Pelo que sei, o combustível sólido tem a vantagem de poder ser disparado em
segundos, sem grande preparação e pode ser armazenado por muito tempo. Ele
foi usado pela primeira vez nos mísseis Polaris, acho. O míssil Minuteman,
outro que usa combustível sólido, tem esse nome porque pode ser dispardo
rapidamente, como o nome diz.

Fiusa
______


>Uma dúvida. Se para lançamento comercial o melhor é usar combustível
>líquido, para mísseis balístico, qual é o melhor sistema? Qual deles tem
>a melhor condição de manutenção a longo prazo se for este o requisito
>importante de um míssil balístico que deve ficar armazenado por grandes
>períodos?
>O VLS talvez seja uma forma de adquirir tecnologia de mísseis balísticos
>sem chamar atenção.
>
>Um exemplo das voltas que um programa de míssil pode dar é a propulsão
>ramjet.
>Os EUA usaram um míssil ar-ar de longo alcance com sistema ramjet na
>guerra do Golfo de 1991, mas não divulgaram pois não queriam a
>proliferação da tecnologia. Os acertos foram computados para outros
>mísseis conhecidos. O míssil também não era necessário ao F-22 pois
>tiraria sua furtividade se tivesse que irradiar com um radar potente
>para aduirir alvos a longa distância. O substituto do Phoenix usaria a
>mesma tecnologia e foi cancelado pelo mesmo motivo.
>O míssil era bem rústico e a propulsão ramjet também melhoraria em muito
>a manobrabilidade.
>
>Outra tecnologia que eu acho que os EUA não gostariam de ver
>proliferando é o de mísseis guiados por fibra ótica. Os mísseis
>anti-tanque convencionais atuais não são ameaça séria aos seus tanques
>pois as plataformas de lançamentos talvez nem consigam sobreviver e
>chegar próximas para disparo. Um helicóptero anti-tanque ou um carro
>blindado não seriam ameaças pois muito provavelmente haveria
>superioridade aérea e os He e veículos seriam destruídos e estariam em
>pequeno número. Porém, um míssil de pequeno RCS, disparado fora da linha
>de visada, que ataca por cima e que é disparado até a dezenas de
>kilômetros e em quantidade relativamente grande devido ao preço é uma
>ameaça que teriam muita dificuldade em contrapor. Eles não gostariam de
>dar o exemplo. Uma tecnologia ou míssil de um pais de 3o mundo só
>chamaria atenção depois de ser usada com êxito.
>
>O que gostaria de dizer é que existem outras variáveis além dos fatores
>econômicos. Muitos outros que não teriamos acesso.
>
>Fábio Morais Castro
>
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