"É preciso acrescentar capacidade de saber navegar entre páginas de texto e discernir as fontes pertinentes e dignas de confiança entre um número de informações aparentemente infinito", afirma estudo que pôs Brasil na frente apenas de Emirados Árabes e Colômbia. Fonte: http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/09/150914_alunos_internet_ocde_df_cc
O relatório tem mais informações do que apenas a esperada inabilidade dos nossos alunos lerem estar no fim do ranking: http://www.oecd-ilibrary.org/education/students-computers-and-learning_9789264239555-en Em algumas tabelas, faltam muitos dados de países da América Latina (Por quê?). O estudo é importante para quem acredita no potencial transformador do ensino na era da informação. Mas só mostra o quão longe ainda estamos. Há 3 semanas, quando fui convidado para um debate sobre inclusão digital em São Paulo < http://br.okfn.org/2015/08/27/universidade-aberta-inclusao-digital-aberta-cidade-aberta-paulista-aberta-e-ciencia-aberta/>, eu disse: *parem de discutir apenas infra-estrutura*! Isso não é prioridade aqui, sendo que não estamos transmitindo conhecimentos básicos: a leitura, a escrita e o *acesso* a recursos educacionais de qualidade. Em tempo, ninguém fez ainda comentários para a melhoria da lei de inclusão digital em São Paulo: http://debateinclusaodigital.com.br/ Ó, prioridades. -- Everton Zanella Alvarenga Open Knowledge Brasil
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