Alberto,
O estudo com o Cidofovir � parte de um projeto junto ao RRP task force (grupo de ORLs que investigam papilomatose respirat�ria) e � um estudo multic�ntrico. A diferen�a dos nossos dois estudos anteriores � que desta vez vamos usar o Cidofovir como tratamento inicial (que vai ser randomizado com os outros tratamentos j� existentes). O �nico risco do Cidofovir � que ele pode ser nefrot�xico (em doses muito mais altas do que as usadas para RRP). Por isso o acompanhamento da fun��o renal � essencial. Nunca tivemos complica��es. Existe um site interessante sobre RRP: http://www.rrpwebsite.org/
Quanto aos RNs com icter�cia, a exsangu�neo transfus�o aqui � ditada pelos n�veis de bilirrubina total e por altera��es neurol�gicas. Apesar de alguns trabalhos mostrarem que o resultado do BERA melhora ap�s a exsangu�neo transfus�o, acho que o BERA n�o traria muito mais informa��es para a decis�o do neonatologista, mas com certeza tornaria o processo mais caro.
 
Daniela Carvalho
Fellow - Pediatric Otolaryngology
Children's Hospital of San Diego, CA----- Original Message -----
Sent: Tuesday, March 21, 2000 6:44 PM
Subject: Re: [otorri.] PAPILOMATOSE DE LARINGE

Daniela,
Gostaria muito de receber mais informa��es sobre o Cidofovir
Pode nos adiantar algo sobre seu trabalho com o FDA?
Explique um pouco melhor onde voc� introduz a droga na glote ap�s ressec��o da les�o
Aproveito a oportunidade para saber a conduta do Servi�o o qual voc� participa, nos casos de RN c/ icter�cia, quais os par�metros para indicar exsangu�neo transfus�o? H� relatos do BERA ser utilizado para determinar o melhor momento; Existe alguem no grupo com alguma experi�ncia no assunto ?
As otoemiss�es ac�stica tamb�m serviriam p/ indicar a exsanguineo transf. ?
 
atenciosamente,
Alberto
Itabuna/Ba

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