Do blog: Augusto Herrmann <http://br.okfn.org/2015/10/20/e-dificil-afirmar-que-dados-abertos-sao-dados-que-atendem-problemas-reais-de-pessoas-reais-afirma-vagner-diniz-da-w3c-brasil/> disse em outubro 26, 2015 <http://br.okfn.org/2015/10/20/e-dificil-afirmar-que-dados-abertos-sao-dados-que-atendem-problemas-reais-de-pessoas-reais-afirma-vagner-diniz-da-w3c-brasil/#comment-245454>:
"A afirmativa de que “o governo brasileiro ainda não tem uma política pública de dados abertos” não se sustenta. Desde 2012, a política foi instituída oficialmente pela Instrução Normativa SLTI nº 4/2012 <http://dados.gov.br/instrucao-normativa-da-inda/>. Ela é complementada por documentos como a Cartilha de publicação de dados abertos no Brasil <http://dados.gov.br/cartilha-publicacao-dados-abertos/>, o Kit de dados abertos <http://kit.dados.gov.br/> e o Manual para a elaboração de Planos de Dados Abertos <http://www.planejamento.gov.br/secretarias/upload/arquivo/governo-aberto/copy_of_manual_elaboracao_plano_dados_abertos.pdf/view> (PDA). É legítimo questionar se a política é eficaz, se há apoio político do alto escalão do governo, ou ainda, se estão sendo feitos os investimentos necessários. Mas questionar a existência ou não de uma política para dados abertos no governo brasileiro é algo descabido. Já dizer que “há uma distância gigantesca entre a oferta e a criação da demanda desses dados” está correto, descontado um certo exagero no tom da afirmativa. É importante reafirmar que tanto o manual para a elaboração de PDA <http://kit.dados.gov.br/Gloss%C3%A1rio/#plano-de-dados-abertos> quanto o Kit de dados abertos estabelecem como critério principal para a priorização dos compromissos de abertura de dados <http://kit.dados.gov.br/Elabora%C3%A7%C3%A3o-do-PDA/#priorizar-os-dados-que-sero-abertos> o volume de solicitações da sociedade civil sobre esses dados. Manter a atualidade e regularidade na publicação dos dados, estabelecer confiança nos mesmos, definir uma licença aberta <http://opendefinition.org/>, são alguns dos elementos necessários, entre outros, em uma política efetiva de dados abertos, como explicitado no Open Data Handbook <http://opendatahandbook.org/> e detalhado também em outros documentos como o Open Government Toolkit <http://opendatatoolkit.worldbank.org/en/> do Banco Mundial e o relatório da OCDE <http://www.oecd.org/gov/public-innovation/opengovernmentdata.htm>. Hoje, em 2015, dados abertos não são mais uma terra inexplorada como outrora, guiada por experimentação. O que e como fazer numa política de dados governamentais abertos são questões cujas respostas já são conhecidas e esses caminhos já foram trilhados por vários países. O que é necessário para que uma política de dados abertos tenha efetividade é o compromisso político e apoio do alto escalão, juntamente com os investimentos e a aplicação de recursos necessários para que isso aconteça." 2015-10-20 15:11 GMT-02:00 Isis Reis <[email protected]>: > Olá, pessoal. Há pouco tempo tive uma conversa com o Vagner Diniz, da W3C > Brasil, que transformei em um post do blog da OKBr > <http://br.okfn.org/2015/10/20/e-dificil-afirmar-que-dados-abertos-sao-dados-que-atendem-problemas-reais-de-pessoas-reais-afirma-vagner-diniz-da-w3c-brasil/>. > Na conversa, Vagner fala um pouco sobre as atribuições do escritório e > sobre o estado dos dados abertos no país. Confiram! > > Gostaria de aproveitar a oportunidade e agradecer o Vagner por > disponibilizar um tempinho pra gente pode realizar essa conversa. Muito > obrigada, Vagner! :) > > _______________________________________________ > okfn-br mailing list > [email protected] > https://lists.okfn.org/mailman/listinfo/okfn-br > Unsubscribe: https://lists.okfn.org/mailman/options/okfn-br > > -- Everton Zanella Alvarenga Open Knowledge Brasil
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