opa, "vamos por partes": On Wednesday, July 31, 2013 1:35:46 AM UTC-3, Everton Zanella Alvarenga wrote: > > Quero comentar com mais tempo depois sobre algumas ideias que brotaram > aqui, mas para que criar um servidor de lista de e-mails, IRC, XMPP > etc.?! > > Já temos Riseup, que tem suas justificativas > <https://help.riseup.net/pt/pt-quem-somos>. Descobri recentemente o > Autistici, que também tem sua justificativa > <https://www.autistici.org/pt/who/manifesto.html> e possivelmente > outros serviços. > > concordo.
> Me pergunto: PRA QUE?! > > Yaso, como exemplo, o projeto Onde Acontece é um exemplo de um > software que, se ampliado, pode ter utilidade pública mais ampla e com > um impacto em políticas públicas. Sem esquecer que temos milhões e > milhões de dólares que vão para tratar a questão da violência no > Brasil. > Tom, vamos lá. O onde acontece é bem legal. Mas precisa comer muito arroz e feijão pra chegar a impactar em políticas públicas. Precisa ser mais do que um visualizador de dados. Aliás, visualização de dados não muda nada em coisa nenhuma e é uma ferramenta que precisa de inteligência agregada. Sem inteligência, visualização de dados é só uma releitura que desmistifica tabelas. > > Concordo que a maior parte dos aplicativos que surgiram até o momento > não são mil maravilhas, mas há um custo (tempo e servidor), sim, para > manter isso no ar. E qualquer um que teve que manter o mais simples > dos aplicativos, até mesmo um Wordpress da vida, sabe que isso exige > no mínimo tempo e um pouco de dinheiro, principalmente se não quiser > fazer algo nas capenga sem backup, sem atualização, sem renovação de > domínio > Bom, tempo e um pouco de dinheiro são o mínimo que alguém pode doar para "causas". Se a gente quer ser pago por brincar com dados abertos, precisamos de planos de negócios sérios com projeções para sustentabilidade do negócio. > Agora aumente a complexidade do software, como um Queremos Saber (que > usa o Alaveteli), e a quantidade de serviços no servidor (esses dias > mesmo o XMPP do Autistici caiu, os caras devem ser mesmo ruins para > isso ter ocorrido). > O queremos saber é BEM legal. Ideal seria que os setores responsáveis pela transparência criassem, cada um a sua instância, com API's bonitinhas, pra minimamente registrar tudo. Mas a proposta deveria ser como o governo pode construir isso, e não "fazer isso pra ele". > > E deixar servidor na mão de governo tem sempre o risco de quando você > fizer algo que o incomode, ele vai querer tirar isso do ar. Se for algo feito nas coxas, sem institucionalizar a cultura, ele vai poder fazer isso. Em terras onde até licenças são revogadas e conculta publica digital é coisa pra inglês ver, eu entendo seu medo. Mas, acho que essa é a hora de discutir redundância, p2p.. como políticas. Inclusive para a questão dos acervos e ciência aberta. > Com bem > sugeriu o Pedro, um comitê gestor como a CGI é uma ideia melhor. Na > USP tentamos criar um sistema de VPS para qualquer um usar alinhado > com os objetivos do Stoa <http://stoa.usp.br/sobre>. Mas foram poucos, > na época em que estive lá (2006-2009), os que procuraram os > administradores para, de favor, *fazer* algo nessas instâncias > virtuais. E como decidir o que colocar nos VPSs? Vale tudo? Quem teve > que manter um servidor estável que milhares de pessoas dependem (e se > cair vão xingar!) sabe não pode ser amador assim. > Pra isso teria q ser um comitê executor! hehehe Não sei se o CGI tem tal atribuição. Deem uma lida: http://cgi.br/sobre-cg/definicao.htm#atribuicoes Acho q uma rede nesse sentido teria mais respaldo na RNP, via ministerio da tecnologia, setor de inovação. Aí eu topo ate elaborar proposta pra entregar pro galere responsável... yaso > > P. S. E que os servidores fiquem na Islândia, como num desse > <https://www.1984hosting.com/>, hehe. :P >
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