http://noticias.uol.com.br/meio-ambiente/ultimas-noticias/redacao/2014/08/19/rio-piracicaba-tem-poluicao-cinco-vezes-maior-que-a-aceitavel.htm
 
Pode parecer que isso não tem nada a ver com a OK mas eu creio ter tudo a ver.
 
Como o conhecimento livre pode ser útil para a sustentabilidade? Se nos movemos em rede, o que podemos fazer para que o estado daquele rio seja corrigido?
 
1. Alguém notificar. Aonde?
2. Pessoas informadas conhecem pessoas que podem se mobilizar. As atitudes a serem tomadas serão aonde? Presencial é claro, mas os pesquisadores irão se comunicar por e-mail com o risco de restringir o conhecimento a um número limitado de pessoas?
3. Atitudes: quais a serem feitas e medidas cabíveis para aplicar o conhecimento adequado para reverter uma situação ambiental.
 
Poderia ser possível um lugar que a Ciência pudesse trabalhar com o modo bazar e não mais como se fosse algo só de academia catedrática? Existem as plataformas que as pessoas dizem quem são, pblicam artigos, mas não aonde interagem diretamente sobre alguma coisa em questão. O que fazer quando a Academia está catedrática demais ainda? Falta a noção do bazar? E de desenvolver e trabalhar com inúmeras pessoas o bazar?
 
Milhares de cientistas poderiam avançar a investigação sobre o Ebola? Várias experiências de reversões ambientes sobre rios poderiam ser compartilhados para o mundo inteiro "re-aplicar o modelo de ação"? Haveria mais investigação científica com avanços úteis? Empoderaria pessoas, claro. Precisamos de entender o que precisamos para que essas coisas sejam possíveis. Descentralizando web, lógico. Precisaríamos logo, logo.
 
 
Thiago Zoroastro
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