P. S. Para não dizer que fiquei restrito à crítica destrutiva do modelo
feudal das universidades brasileiras, gostaria de dizer meu obrigado a
professores como a Gisele, a Heloisa, o Rafael, o Jorge, o Greg e tantos
outros mais próximos da academia que estão apoiando de forma fundamental a
Rede pelo Conhecimento Livre.

Quando eu estava chegando na pós-graduação, em 2003 (na época, estudante de
partículas elementares), comecei a me questionar muito sobre a missão da
universidade. Cheguei a me deparar com o livro do Ortega Y Gasset, "A
missão da universidade" <
http://www.amazon.com/Mission-University-Foundations-Higher-Education/dp/1560005602>,
mas não tive tempo de ler na época (eu tinha que aprender a publicar papers
e, na minha limitação, esse livro não ficou entre minhas prioridades).

E vendo o baixo papel da extensão universitária na sociedade atual (já li
que há poucas décadas atrás era diferente, algumas universidades ajudavam a
pautar muita coisa importante), é preocupante que o modelo não retribui de
alguma forma os profissionais que estão indo além do "publish or perish".


Em 13 de junho de 2014 13:38, Everton Zanella Alvarenga <[email protected]>
escreveu:

> Oi Thiago,
>
> eu tinha visto esse artigo quando você passou no outro tópico, valeu!
> Achei até engraçado vê-lo após tantos anos do meus desligando do Stoa por
> conta de uma brincadeira de primeiro de abril e um bolão criticando com bom
> humor as repetidas greves na dita melhor universidade do país.
>
> Espero que algum dia a ideia inicial do Stoa funcione. Não sei como está,
> mas acho pouco provável um projeto dessa natureza funcionar numa
> universidade brasileira, principalmente se ela isolar-se da sociedade e
> ficar trancada no seu castelinho de areia.
>
> Abraços,
>
> Tom
>
>
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