Ol� pessoal! 

Estava pensando um dia desses e perceb� que os n�meros dependem 
exclusivamente de nossas cabe�as, e n�o de si memos. Da�, atrav�s uma 
simples id�ia, desvendei um problema que n�o h� resposta : o dos n�meros 
primos. Devo frizar que eu desvendei, por�m n�o resolvi. 
O que eu desvendei foi que h� irregularidades na sequ�ncia deles que impedem 
os grandes matem�ticos de formularem uma equa��o gen�rica para tais n�meros. 
E n�o � � toa! Uma coisa de nossa imagina��o e com tamanha irregularidade 
n�o se encaixa em nosso mundo real e sim�trico, onde basta a equival�ncia de 
um lado ao outro com o sinal de igual. 
Pode ser que algum dia se descubra uma equa��o que de fato determine ou 
mesmo rastreie um primo dentre bilh�es de n�meros. Mas antes, j� que estamos 
um pouco distantes desta descoberta, podemos tentar isso com todas as 
ferramentas que possu�mos: o computador, por exemplo. Para tanto, vejamos o 
que me veio � cabe�a e que pode avan�ar um pouco em nossos estudos sobre o 
assunto. 

Seja a tabela a seguir uma rela��o num�rica que pode ser plotada em um plano 
cartesiano e as letras L representando as LINHAS e C, as COLUNAS. 
Para maior n�vel de detalhamento � recomend�vel que se utilize papel 
milimetrado, como o que eu usei para desenvolver isto. 
Os n�meros abaixo dos algarismos 2,4,5,6 e 8 n�o s�o primos em qualquer 
hip�tese, por isso n�o aparecem. J� sob os demais algarismos da primeira 
linha h� a possibilidade de ocorr�ncia de n�meors primos. 
1) Considerando a tabela um plano cartesiano, onde a origem do eixo das 
ordenadas se inicia a partir do canto superior esquerdo, podemos notar 
coeficientes angulares espec�ficos para cada primo que se encontra 
relacionando-os aos seus m�ltiplos. 
Dessa forma, os n�meros que n�o foram tra�ados s�o primos, pois n�o s�o 
m�ltiplos de outro primo. Para que isso ocorra, cada reta determinada por 
seu primo deve ser repetida N linhas depois, sendo N um n�mero primo. 
2) Veja tamb�m que a soma dos algarismos de cada n�mero cresce em P.A. se 
esses n�meros pertencerem a uma reta . A raz�o da P.A. varia de acordo com o 
coeficiente angular de cada reta. 
Ex .1.: L 8 com coef. angular = -1/2  (M�ltiplos de 3) 
C1, Soma=9. C3, Soma=12. C7, Soma=18. C9, Soma=21.     >>> raz�o=3 
Ex .2.: L16 com coef. angular = 3/2 (M�ltiplos de 7) 
C1, Soma=17. C3, Soma=16. C7, Soma=14. C9, Soma=13.   >>> raz�o= -1 


Sendo: 
IP=conjunto dos n�meros Primos 
IN=conjunto dos n�meros Naturais 
IM=conjunto dos n�meros m�ltiplos de 2 e 5. 
IL=conjunto dos n�meros que pertencem a pelo menos uma reta originada de 
outro primo de menor valor. 

                                             Ent�o:       IP=IN-IM-IL   
(m�todo por exclus�o) 

Como se nota, � necess�rio tra�ar todas as retas poss�veis para que se possa 
iniciar a visualiza��o dos n�meros primos. 
Para cada primo encontra-se um ou mais coeficientes angulares que o 
relacione aos seus m�ltiplos (IM={3}: m=1/2, m�=-1... ; IM={7}: m=2, 
m�=-3/2...). 
Da mesma forma, cada um deles possui uma reta ou mais, bem como os demais 
n�meros (que n�o nos interessam), variando com seu coeficiente angular. 
Sendo y uma representa��o do eixo que determina as linhas e x uma 
representa��o do eixo que determina as colunas, temos y=f(x), sendo que o 
dom�nio que nos importa � o que cont�m os n�meros 1,3,7 e 9 (o n�mero nove 
aparece no dom�nio mesmo n�o sendo primo, j� que a unidade 9 origina outros 
primos, como o 19, 29, 59, 79, 89...) 
Um exemplo de reta originada de um primo � a seguinte:IL={3}:y=x/2+1/2+3n, 
n�ℤ/n≥-2. 
Qualquer n�mero pode ser formado pela soma: N=10y+x. 
Sendo ele primo ou n�o, de acordo com a tabela gr�fica, pode-se afirmar que 
assume diversas rela��es com os demais n�meros que o circunda, rela��es 
estas ainda n�o aprofundadas e de prov�vel import�ncia na an�lise dos primos 
aqui discutida. 
Obviamente, a praticidade desta an�lise � m�nima mesmo para n�meros de 
pequena ordem como  estes da tabela. Ainda menor � a praticidade para 
n�meros com 10 ou 20 d�gitos. 
Por�m, com um programa de computador, todo o racioc�nio se torna v�lido pois 
basta dizer � m�quina o limite de sua busca que ela lhe dir� o �ltimo primo 
da tabela. 
Gostaria de opni�es do pessoal da lista sobre este sistema desenvolvido, 
citando modelos mais simples j� existentes de busca por n�meros primos. 

0       1       2       3       4       5       6       7       8       9 
(1)     11      -       13      -       -       -       17      -       19 
(2)     21      -       23      -       -       -       27      -       29 
(3)     31      -       33      -       -       -       37      -       39 
(4)     41      -       43      -       -       -       47      -       49 
(5)     51      -       53      -       -       -       57      -       59 
(6)     61      -       63      -       -       -       67      -       69 
(7)     71      -       73      -       -       -       77      -       79 
(8)     81      -       83      -       -       -       87      -       89 
(9)     91      -       93      -       -       -       97      -       99 
(10)    101     -       103     -       -       -       107     -       109 
(11)    111     -       113     -       -       -       117     -       119 
(12)    121     -       123     -       -       -       127     -       129 
(13)    131     -       133     -       -       -       137     -       * 
(14)    141     -       143     -       -       -       147     -       * 
(15)    151     -       153     -       -       -       157     -       * 
(16)    161     -       163     -       -       -       167     -       * 
*       *       -       *       -       -       -       *       -       * 
*       *       -       *       -       -       -       *       -       * 
*       *       -       *       -       -       -       *       -       * 
(onde h� o s�mbolo * est� representado um n�mero qualquer que continua a 
sequ�ncia) 

Um abra�o!!! 

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