Sou professor de matem�tica em Bel�m do Par�, voltado principalmente para concursos militares. Al�m disso, sou obviamente novo na lista, embora j� a conhe�a e acesse seus arquivos h� muitos anos (pregui�a de inscrever-me).
No ano retrasado adquiri a Cole��o do Professor de Matem�tica, a qual � principal respons�vel por profundas mudan�as tanto em minhas aulas, quanto em meus pontos de vista sobre educa��o. Minha opini�o � que tal Cole��o � a melhor refer�ncia em l�ngua portuguesa para professores do Ensino M�dio , e procuro dissemin�-la entre v�rios colegas de profiss�o (eventualmente, at� mesmo para alunos mais interessados e amantes da educa��o, n�o necessariamente matem�tica).
Entretanto, apesar de ajudar-me muito em corre��es conceituais e melhoria no ensino de diversos t�picos, pretendo deixar uma observa��o relativamente � postura adotada pelos autores, principalmente dos volumes A Matem�tica no Ensino M�dio, alguns dos quais, participantes desta lista. Resumindo, concordo com grande maioria daquilo que chamo "o que o aluno deve saber e como estimul�-lo a aprender e p�r em pr�tica", noutros termos, com a metodologia e o conte�do propriamente ditos. No entanto, h� de levar-se em conta que algumas institui��es possuem vestibulares (sem d�vida importantes e necess�rias peocupa��es do educador, ou antes, do profissional professor) que ainda mant�m uma vis�o tradicionalista de v�rios aspectos do ensino de Matem�tica. S� para citar alguns exemplos, considere-se a 2� etapa do processo seletivo seriado da UFPA deste ano. Numa das quest�es, de combinat�ria, era imprescind�vel que o aluno soubesse a defini��o de arranjos simples, uma vez que alternativa correta era A (300,3), isto �, n�mero de arranjos simples de 300 elementos, tomados tr�s a tr�s. No segundo volume de A Matem�tica no Ensino M�dio, ocorre um total descaso (justificado) com a defini��o de arranjos. Gostaria, nesta primeira aproxima��o da opini�o de professores em rela��o a situa��es como a apresentada. Al�m disso, tenho d�vidas relativas a alguns t�picos sobre os quais, infelizmente, n�o s�o tratados a fundo na Cole��o, devido ao pr�prio n�vel de dificuldade, mas que ainda s�o freq�entes, principalmente, em concursos militares, como o ITA e o IME, como determinadas propriedades de fun��es peri�dicas, por exemplo . Por�m, como esta mensagem j� est� demasiada grande, postarei tais d�vidas em mensagens subseq�entes.
Obrigado.
M�rcio Pinheiro.
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