Tom, Carol, tod@s, tudo bem? Sem dúvida a Carol é um excelente nome, sem dúvida estaremos e estamos muito bem representad@s, sem dúvida seu trabalho e atuação é diferenciada. E sem dúvida é importante a presença de mulheres nos conselhos, a presença de mulheres faz toda a diferença. Sabemos disso, atuamos para isso.
Obrigada, Carol, pela disponibilidade. Um ótimo trabalho. Heloísa, bem lembrado o nome da Graciela Natansohn, colega lá da UFBA, que conseguiu integrar seus estudos de gênero com a tecnologia no DeBug (http://labdebug.net/) que é parte da pesquisa "Mulheres e tecnologia: teoria e práticas na cultura digital". Gra é argentina, base da psicanálise, teoria crítica. Trabalho diferenciado. A questão que fica é muito em função do "organizar a casa" levantado por Sideral, a Azaléia! Como os processos de participação e representatividade, como os projetos e parcerias são conduzidos? Quais os mecanismos para a participação dos associados? Precisa ser associado para participar? :-) Afeto, Caru. Em 17 de março de 2014 15:57, Everton Zanella Alvarenga <[email protected]>escreveu: > Olá pessoal, > > legal ver tanto apoio para os nomes indicados, a Carol, o Abdo e as > mulheres que surgiram depois, após a boa ideia do Abdo. Como a maioria > apoiou a Carol, vou indicá-la para ser parte do Conselho Consultivo da Open > Knowledge Central. Minha sugestão inicial é que tenhamos esse ciclo e cada > ciclo dure dois anos - isso pode mudar, se vermos que mais tempo é > necessário ou se eventualmente a Carol achar que não está dando conta por > causa do tempo. > > Ainda precisamos alinhar com a Carol de forma mais claro que esperamos, > mas em termos gerais, acredito que pautar os países do sul nesse esforço da > nossa rede global é um dos pontos mais importante. > > Vou escrever hoje no fim do dia para a Laura James e já podemos ir > pensando, junto com a Carol, o que podemos esperar dela e como ela poderá > levar um pouco dos nossos paranauês para a gringolândia, coisa que ela já > faz há muito tempo em diversos outros projetos. > > Sobre ter que estar no Brasil, eu não considero uma condição necessária. > Algumas pessoas, e acho que a Carol, a Dani também, possuem atuação mais > global. Entendo que estar mais próximo do olhar da sociedade brasileira > ajuda em alguns aspectos, mas a Carol ainda tem laços fortes aqui e certo > estou que vai nos ajudar. > > E bem, a Azaleia também está nesse grupo de pessoas com atuação mais > global, claro (talvez até intergaláctico, rs). Mas vamos levar em conta a > questão do genêro, que muitos acharam importante e todos gostaram do nome > da Carol. :) > > Abraços, > > Tom > > > >
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