Prezados Amigos,
Concordo em parte com o colocado pelo Marcos Sarvat e assinado pela atual Diretoria de Defesa Profissional, por�m h� um PEQUENO equ�voco, se voce ler bem o PLANO DE TRABALHO e PROPOSTAS anexo, ver� que o grupo que se prop�e renovar a SBORL n�o � da USP como fala o Marcos Sarvat, nem tem nada a ver com a USP, � o mesmo que falar que o Grupo atual da SBORL � da Escola Paulista pois o LUC � o presidente e v�rias pessoas de l� participam (Paulo Pontes, Shirley, Fugita etc...). ou que quando o presidente for do Rio de Janeiro, Natal, Recife, Porto Alegre etc.. o grupo ser� do Rio de Janeiro, Natal, Recife ou Porto Alegre. Temos que esquecer as Universidades ou os bairrismos na SBORL a Sociedade � de todos. As Universidades, Servi�os ou Associa��es locais tem seu papel diverso e restrito �s suas finalidades e atua��es a SBORL nada tem a ver com as rivalidades regionais.
No Grupo RENOVA��O- SOCIEDADE PARA TODOS est�o centenas de colegas de todo o Brasil, e a Sociedade ser� finalmente decentralizada para que id�ias como estas (bairrismos) terminem de vez.
Leiam bem o plano, fa�am cr�ticas e sugest�es, vamos passar de palavras para a��es � disso que precisamos, todos devem participar e s�o bem vindos. Sem d�vida todos estaremos em Natal e contribuiremos no Forum.
abra�os
Ricardo Bento
PROGRAMA DE TRABALHO E PROPOSTAS
CHAPA RENOVA��O : SOCIEDADE PARA TODOS
A proposta da chapa RENOVA��O : SOCIEDADE PARA TODOS se baseia em 5 metas principais:
* CONSOLIDAR A OTORRINOLARINGOLOGIA COMO ESPECIALIDADE M�DICA MAIOR.
* PROTE��O DO OTORRINOLARINGOLOGISTA.
* PROFISSIONALIZA��O DA SOCIEDADE.
* ABERTURA, DEMOCRATIZA��O E DECENTRALIZA��O DA SOCIEDADE
* EDUCA��O CONTINUADA.
A- CONSOLIDAR A OTORRINOLARINGOLOGIA COMO ESPECIALIDADE
DIVULGA��O DA ESPECIALIDADE
Estamos na era da comunica��o, devemos chegar na popula��o em a��es preventivas e curativas, sob pena de retrairmos nossa especialidade como aconteceu em outros momentos onde deixamos �reas que historicamente eram da especialidade abandonadas e foram englobadas por outras especialidades e agora torna dif�cil a retomada.
Uma efetiva assessoria de imprensa deve "bombardear" sistematicamente a m�dia para informar a popula��o, para que fique claro que quem � treinado para ver problemas de ouvido, nariz, garganta, boca, voz, est�tica de face, voz etc... � o M�DICO OTORRINOLARINGOLOGISTA e n�o a fonoaudi�loga ou outras especialidades.
ATUA��O JUNTO AO MINIST�RIO DA SA�DE
� de extrema import�ncia para implementar um grande salto para a divulga��o efetiva da Otorrinolaringologia como especialidade para a popula��o brasileira, estreitar a��es conjuntas com o Minist�rio da Sa�de (campanhas e mutir�es de tratamento).
Esta a��o junto ao Minist�rio da Sa�de tem o sentido de assessor�-lo tecnicamente quanto � atua��o da especialidade nos diversos rinc�es do pa�s em que somente h� otorrinolaringologistas residentes em 190 dos mais de 6000 munic�pios brasileiros. Isso faz com que grande parte da popula��o brasileira est� desasistida em termos de sa�de p�blica por nossa especialidade, causando com isso um descr�dito de nossa �rea junto aos �rg�os p�blicos de sa�de e junto � popula��o. Para isso a SBORL tem que se responsabilizar pelo treinamento de colegas de �reas menos privilegiadas por meio de bolsas de estudo e conv�nios com servi�os ORL de centros maiores dando oportunidade para que estes colegas treinem �reas como cirurgia otol�gica, nasal, de laringe, est�tica, etc... e retornem para suas regi�es atuando e segurando o procedimento para a ORL. H� Estados brasileiros que h� anos n�o se pratica uma s� mastoidectomia, por exemplo, na �rea de sa�de p�blica, isto est� abrindo campo para que outras especialidades passem a realizar os procedimentos.
Implementar programas para aumentar a oportunidade de resid�ncia m�dica e treinamento. A ORL � a especialidade com MENOS vagas de resid�ncia no pa�s, relativamente � procura, esta "reserva de mercado" acabar� se virando contra n�s mesmos.
