Vou transcrever abaixo minhas notas sobre a resposta de Saboia, desculpe se algo ficar confuso. No geral, há muitos esforços para tornar públicos esses acervos vários. Não senti que essa é a prioridade maior da comissão, entretanto. De qualquer forma, acho o tema bem interessante...
Minhas anotações da resposta do Saboia: A Comissão tem como missão a educação para os direitos humanos: Comissão fará recomendação para órgãos de Estado, para não haver repetição dos erros do passado. A comissão está discutindo recomendações. Tem cobrado do Arquivo Nacional a conclusão do processo de digitalização dos arquivos. O arquivo nacional tem feito recolhimentos de vários acervos, de vários órgãos, do sistema nacional de informações. A CV tem reiterado junto às forças armadas... os arquivos teriam sido destruídos. É um trabalho meticuloso, identificar lacunas, tem sido difícil. Resultados: O ministério da defesa entregou ao A. N. vários documentos (?) do Estado maior das F. Armadas. Pesquisa sobre participação dos militares brasileiros vai poder ser feita com esses documentos. Infelizmente os bancos de dados do A. N. dos acervos da ditadura estão no Rio e Brasilia. apenas, para consulta digital. Outro impacto: Criação de comissões da verdade em estados e municípios. Volta Redonda por ex., vai investigar a morte de trabalhadores na csn. Outras iniciativas: Dops em SP, BNuncaMais. O que a comissão apurar vai para o A. N. Todas as outras comissões na Am. Latina tiveram continuidade. ------------------------- Professor da Unesp: o acervo da associação dos militares opositores ao regime está sendo disponibilizado, e está recebendo também acervos e informações de outros militares. Abraço, Heloisa 2013/8/29 Heloisa Pait <[email protected]> > Olá a todos, > > Está aqui em Marília o André Saboia, da Comissão da Verdade. Estou > perguntando a ele quais os esforços feitos pela comissão não apenas na > investigação de fatos, mas na abertura dos arquivos nacionais na época da > ditadura (na palestra ele só falou dos arquivos americanos, > paradoxalmente). Achei bem interessante o assunto, num próximo email eu > digo o que ele respondeu, mas de qualquer forma fica a pergunta: como andam > nossos arquivos? Afinal, as visões da história são construídas por todos, e > vão sendo revistas; não são patrimônio exclusivo de um grupo, num > determinado momento. > > Heloisa > > >
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