Excelenete relato, Tom. Estamos muito interessados em colaborar com a CGU e 
vocês.
Abraço,
Greg

[Gregory (1)]

From: Luiz Fernando Marrey Moncau_FW On Behalf Of Luiz Fernando Marrey Moncau
Sent: Saturday, September 19, 2015 6:07 PM
To: Thiago Avila <[email protected]>
Cc: Grupo de interesse em conhecimento livre no Brasil, especialmente dados 
abertos // Open Knowledge discussion list for Brazil <[email protected]>; 
Jorge M. <[email protected]>; Robert Gregory Michener <[email protected]>; 
Marina Barros_FW <[email protected]>; Otavio de Castro Neves 
<[email protected]>; Clara Meyer Cabral <[email protected]>; Natália 
Paiva <[email protected]>
Subject: Re: Breve relato da participação da Open Knowledge Brasil no encontro 
da OGP em 18 de setembro

Obrigado pelo relato Tom.

Conte com o CTS/FGV para o que for preciso. Estamos animados para somar 
esforcos nesse trabalho.

Abs...

Moncau

On Saturday, September 19, 2015, Thiago Avila 
<[email protected]<mailto:[email protected]>> wrote:

Bom relato Tom.

Sinto muita falta do maior envolvimento de estados e municípios neste plano de 
ação.

Entretanto,  concordo integralmente com a priorização.

Abs, Thiago
Em 19/09/2015 11:16, "Everton Zanella Alvarenga" 
<[email protected]<javascript:_e(%7B%7D,'cvml','[email protected]');>> escreveu:

Caros,

fiz um breve relato dos pontos que levamos ontem no encontro em Brasília. Cabe 
destacar que estamos desde o ano passado articulando a realização da 
Abrelatam/Condatos desde o ano passado, o que está sendo bem recebido pelo 
governo, principalmente desde o evento 100% Digital, realizado pelo TCU em 
abril de 2016, onde fomos convidados para um painel junto ao Ministério do 
Planejamento. Seria importante contar com o apoio de parceiros importantes, com 
a W3C Brasil, Rede Nossa São Paulo, FGV e USP.



Segue o relato do encontro ontem.

http://br.okfn.org/2015/09/19/open-knowledge-brasil-participa-dos-dialogos-para-governo-aberto/

Na última sexta-feira, 18 de setembro, ocorreu o encontro Diálogos para Governo 
Aberto<http://www.governoaberto.cgu.gov.br/noticias/2015/201cdialogos-de-governo-aberto201d>,
 organizado pela Controladoria Geral da União, onde a Open Knowledge Brasil foi 
uma das cinco organizações da sociedade civil escolhidas para participar com 
seu subsídio para ir para Brasília. O principal objetivo do encontro foi fazer 
uma rodada de conversa sobre o Grupo de Trabalho da sociedade 
civil<http://www.governoaberto.cgu.gov.br/noticias/2015/rodada-de-conversa-para-governo-aberto>
 que participará da construção do 3º Plano de Ação do Brasil para a Parceria 
para Governo Aberto (Open Government Partnership - OGP). A Open Knowledge 
Brasil já fez uma chamada convidando algum colaborador para participar em nome 
da 
organização<https://lists.okfn.org/pipermail/okfn-br/2015-September/007185.html>
 e em breve anunciaremos um nome.[Todos]

A Open Knowledge Brasil, junto a Open Knowledge Internacional, participa dos 
esforços da OGP desde seus 
primórdios<http://br.okfn.org/2012/02/22/encontro-entre-a-sociedade-civil-para-discutir-a-parceria-para-governo-aberto/>.
 No momento atual, acreditamos que a formação desse grupo de trabalho, com um 
cronograma muito melhor preparado, é um indicativo positivo para a construção 
do próximo Plano de Ação do Brasil.

Durante a rodada de conversa, foram levantados os seguintes pontos pela Open 
Knowledge Brasil:

  *   Criação do GT com antecedência é positivo: a criação desse GT envolvendo 
a sociedade civil, já com bastante antecedência, parece algo positivo
[2015-09-18 15.57.33]
Jorge Machado (Colab USP) e Everton Alvarenga (Open Knolwedge Brasil)
e merece elogios. Queremos ver como será na prática para que não ocorra como 
anos anteriores onde a consulta pela sociedade civil do Plano de Ação ocorreu 
muito em cima da hora e muitas solicitações da sociedade civil não foram 
incluídas, como destacou o Jorge Machado (Colab-USP) no início do diálogo.

