Hoje vi uma matéria sobre Python ser mais preferida que Francês nas escolas e achei engraçado o fato de que há um ano atrás, eu teria que ter clicado na matéria e lido pra entender o que era Python e hoje não, principalmente depois de alguns meses trabalhando na OKBr (fui da comunicação no primeiro trimestre deste ano e hoje sou voluntária).
Lembrei do relato da Cecília esses dias, falando que se sentiu empoderada e com aprendeu, avançou e cresceu na programação. Achei bem massa! Eu não sou como Cecília ainda, não programo, bato cabeça com coisas que muita gente aqui da lista pode achar "nossa, que bobagem" tipo Webscraper e Open Refine (Alô, Escola de Dados!) e lembro o pânico que senti logo que comecei a entrar na organização, como "ouvinte", acompanhando o grupo do Telegram e chegava no privado pro Tom e dizia: "Não consigo acompanhar, meu deus. Tem coisas que eu nem entendo o que estão dizendo!" Aí há um tempo atrás, ele me mandou esse texto, da Lucy Chambers contando como foi a experiência dela entrando na Open Knowledge Internacional. E aproveito pra dividir com a lista, porque 1) pode ter mais gente que se identifica. 2) porque é legal pra entender a perspectiva de quem "não é tech" ao entrar em um movimento "tech". Segue o link: http://techtohuman.com/5_in_5_people/ Perdão o textão, as mensagens aqui costumam ser mais curtas e objetivas, mas fui no embalo do relato. Abraços. ----- Larissa Brainer - Jornalista (81) 98635-4886
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