Em 7 de novembro de 2013 04:03, Alexandre Hannud Abdo
<[email protected]> escreveu:

> Brincadeiras à parte, poderíamos até questionar isso aí, mas só se tivermos
> interesse de algum advogado motivado.
>
> Ou, numa agenda positiva, se pegarmos os termos dessa parceria poderíamos
> propôr uma igual oferecendo cópias do Libreoffice ;-)

De fato, será interessante termos acesso aos termos dessa parceria,
pois facilitará inclusive identificar possíveis beneficiados.

Esse caso provavelmente é pequeno perto de outras que conhecemos, como
nos casos de bancos de dados proprietários
<https://groups.google.com/forum/#!searchin/thackday/software$20livre$20everton/thackday/wH9Mcbv2K-M/D6mz6ov2AB4J>,
que numa estimativa rápida pode chegar aos bilhões dos cofres públicos
em poucos anos.

Alguém sabe por onde começarmos a buscar essa informação? Diário oficial?

P. S. meio off-topic: ontem à noite, ao entrar no elevador do prédio
onde moro, me deparo com essa propaganda
<https://www.dropbox.com/s/4zc3tmly6p8sxl4/IMG_20131107_002920.jpg>.
Perguntei ao porteiro que disse que tinha sido o zelador.

Arranquei o cartaz.  Prontamente, hoje pela manhã, a síndica me liga
exaltada dizendo que não posso arrancar os avisos sobre serviços.
Aparentemente incomodei um beneficiado.

Quem está sendo beneficiado que devemos incomodar? E qual o jeito mais
efetivo de incomodar os beneficiados? Um manifesto possivelmente terá
pouco efeito prático.

E Carol, amanhã você estará num debate
<http://workshop.npt.com.br/index.php/palestrantes> onde esse tipo de
prática é comum. Pode ser uma boa oportunidade mencionar isso, mesmo
que indiretamente.

-- 
Everton Zanella Alvarenga (also Tom)
OKF Brasil - Rede pelo Conhecimento Livre
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