifesto da Mídia Livre
> > > > > > (07/04/2008 17:09)
> > > > > >
> > > > > >
> > > > > > Publico a seguir o Manifesto da Mídia Livre. Ele foi elaborado a
> > > > > partir de
> > > > > > inúmeras conversas entre alguns dos 42 presentes no encontro
> > > > > realizado no
> > > > > > Hotel Maksoud Plaza em 8 de março último. A novidade é que ele
> > > > > convoca um
> > > > > > grande Fórum da Mídia Livre para os dias 16 e 17 de maio, a ser
> > > > > realizado na
> > > > > > Universidade Federal do Rio de Janeiro. Daqui a alguns dias este
> > > > > site estará
> > > > > > divulgando o evento com mais detalhes. Mas é muito importante
> > > > > que este
> > > > > > manifesto circule para que comece suas idéias, propostas,
> > > > > preocupações etc.
> > > > > > passem a ser debatidas. E em breve também divulgaremos um site
> > > > > para que o
> > > > > > manifesto receba assinaturas dos que o apóiam.
> > > > > >
> > > > > >
> > > > > > Manifesto da Mídia Livre
> > > > > >
> > > > > > O setor da comunicação no Brasil não reflete os avanços que ao
> > > > > longo dos
> > > > > > últimos trinta anos a sociedade brasileira garantiu em outras
> > > > > áreas. Isso
> > > > > > impede que o país cresça democraticamente e se torne socialmente
> > > > > mais justo.
> > > > > >
> > > > > > A democracia brasileira precisa de maior diversidade informativa
> > > > > e de amplo
> > > > > > direito à comunicação. Para que isso se torne realidade, é
> > > > > necessário
> > > > > > modificar a lógica que impera no setor e que privilegia os
> > > > > interesses dos
> > > > > > grandes grupos econômicos.
> > > > > >
> > > > > > Não se pode mais aceitar que os movimentos sociais que
> > > > > conquistaram muitos
> > > > > > dos nossos avanços democráticos sejam sistematicamente
> > > > > criminalizados, sem
> > > > > > condições de defesa, pela quase totalidade dos grupos midiáticos
> > > > > comerciais.
> > > > > > E que não tenham condições de informar suas posições com as
> > > > > mesmas
> > > > > > possibilidades e com o mesmo alcance à disposição dos que os
> > > > > condenam.
> > > > > >
> > > > > > Um Estado democrático precisa assegurar que os mais distintos
> > > > > pontos de
> > > > > > vista tenham expressão pública. E isso não ocorre no Brasil.
> > > > > >
> > > > > > Também precisa criar um amplo e diversificado sistema público de
> > > > > > comunicação, no sentido de produzido pelo público, para o
> > > > > público, com o
> > > > > > público. Tal sistema deve oferecer à sociedade notícias e
> > > > > programação
> > > > > > cultural para além da lógica do mercado.
> > > > > >
> > > > > > Por fim, um Estado democrático precisa defender a verdadeira
> > > > > liberdade de
> > > > > > imprensa e de acesso à informação, em toda sua dimensão política
> > > > > e publica.
> > > > > > E ela só se dá quando cidadãos e grupos sociais podem ter
> > > > > condições de
> > > > > > expressar idéias e pensamentos de forma livre, e de alcançar de
> > > > > modo
> > > > > > equânime toda a variedade de pontos de vista que compõe o
> > > > > universo
> > > > > > ideológico de uma sociedade.
> > > > > >
> > > > > > Para que essa luta democrática se fortaleça, os que assinam este
> > > > > manifesto
> > > > > > convidam a todos que defendem a liberdade no acesso e na
> > > > > construção da
> > > > > > informação a participarem do 1º Fórum da Mídia Livre, que se
> > > > > realizará na
> > > > > > Universidade Federal do Rio de Janeiro, nos dias 16 e 17 de maio
> > > > > de 2008.
> > > > > >
> > > > > > Os que assinam esse manifesto apresentam a seguir algumas
> > > > > propostas,
> > > > > > preocupações e idéias, que, entre outras, serão debatidas no
> > > > > Fórum de Mídia
> > > > > > Livre.
