Ok! Diogo. Quanto ao avançadíssimo artigo, me parece que li no livro de microeconomia - McConnell & Brue, mas prometo averiguar, pois no momento me foge à imaginação, falhas genéticas, alheio ao meu intento. Agora, quanto à conceituada revista, é apenas fruto da minha imaginação para prender a atenção dos nobres colegas devido o assunto, digamos "off". Vale salientar que a adesão de mais um economista à lista, é louvável quanto à "média intelectual". Gostaria de brindar com o "colega de beca" alguns tópicos já discutidos na lista sob os títulos "Pensando como um economista", "Um paradoxo econômico", etc...,

Considere uma cidade em que, inicialmente, só tenha sido permitida a operação de um posto de gasolina. A cidade decidiu, então, afrouxar as restrições à abertura de novos postos, o que fez surgir, para algumas pesoas desempregadas, a esperança de criação de novos postos de trabalho. O único posto da cidade vendia cerca de 20000 galões de gasolina por hora, enquanto um posto de gasolina típico atinge a porção horizontal de sua curva de custo médio a partir de 5000 galões por hora. Assim a expectativa era de que fossem ser abertas três vagas de gerente de posto, uma vez que a cidade não tardaria a ter quatro postos em funcionamento. Contudo, serão criados cinco novos postos em vez de três. Como resolver este enigma? Qual a lógica por trás desse resultado?

A propósito, do ponto de vista dos consumidores, o que melhor, uma tarifa ou uma quota?

Espero não ter fugido do perfil da lista, até porque trata-se da matemática no nosso dia-a-dia...


Abraços e Paciência!

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Instruções para entrar na lista, sair da lista e usar a lista em
http://www.mat.puc-rio.br/~nicolau/olimp/obm-l.html
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