OTORRINOLARINGOLOGIA – "ESPECIALIDADE �NICA"
A grande maioria dos colegas no Brasil tem atua��o profissional geral na otorrinolaringologia. Seus consult�rios e cl�nicas tem uma realidade de atendimento de todas as doen�as em ORL e principalmente aquelas mais comuns.
Obviamente todos n�s gostamos de algumas �reas em particular dentro da especialidade (rinologia, otologia, laringologia, doen�as da crian�a, est�tica, audiologia, cl�nica, cirurgia etc...) estas sub �reas s�o importantes para satisfa��o e diferencia��o profissional junto a outros m�dicos e pacientes. Todas estas �reas tem que ter suas sociedades, simp�sios especiais, interesses pr�prios, departamentos dentro da SBORL, mas a especialidade m�e n�o deve ser separada sob pena de nos dividirmos e enfraquecer-nos e abrir espa�o para que outras especialidades absorvam nossas �reas de atua��o.
A cria��o de T�tulo de Especialista em sub-�reas como Otologia, Rinologia, Laringologia, Orl Pedi�trica, prejudicar� a grande massa dos especialistas que ser�o diminu�dos, pois n�o s�o "especialistas" em ouvido, nariz ou pediatria, por exemplo.
A super-especializa��o � salutar em alguns centros, mas ela n�o acontece nem em pa�ses super desenvolvidos. Estas "super �reas" devem ser objeto de uma forma��o p�s resid�ncia geral (o chamado "fellow" nos EUA), mas dentro da especialidade, a realidade dentro de nosso pa�s ainda � outra.
A valoriza��o do T�tulo de Especialista e a implanta��o de sua revalida��o peri�dica (por meio de pontua��o de educa��o continuada) � importante para esta defesa da ORL.
SUPRA ESPECIALIDADES
Outra meta � o efetivo engajamento das Sociedades Regionais (Estaduais) e as de supra especialidades como Otologia, Rinologia e Laringologia e Voz e outras que poder�o vir a ser formadas na administra��o da SBORL, principalmente na condu��o da parte cient�fica de suas �reas, junto a quaisquer a��es da SBORL.
Paralelo a isso a Sociedade deve se decentralizar, atuando efetivamente com as Sociedades Estaduais de ORL e engajando os Vice Presidentes Regionais no trabalho da Sociedade em suas regi�es, principalmente no que diz respeito aos problemas dos colegas da regi�o, na Defesa Profissional e nas Campanhas de tratamento e preven��o que ser�o implementadas juntamente com o Minist�rio da Sa�de.
Os Departamentos (ORL pedi�trica, Cabe�a e Pesco�o, Cr�nio Facial etc...) dever�o ser apoiados primordialmente em suas a��es cient�ficas e de resgate de �reas perdidas e ser�o o cerne das atividades de educa��o continuada que a SBORL dever� implementar, inclusive com o exemplo da Academia Americana de ORL em suas publica��es.
B- PROTE��O DO OTORRINOLARINGOLOGISTA
DEFESA PROFISSIONAL
Continuidade da luta pela melhora profissional junto aos planos de sa�de e ao SUS, de bra�os dados com as outras especialidades. Apoio irrestrito e sistem�tico �s Centrais de Conv�nio e Cooperativas como forma de uni�o. Luta pelo credenciamento universal ou a cria��o do "ticket consulta".
Cria��o de uma �rea da defesa profissional quanto aos processos de pacientes contra colegas, para uma efetiva ajuda aos especialistas que vierem a ser processados injustamente por pacientes com assessoria jur�dica cont�nua.
Criar um Departamento de GEST�O EM SA�DE na �rea de ORL, para assessorar os colegas que est�o montando suas cl�nicas ou que tem cl�nicas e n�o podem ter uma estrutura de planejamento econ�mico.
�REAS PARALELAS
Concentrar a��es efetivas quanto � atua��o profissional de outras profiss�es em nossa �rea. Isto compete diretamente � n�s ORLs, pois isso os CRMs e a AMB n�o v�o nos defender diretamente como fazem com a luta contra os planos de sa�de. A fonoaudiologia, por exemplo, tem sistematicamente entrado nos limites da ORL e se algo r�pido n�o for feito quanto � defini��o dos atos m�dicos, no futuro nossa especialidade ser� afetada como foi Psiquiatria pela Psicologia por exemplo. Estas a��es devem ser efetivadas com base na lei (atua��o jur�dica) e com atua��o direta no Congresso Nacional para que leis sejam criadas ou modificadas definindo os atos m�dicos. Uma cont�nua fiscaliza��o e apura��o dos casos em que viola��o dos atos m�dicos ocorrerem e transfer�ncia para a��o jur�dica imediata.
