Que tal quebrar uma vareta em 3 pedaços e calcular a probabilidade
CONDICIONAL do pedaço mais longo exceder o mais curto em não mais do que
10%, DADO QUE é possível formar um triângulo com estes pedaços?

Outro problema interessante (talvez até mais do que o original) é explicar
PORQUE estas escolhas levam a respostas diferentes.

Nesta linha, existe o paradoxo de Bertrand. Vide aqui:
http://www.rpm.org.br/cdrpm/34/6.htm

[]s,
Claudio.



On Thu, Sep 26, 2019 at 8:30 PM Ralph Teixeira <[email protected]> wrote:

> Hmmm... Esse enunciado, como estah , nao funciona... O problema eh definir
> o que significa escolher um triangulo "ao acaso". Algumas opcoes:
>
> -- Escolher 3 numeros uniformemente na regiao do R^3 definida por
> 0<x<=y<=z<=x+y, que seriam os lados.
> -- Escolher 3 pontos uniformemente dentro de um circulo de raio R, que
> seriam os vertices. (Se necessario, tome R-> Inf depois.)
> -- Escolher 3 pontos uniformemente dentro de um quadrado de lado R, que
> seriam os vertices. (Se necessario, tome R-> Inf depois.)
> -- Escolher 3 pontos uniformemente numa circunferencia de raio R, que
> seriam os vertices. (Se necessario, tome R-> Inf depois.)
>
> Todas estas opcoes sao razoaveis para interpretar "ao acaso", mas nao
> levam aa mesma resposta... :(
>
> Abraco, Ralph.
>
> On Thu, Sep 26, 2019 at 5:12 PM João Maldonado <
> [email protected]> wrote:
>
>> Eaí galera.
>> Fica um problema legal de probabilidade pra vocês resolverem (e me
>> ajudarem).
>>
>> Um triângulo é dito aproximadamente equilátero quando o maior de seus
>> lados não excede o menor por 10%. Um triângulo é selecionado ao acaso. Qual
>> a chance de ele ser aproximadamente equilátero?
>>
>> Pensei em prosseguir da seguinte forma.
>> Sendo c o maior lado, b o do meio e a o menor. Sendo P1 a probabilidade
>> pedida.
>> Temos que:
>> P1=6*P(a<= b<= c<= mín(1.1a, a+b))= 6*P(a<=b<=c<=1.1a)
>>
>> Aí eu pensei em pegar um cubo de lado 1 e fazer uma integral tripla com
>> esses limites.
>> O problema é que um cubo de lado 1 não é um subespaço amostral
>> equivalente. Pense comigo:
>> Se tivermos um dos lados valendo 0.9  o outro 0.7, o terceiro poderia
>> valer até 1.6, e isso estaria fora do cubo, mesmo os dois primeiros estando
>> dentro. Dessa forma não saberíamos qual seria o "denominador" do nosso P.
>>
>> Alguém consegue me ajudar?
>>
>>
>> --
>> Esta mensagem foi verificada pelo sistema de antivírus e
>> acredita-se estar livre de perigo.
>>
>
> --
> Esta mensagem foi verificada pelo sistema de antivírus e
> acredita-se estar livre de perigo.

-- 
Esta mensagem foi verificada pelo sistema de antiv�rus e
 acredita-se estar livre de perigo.

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