Se fosse para examinar um assunto específico, eu acho que isenções fiscais seria interessante, pois são bilhões, geram concorrência desleal e elevação de impostos geral. Não conheço a dificuldade da coisa, mas a utilidade seria brutal, inclusive para o setor empresarial não agraciado, que poderia ter interesse em financiar o projeto...
Em 8 de setembro de 2015 16:02, Heloisa Pait <[email protected]> escreveu: > Também acho um projeto difícil, por razões óbvias. Acho que estimula o > caçabruxismo que, na minha opinião, é a antítese da transparência. > > Li um artigo excelente hoje, > http://g1.globo.com/economia/blog/beth-cataldo/post/o-esforco-para-abrir-contas-do-orcamento-publico.html, > que trata da coisa mais geral de publicidade do orçamento. > > Em 8 de setembro de 2015 13:13, Luiz Armesto <[email protected]> > escreveu: > >> Mas como seria feita a conexão? Com quais dados? Pelo que parece a >> maioria que frauda não casa no civil nem registra união estável, só mora >> junto ou casa no religioso, quando casa? >> >> 2015-09-08 13:02 GMT-03:00 Luciano Ramalho <[email protected]>: >> >>> Esse é um grande projeto, eu gostaria de ajudar. >>> >>> No Japão (terra onde os brasileiros acreditam que todo mundo é >>> honesto) o governo descobriu uma outra fraude em escala monumental: >>> pessoas mortas continuavam recebendo aposentadorias. Quando o >>> beneficiário, geralmente um idoso, falecia, as famílias escondiam o >>> corpo para continuar recebendo as pensões. >>> >>> O governo descobriu o golpe quando mandaram um assistente social >>> visitar um homem que seria o japonês mais idoso. O assistente tentou >>> várias vezes e a família sempre dizia que ele não estava ou que não >>> podia atender. Até que o assistente desconfiou e armado de outras >>> evidências circunstanciais conseguiu levar a polícia até a casa, onde >>> encontraram o homem "mumificado" sobre a cama em um quarto fechado. >>> Ele estava lá há muitos anos. Daí o governo começou a procurar casos >>> semelhantes e encontrou dezenas de milhares de outros beneficiários >>> mortos. >>> >>> Mas não podemos esquecer: brasileiro é o povo que não presta. <== >>> ironia, favor não citar fora de contexto ;-) >>> >>> [ ]s >>> Luciano >>> >>> >>> >>> >>> 2015-09-08 12:14 GMT-03:00 Peter Krauss <[email protected]>: >>> > >>> > R$4,35 bilhões por ano (!!) é o valor que a União paga para filhas de >>> > servidores mortos que não se casam (!)... Só que a maioria é de >>> fraudes – >>> > muitas já se casaram, tiveram filhos, mas ainda recebem os benefícios >>> – , e >>> > em nome de uma "visão cultural" meio anacrônica. >>> > >>> > A notícia é de 2013, mas o problema, pelo que ouvi, permanece sem >>> solução: >>> > sabemos como seria simples, ter acesso aos dados, fazer as conexões, >>> > publicar os casos de irregularidade. >>> > >>> > >>> http://epoca.globo.com/vida/noticia/2013/11/filhas-de-servidores-que-ficam-solteiras-para-ter-direito-bpensao-do-estadob.html >>> > >>> > >>> > Tá aí uma sugestão de Projeto OKBr :-) >>> > >>> > >>> > >>> > _______________________________________________ >>> > okfn-br mailing list >>> > [email protected] >>> > https://lists.okfn.org/mailman/listinfo/okfn-br >>> > Unsubscribe: https://lists.okfn.org/mailman/options/okfn-br >>> > >>> >>> >>> >>> -- >>> Luciano Ramalho >>> | Author of Fluent Python (O'Reilly, 2015) >>> | http://shop.oreilly.com/product/0636920032519.do >>> | Professor em: http://python.pro.br >>> | Twitter: @ramalhoorg >>> _______________________________________________ >>> okfn-br mailing list >>> [email protected] >>> https://lists.okfn.org/mailman/listinfo/okfn-br >>> Unsubscribe: https://lists.okfn.org/mailman/options/okfn-br >>> >> >> >> >> -- >> Luiz Armesto >> >> _______________________________________________ >> okfn-br mailing list >> [email protected] >> https://lists.okfn.org/mailman/listinfo/okfn-br >> Unsubscribe: https://lists.okfn.org/mailman/options/okfn-br >> >> >
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