C- PROFISSIONALIZA��O DA SBORL
SOCIEDADE PARA TODOS
RENOVA��O SEMPRE !!- Esta t�nica norteia nosso grupo. H� 8 anos um s� grupo comanda a Diretoria Executiva da SBORL. Este grupo j� teve um per�odo suficientemente adequado para implantar importantes modifica��es na nossa Sociedade. J� � o momento para que novas id�ias sejam implantadas para que nossa sociedade e nossa especialidade fiquem maiores e mais fortes. A renova��o sempre injeta sangue novo, vontade e pique de trabalho e por isso mesmo � salutar. Muitos s�o os colegas que voluntariamente poder�o colaborar com a SBORL e precisam ter oportunidade para tal. A repeti��o traz a estagna��o.
M�dicos s�o �timos para tratar de pacientes, orientar cientificamente, mas normalmente n�o tem forma��o em administra��o e economia. Isto dever� ser feito por assessorias profissionais que faz com que as mudan�as de diretoria executiva n�o fa�a sofrer grandes solu��es de continuidade na administra��o direta da SBORL. Uma dire��o profissional e remunerada � de extrema import�ncia.
Implanta��o definitiva do Departamento de Eventos (profissional), sob a �gide da Diretoria de Cursos, para que os eventos da Sociedade e de qualquer s�cio possam ser administrados diretamente pela SBORL sem intermedi�rios, diminuindo seus custos.
O Congresso Brasileiro dever� ter a escolha para 2 sedes na frente para ajudar na organiza��o e planejamento.
Implanta��o do Departamento de Inform�tica (profissional), sobre a �gide da Diretoria de Publica��es, que trabalharia em toda a �rea da inform�tica interna, internet, e cria��o de softwares, coleta de dados etc...
D- ABERTURA, DEMOCRATIZA��O E DECENTRALIZA��O DA SOCIEDADE
A SBORL tem que ser de todos, n�o s� dos servi�os universit�rios, que sempre a dominaram nos �ltimos 30 anos. As Universidades tem seu importante papel de ensino, pesquisa e presta��o de servi�o � comunidade e tem que andar de m�os dadas com a SBORL, mas tem atua��o diversa e nem sempre preenche as aspira��es da maioria da classe que tem importante papel assistencial e ansiedade profissional.
Enfim, a SBORL tem que ter uma atividade id�ntica para TODOS os especialistas.
Sugest�o � Assembl�ia Geral de modifica��o estatut�ria dando independ�ncia �s Comiss�es Permanentes para que as mesmas possam ter um per�odo maior do que 2 anos para trabalhar (sugest�o de 4 anos), uma vez que sua mudan�a acarreta um per�odo de adapta��o aos novos membros que podem prejudicar suas a��es. As comiss�es estatut�rias abaixo seriam eleitas diretamente pela Assembl�ia Geral sem ter liga��o direta com a Diretoria Executiva, "despolitizando" e tornando-as eminentemente t�cnicas.
* �tica
* Defesa Profissional
* Resid�ncia
* T�tulo de Especialista
* Conselho Fiscal (com 11 membros)
Elei��o de Diretoria e de outros fatos importantes (modifica��es estatut�rias) possam ser feitas mesmo fora das Assembl�ias gerais em todo o Brasil, sem a necessidade da presen�a do s�cio ao congresso. Como acontece em qualquer entidade, o s�cio poder� votar por carta, internet ou nas sedes de suas sociedades estaduais, isto pode ser regulamentado por uma comiss�o eleitoral, fiscalizado pelo Conselho Fiscal. Isto realmente legitimar� a Diretoria eleita e outras modifica��es importantes, como aspira��o da maioria dos s�cios e n�o da maioria da Assembl�ia presente cujo n�mero nunca ultrapassou 300 s�cios.
Modifica��o estatut�ria para alterar de 7 vice-presidentes regionais para 1 vice presidente por Estado da Uni�o. A SBORL est� grande demais para n�o ter um representa��o estadual, a exemplo da Sociedade Brasileira de Otologia, que � uma entidade de menor vulto, mas tem um corpo de Delegados Estaduais que funciona muito bem.
Estas modifica��es estatut�rias ser�o postas em discuss�o j� na pr�xima Assembl�ia para serem votadas em uma Assembl�ia Geral Extraordin�ria que poder� ser convocada com esta finalidade, uma vez que n�o se pode mudar mais nesta Assembl�ia.