  *   É fundamental a participação do executivo federal: para que as ações dos 
planos de ação do Brasil na OGP sejam bem sucedidos, é fundamental contar com 
total apoio da Presidência. Mencionamos o diagnóstico de políticas de dados 
abertos<http://br.okfn.org/2014/12/15/parceria-com-open-knowledge-resulta-em-plano-de-acao-para-uma-politica-de-dados-abertos-no-distrito-federal/>
 que fizemos junto ao governo do DF e levantamos nossa constatação que, sem um 
forte apoio do executivo, fica difícil a criação e execução de uma política 
pública para um governo aberto, o que inclui um política de dados abertos e 
acesso à informação, mas não só isso. Acesso à informação e dados abertos é uma 
condição necessária, mas não suficiente, para um governo mais aberto.
  *   Orçamento para um governo aberto: destacamos que é fundamental os 
próprios servidores públicos contarem com o apoio da sociedade civil em relação 
a pressões para um maior orçamento para iniciativas que aumentem a 
transparência do governo. Vale como exercício cívico analisarmos as informações 
já disponíveis dos orçamentos envolvendo boas initiativas governamentais que 
promovam uma maior transparência e participação do cidadão. Argumentamos que, 
com investimentos relativamente baixos comparados aos desvios por causa da 
corrupção, acabaremos economizando dinheiro público, no final das contas.
  *   Envolvimento do Ministério da Educação: Sentimos falta da presença do 
Ministério da Educação (MEC). Assuntos com dados abertos e direito ao acesso à 
informação ainda é de pouco conhecimento da sociedade em geral, até mesmo a 
sociedade civil organizada. É fundamental que tenhamos medidas educativas desde 
cedo para que a população possa usar tudo o que está sendo construído nessa 
nova fase da história do país, que vive seu maior período numa democracia. Isso 
já tinha sido levantado no encontro da OGP de abril de 2012, em Brasília, onde 
diversos países vieram para cá por causa dessa aprceria internacional. Fomos 
informados que o MEC está aberto a sugestões para seu novo plano nacional de 
educação até o final do ano e ficaram de nos enviar o espaço onde podemos 
participar.
  *   Precisamos participar mais de espaços internacionais: a Open Knowledge 
Brasil e Internacional, junto a governos de outros países, como
[Augusto Herrmann, do time de dados abertos do Ministério do Planejamento e 
conselheiro consultivo da Open Knowledge Brasil]
Augusto Herrmann, do time de dados abertos do Ministério do Planejamento e 
conselheiro consultivo da Open Knowledge Brasil
Alemanha, Finlândia e Suíça, têm convidado o governo brasileiro para eventos 
internacional relacionados a dados abertos, transparência e participação. 
Destacamos o quão importante é para o Brasil participar desses espaços de troca 
e aprendizado, principalmente porque o Brasil tem algumas boas iniciativas e é 
importante sairmos na nossa região, inclusive dentro da própria América Latina.

  *   Realização da 
Abrelatam<http://abrelatam.org/>/Condatos<http://condatos.org/> em 2016 no 
Brasil: desde o ano passado, a Open Knowledge Brasil enfatiza  a importância 
desse evento [Abrelatam 2016] regional sobre dados abertos, transparência e 
participação e está articulando que o evento ocorra no país em 2016. Em abril 
desse ano, no evento 100% Digital organizado pelo TCU, reforçamos através do 
diálogo a importância disso, falando com pessoas do próprio TCU, Ministério do 
Planejamento e Ministério da Ciência e Tecnologia. Mais recentemente, 
aproveitando a última visita no contexto da OGP, nos aproximamos da Secretaria 
da Presidência, do Ministério da Cultura e da CGU para submetermos, junto a 
Open Knowledge Brasil, uma proposta para a realização do evento no Brasil. 
Todos os 6 órgãos viram como algo positivo a realização do evento aqui e a Open 
Knowledge Brasil sauda isso. É uma condição necessária o apoio da Presidência 
para que o evento possa ser realizado no país.
  *   Definir prioridades: para o próximo Plano de Ação do Brasil na OGP, será 
fundamental termos claro onde queremos chegar e quais são nossas prioridades. 
Falamos que às vezes queremos incluir e fazer tudo, mas acabamos não fazendo 
nada. Quando isso foi comentado, a própria CGU admitiu que o Brasil possuía 
muitas propostas em comparação a outros países, muito mais que o número 
recomendado. Menos é mais, principalmente se tivermos clareza de nossas metas e 
métricas bem difinidas para medirmos o sucesso de nossas ações.
  *   Atuação da CGU nos presentes casos de corrupção: por solicitação de uma 
conselheira da Open Knowledge Brasil, levamos o questionamento para a CGU o que 
poderia ter sido feito para evitar os atuais casos de corrupção que têm saído 
nas manchetes de jornais do país e do exterior. A CGU disse que vem tomando 
medidas para coibir diversas práticas de corrupção, mencionando alguns exemplos 
onde economizou-se muito dinheiro público, e está aberta para sugestões da 
sociedade civil para casos como o mencionado.

A CGU estava anotando outros pontos levantados pelos diversos participantes, 
mas começamos um documento para 
anotarmos<https://docs.google.com/document/d/1DeyowCfbHG_7cUpQs69ubsUtgCeaUUPdwdcUzUuUlkw/edit#heading=h.lc1y3fw0lbnx>
 todas iniciativas da sociedade civil relacionadas a OGP. Veja aqui fotos do 
encontro<https://www.dropbox.com/sc/ide8jqk8yw0fk7s/AADbdSXMIz9Ut51G05e_B3Yna>. 
Você pode participar da lista de discussões da OGP no Brasil 
aqui<https://groups.google.com/forum/#%21forum/ogp-br>.

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