From: "Paulo Santa Rita" <[EMAIL PROTECTED]> > Mas e isso justamente o que estamos pressupondo que acontece e que queremos > mostrar que conduz a uma contradicao, respeitadas as condicoes do problema. > Entao, vamos admitir isso e trabalhar com as propriedadeS de Y=RAIZ_N(X). > Essa foi a proposta de trabalho. > > Eu vou pensar um pouco mais sobre a questao e depois escrevo. > > Um abracao > Paulo Santa Rita > 5,1156,230502
Caro amigo Paulo, eu nao acordo todas as manh�s, torcendo o meu bigode, e maquinando para tentar destruir as tuas demonstra��es. Eu apenas tinha achado, precipitadamente, que voce tinha achado que ja tinha apresentado uma solu��o completa para a quest�o. Erro meu. Voc� estava apresentando uma id�ia que poderia levar a uma solu��o. Mas sei que voc� deve entender perfeitamente o meu mal entendido. Um abra�o! Eduardo Casagrande Stabel. Porto Alegre, RS. PS. eu n�o possuo bigode. PS2. acho que essa mensagem bate o recorde de Re's concecutivos da lista :) S� para n�o ficar completamente sem matem�tica, vai a� uma quest�o: como funciona a intui��o matem�tica? Por que a mente de muitas pessoas conseguem enunciar conjecturas complicadas sem saber demonstr�-las? De onde vem essa matem�tica fantasma? ========================================================================= Instru��es para entrar na lista, sair da lista e usar a lista em http://www.mat.puc-rio.br/~nicolau/olimp/obm-l.html O administrador desta lista � <[EMAIL PROTECTED]> =========================================================================

