O artigo é mesmo interessante. Enquanto algumas agências financiadoras mudam suas estratégias de financiamento e gente que trabalha com dados abertos mostra um ceticismo sobre seus benefícios que não compreendo (só seguiram a moda? caso sim, só vão seguir a próxima), o artigo dá vários exemplos interessantes e sugere que está o uso dos dados está só no começo, o que concordo.
Hoje a Open Knowledge Internacional vai lançar seu Índice de Dados Abertos. O Brasil subiu da 26ª para a 12ª posição. Nesse artigo eles fazem um gráfico simples <http://cdn.static-economist.com/sites/default/files/imagecache/original-size/images/print-edition/20151121_IRC515.png> que cruza o índice de dados abertos (Open Knowledge Internacional) com a percepção de transparência (Transparência Internacional), citando a Índia como um exemplo com alta percepção de corrupção, mesmo liberando bastante seus dados, apesar do canto superio do gráfico ter países como Dinamarca, Reino Unido, EUA e Suécia. Queria ver qual ponto o Brasil estará, acredito que numa situação próxima a da Índia. Só pensar no tanto de coisa que dá para enxergar fuçando só contrados da cidade mais rica do país, sua falta de planejamento e ineficiência na execução orçamentária, isso com dados "meio" abertos (tivemos que raspar e organizar os dados), imagino o tanto que não poderemos fazer se tivermos mais recursos trabalhando com dados. E nem estou falando só de financeiro, mas humanos. E de qualidade. Everton
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