> > > > > >
> > > > > >
> > > > > >
> > > > > > Nos declaramos a favor de que:
> > > > > >
> > > > > > - O Estado atue no sentido de garantir a mais ampla diversidade
> > > > > de veículos
> > > > > > informativos, da total liberdade de acesso à informação e do
> > > > > respeito aos
> > > > > > princípios da ética no jornalismo e na mídia em geral;
> > > > > >
> > > > > > - Realize-se com a maior urgência a Conferência Nacional de
> > > > > Comunicação que
> > > > > > discutirá, entre outras coisas, um novo marco regulatório para o
> > > > > setor, com
> > > > > > o objetivo de limitar a concentração do mercado e a formação de
> > > > > oligopólios;
> > > > > >
> > > > > > - A inclusão digital seja tratada com a prioridade que merece e
> > > > > que o
> > > > > > investimento nela possibilite o acesso a canais em banda larga a
> > > > > toda a
> > > > > > população, para que isso favoreça redes comunitárias (WiFi) e
> > > > > faixas em
> > > > > > espectro livre;
> > > > > >
> > > > > > - As verbas de publicidade e propaganda sejam distribuídas
> > > > > levando em
> > > > > > consideração toda a ampla gama de veículos de informação e a
> > > > > diversidade de
> > > > > > sua natureza; que os critérios de distribuição sejam mais
> > > > > amplos, públicos e
> > > > > > justos, para além da lógica do mercado; e que ao mesmo tempo o
> > > > > poder público
> > > > > > garanta espaços para os veículos da mídia livre nas TVs e nas
> > > > > rádios
> > > > > > públicas, nas suas sinopses e meios
> > > > > >
> > > > > > semelhantes;
> > > > > >
> > > > > > - O Estado brasileiro atue no sentido de apoiar as iniciativas
> > > > > das rádios
> > > > > >
> > > > > > comunitárias e não o contrário, como vem acontecendo nos últimos
> > > > > anos;
> > > > > >
> > > > > > - O Estado brasileiro considere a possibilidade de a Empresa
> > > > > Brasileira de
> > > > > > Correios e Telégrafos atue na área de distribuição de
> > > > > periódicos, criando
> > > > > > uma nova alternativa nesse setor;
> > > > > >
> > > > > > - O Cade intervenha no atual processo de concentração de
> > > > > distribuição de
> > > > > > periódicos impressos, evitando a formação de um oligopólio que
> > > > > possa atingir
> > > > > > a liberdade de informação;
> > > > > >
> > > > > > - A Universidade dê sua contribuição para a democracia nas
> > > > > comunicações, em
> > > > > > seus cursos de graduação e pós-graduação em Comunicação Social,
> > > > > formando
> > > > > > profissionais críticos que possam contribuir para a produção e
> > > > > distribuição
> > > > > > de informação cidadã;
> > > > > >
> > > > > > - A revisão do processo de renovação de concessões públicas de
> > > > > rádio e TVs,
> > > > > > já que nos moldes atuais ele não passa por nenhum controle
> > > > > democrático, o
> > > > > > que possibilita pressões e negociações distantes dos idéias
> > > > > republicanos,
> > > > > > levando à formação de verdadeiras capitanias hereditárias na
> > > > > área;
> > > > > >
> > > > > > - A sistematização e divulgação de demonstrativos dos gastos com
> > > > > publicidade
> > > > > > realizados pelo Judiciário, pelo Legislativo e pelo Executivo,
> > > > > nas
> > > > > > diferentes esferas de governo;
> > > > > >
> > > > > > - A definição de linhas de financiamento para o aporte
> > > > > tecnológico e também
> > > > > > para a constituição de empreendimentos da mídia livre e sem fins
> > > > > lucrativos
> > > > > > com critérios diferentes do que as concedidas à mídia
> > > > > corporativa e
> > > > > > comercial; e que isso seja realizado com ampla transparência do
> > > > > montante de
> > > > > > recursos, juros e critérios para a obtenção de recursos;
> > > > > >
> > > > > > - Que há condições para que o movimento social democrático
> > > > > brasileiro e
> > > > > > também os veículos da mídia livre mobilizem recursos e esforços
> > > > > para
> > > > > > constituir um portal na internet, um portal capaz de abrigar a
> > > > > diversidade
> > > > > > das expressões da cidadania e de garantir a máxima visibilidade
> > > > > às
> > > > > > iniciativas já existentes no ciberespaço.
> > > > > > http://www.revistaforum.com.br/sitefinal/default.asp
> > > > > >
> > > > > > --
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> > > > > quando a diferença nos inferioriza,
> > > > > temos o direito a ser diferentes
> > > > > quando a igualdade nos descaracteriza."
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