Muito bom mesmo, Abdo!!! Apesar de, pessoalmente, não gostar nem um pouco do "share alike", com exceção para softwares livres, claro. Considero muito impositivo exigir que obras derivadas da sua obra sejam obrigadas a adotar a mesma licença que vc escolheu. A meu ver, é democrático permitir que a escolha da licença seja uma reflexão e não uma imposição.
Nesse sentido, um ponto que me chamou a atenção no texto foi o parágrafo: Além do mais, todas as licenças CC carregam uma cláusula importantíssima, mas pouco conhecida, que proíbe qualquer uso da obra que dê a entender que seus autores aprovam ou endossam. E, como todas as licenças CC no mínimo permitem a circulação gratuita da obra, situações comerciais em geral estão associadas à solução de uma necessidade concreta e inovadora, pois caso contrário a obra estaria chegando sem custo. Acho que nós, mais familiarizados com o tema, precisaríamos pensar em formas de tornar, então, essa clausula "mais conhecida"? Percebo que o maior receio de várias pessoas com quem converso sobre usar o CC é justamente esse, de acreditarem que estariam endossando as derivações a qualquer tempo. Perguntam sempre: "como vou saber o que vão fazer, como vão usar"? E esse raciocínio controlador me lembra muito o "share alike", que acaba trazendo conforto para esse autor receoso. E esse conforto não seria uma forma de controle? Também gostaria de reforçar que o debate sobre licenças livres e/ou uso de Creative Commons ainda é um desafio e tanto, seja pensando em REA, dados abertos etc. Para a grande maioria das pessoas, o assunto é nebuloso e completamente desconhecido. O texto do Abdo, por exemplo, é para uma minoria - nós aqui - que sabemos do que ele está falando. Como podemos contribuir de fato para disseminar essa conversa? beijos Priscila Em 26 de maio de 2013 13:33, Everton Zanella Alvarenga < [email protected]> escreveu: > Caros, > > o Alexandre Abdo publico um texto na revista ARede bastante didático > sobre a importância de especificarmos o tipo de licença Creative Commonsnas > nossas obras, explicando algumas desvantagens do uso de restrições como > a para uso comercial. Vejam: > > http://www.arede.inf.br/edicao-n-91-maio-2013/5621-raitequi > -libertando-a-forca-do-comum > > Também explica porque essas as restrições NãoDeriva (ND) e Não comercial ( > NC) não contribuem para um commons de conhecimento livre, dando exemplos > bem estabelecidos com os softwares livres, a Wikipédia e o movimento de > dados abertos. > > Em tempo, a revista retirou a restrição para uso comercial de seus textos, > requerendo apenas atribuição e compartilhamento pelo mesmo tipo de > licença (CC-by-SA). > > Vale a pena ler! > > Tom > > -- > Everton Zanella Alvarenga (also Tom) > OKFN Brasil - Rede pelo Conhecimento Livre > http://br.okfn.org > > -- > -- > Você recebeu este email pois está inscrito na lista "Recursos Educacionais > Abertos - Brasil". > Para enviar um email para essa lista, envie um email para > [email protected] > Para sair dessa lista, envie um email para > [email protected] > http://groups.google.com/group/rea-lista > --- > Você está recebendo esta mensagem porque se inscreveu no grupo "Recursos > Educacionais Abertos" dos Grupos do Google. > Para cancelar a inscrição neste grupo e parar de receber seus e-mails, > envie um e-mail para [email protected]. > Para obter mais opções, acesse https://groups.google.com/groups/opt_out. > > > -- *Priscila Gonsales* Instituto Educadigital www.educadigital.org.br Tel. (11) 7789-8020 Twitter: @prigon FB: www.facebook.com/priscila.gonsales Skype: priscila.gonsales Twitter - twitter.com/ieducadigital Facebook - https://www.facebook.com/pages/Instituto-Educadigital/186836134700015 Flickr - http://www.flickr.com/photos/ieducadigital Youtube - http://www.youtube.com/user/ieducadigital
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