Certo e o nosso gosto pelo saber! Racionalização tbm é um saber! Obs.: o gosto pelo saber, normalmente, só fica com os matemáticos os que querem alguma coisa parecida com ITA e etc... o resto, normalmente, não sabe o que é isso (CLARO QUE ISSO É UM RESULTADO COMPLETAMENTE EMPÍRICO)
Em 20/02/08, Julio Cesar Conegundes da Silva<[EMAIL PROTECTED]> escreveu: > Vestibular, vestibular, vestibular... engenharia, engenharia, engenharia... > trabalho de arquitetura... o que fizeram com o nosso gosto pelo saber? > > > On 2/20/08, flnlucatelli . <[EMAIL PROTECTED]> wrote: > > Acho importante! > > e DESPREZO isso de que é "formação tecnólogica" ou "treinar calculadoras"! > > Trabalhar com questões mais complicadas de racionalização de > > denominadores faz com que o aluno fique mais familiarizado com o > > assunto... e tais exercícios não tem lá muitos cálculos não!!! É > > necessário efetuar mais cálculos para demonstrar a fórmula do > > desarranjo do que parafazer esses exercícios! > > O aluno precisa dominar bastante esse assunto: vc gostaria de ver seu > > aluno parando diante de um trabalho de arquitetura ou engenharia para > > ver se dois números (um racionalizado e outro não) são iguais, no pc? > > Na época que eu era estudante, mudei de colégio várias vezes... um > > professor havia trabalhado bastante, na turma, com racionalização > > (pois era preparatório para concursos militares)... e cheguei no outro > > e o professor da turma havia trabalhado com eles só casos triviais: > > era muito trite como os alunos sofriam em assuntos posteriores (como > > geometria plana) por causa de racionalização de denominadores! Ex.: Eu > > era monitor da turma, em matemática. Uma vez, um aluno excelente (que, > > aliás, competi com ele o cargo de monitoria, na época), assumiu que um > > problema de "geometria plana" tinha duas soluções... pois ele fazia de > > 2 maneiras completamente corretas e, cada maneira, dava um número > > diferente, que, na verdade, não era diferente; mas 1 vinha > > racionalizado e outro não! > > > > Por orgulho, ele não recorreu a mim... e saiu com essa crença > > > > Racionalização de denominadores, fatoração, trigonometria são assuntos > > que vc não pode querer diminuir com medo de exceder nos cálculos; pois > > por mais complexo o nível que vc chegue nesses assuntos, eles vão ser > > sempre triviais e importantíssimos! > > Procure ter receio de exceder em outro assunto: racionalização não; > > pois esse, quanto mais familiarização o aluno tiver, melhor! > > Se vc mostrar só os casos triviais, nem com os casos triviais eles vão > > ficar familiarizados! > > Quer dizer, exceder em racionalização (e assuntos base do tipo) não é > > pecado; porém faltar um pouquinho é mortal para o aluno... > > E faltando esse pouquinho, o aluno vai sempre ter uma dúvida em > > assuntos posteriores (que, talvez, por orgulho ou por timidez, não vai > > tirá-la) e vai virar uma bola de neve: até que ele declara odiar > > matemática ou coisa do tipo (mesmo sendo um bom aluno ou, > > pontencialmente, bom aluno) > > > > ABraço, > > Fernando > > > > Em 20/02/08, vitoriogauss<[EMAIL PROTECTED]> escreveu: > > > > > > > > É verdade. > > > > > > Olha, o que vou fazer é não demorar muito na aula, não gastar muito > tempo > > > com preciosismos...ensino o "suficiente", talvez até com uma ficha extra > > > como curiosidade. > > > > > > Pq eu estava antes deste "lema" colocado aqui, fazer racionalizações > mais > > > complicadas...percebo que isso será prejudicial. Mas quem quiser fazer > > > ITA-IME, EN, ou CN...no futuro vai aproveitar (penso eu). > > > > > > Muito grato pela ajuda > > > > > > > > > > -- > > Julio Cesar Conegundes da Silva ========================================================================= Instruções para entrar na lista, sair da lista e usar a lista em http://www.mat.puc-rio.br/~obmlistas/obm-l.html =========================================================================

