Sim, tudo o que você disse estava claro. Mesmo o raciocínio essencial daquela 
demonstração
está clara. É bem verdade, comecei o problema muito da metade - muita coisa já está
garantida no problema em que estávamos estudando, inclusive continuidade e 
monotonicidade.
O que estava me violentando era a notação.

Até hoje, no meu planeta, a notação df/dx tinha sido introduzida por Leibnitz, que 
estava
tentando raciocinar com estas coisas não muito bem definidas chamadas "infinitesimais".
Mais tarde, Cauchy teria introduzido os limites, que permitem que uma derivada seja  o
limite de (delta f / delta x) quando delta x tende a zero, o que concilia a idéia
grosseira de infinitesimais com algo que eu sei calcular. E claro, então, por 
definição,
df(x,y,...)  e dx, isolados, não são nada; (df/dx) é uma notação tradicional, e não uma
divisão.

Quer dizer, até certo ponto, dá pra abusar da notação e chegar a resultados válidos. g 
=
df/dx, logo gdx = df e f = S gdx. Mas e daí? O que são esses dy, dx e df pulando soltos
por aí?

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Instruções para entrar na lista, sair da lista e usar a lista em
http://www.mat.puc-rio.br/~nicolau/olimp/obm-l.html
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