Implanta��o de mais 3 escrit�rios regionais: Regi�o Sul, Regi�o Norte-Nordeste, Regi�o Centro-Oeste, que ser�o administrados pelos Vice-Regionais.
E- EDUCA��O CONTINUADA
Sob o controle da Diretoria de Cursos, onde ser� dada prioridade total para a forma��o, reciclagem e atualiza��o dos s�cios, principalmente nos centros menos favorecidos por cursos e eventos.
Apoio a Cursos de S�cios em todo Brasil.
Maior possibilidade de Credenciamento de Centros de Treinamento, uma vez que nossa especialidade est� ficando muito fechada e com isso tende a diminuir.
Cria��o de cursos para t�cnicos na �rea - Enfermagem em ORL, t�cnico em radiologia em ORL, audiologia.
Manuais de educa��o continuada com temas da especialidade (isto pode ser feito em colabora��o com a Academia Americana de ORL que j� tem muitos publicados)
ADES�ES:
Convidamos e contamos com voc� para participar efetivamente com id�ias e trabalho.
N�o hesite em nos procurar voc� ser� bem vindo !
Telefone, passe um fax ou um e-mail.
e-mail: [EMAIL PROTECTED] ou fax 11 8816769 ou tel 11 30646556.
A elei��o ser� durante a Assembl�ia geral da SBORL durante o Congresso Brasileiro de Otorrinolaringologia que ser� realizado em Natal. N�o deixe de comparecer !!! Participe, � uma importante para voc� RENOVAR e colaborar com um novo impulso na especialidade, que se reverter� em benef�cio para voc� e todos os especialistas do Brasil.
Pelos estatutos da da SBORL, para votar voc� deve ser s�cio efetivo em dia com a tesouraria qualquer d�vida ligue.
Envie sua ades�o e participe.
-----Mensagem original-----
De: Geraldo Druck Sant'Anna <[EMAIL PROTECTED]>
Para: Lista de ORL <[EMAIL PROTECTED]>
Data: Segunda-feira, Julho 17, 2000 08:49
Assunto: [otorri.] Defesa Profissional e SBORL
----- Original Message -----
From: Marcos Sarvat
To: [EMAIL PROTECTED]
Sent: Friday, July 14, 2000 8:48 PM
Subject: Defesa Profissional e SBORL
Prezados Ana Maria Braga e Ricardo Bento, e demais colegas de grupo:
(Mensagem enviada em 8/7 e por n�o ter entrado, segue repetida hoje, 14/7)
Vale a frase: todo ato � pol�tico, e se omitir j� � tamb�m uma pos���o (lament�vel, acho eu).
Ali�s, omiss�o ainda � um problema s�rio de nossa especialidade e classe, e precisamos nos re-unir mais, e propormos e executarmos nossas solu��es. E para isso, temos que estarmos informados, lermos boletins, jornais de classe, enviarmos coment�rios, sugest�es, cartas e participarmos mais e mais da elabora��o conjunta de tais propostas concretas, t�o desejadas por todos. E sermos h�beis para filtramos os interesses pessoais e econ�micos que permeiam, invadem e corroem todas as estruturas de conv�vio social - colegas mais novos: n�o se iludam, essa cloaca eu j� vi!
Por exemplo, a seguir est�o as Resolu��es do �ltimo Congresso: a Carta de Porto Alegre, e pergunto a todos n�s, que deliberamos por esse texto em longas reuni�es que envolveram 117 colegas, e que todos n�s aprovamos em Assembl�ia: quem de n�s realmente se empenhou em seguir e aplicar em seu dia-a-dia, cada detalhe dessa bela Carta - tirar do papel e por na pr�tica?
Vale frisar que muito foi e vem sendo feito, pelos diretores e pelos s�cios, e a SBORL hoje encontra-se numa posi��o bastante avan�ada em termos de conscientiza��o e mobiliza��o - ainda n�o t�o bem quanto a Anestesiologia, mas bem melhor do que a maioria das especialidades, mesmo considerando os muitos problemas que ainda temos a resolver.
E para colaborar nessa luta n�o � necess�rio convite, basta ligar e se dispor a debater, comparecer, dedicar enfim algum tempo a esses temas, que a maioria ainda acha desinteressantes... Mas sentimos que a corda vai apertando e essa no��o vai mudando, e professores, chefes de servi�os, "formadores de opini�o" e os colegas em geral v�o questionando o "porque as coisas est�o como est�o, (ou como achamos que estejam) e o que fazer para mud�-las?"
Bem, mas de qualquer modo, convido a todos os componentes desse formid�vel grupo da USP justamente para debatermos tudo isso, participando do 2º F�rum de �tica e Defesa Profissional em ORL, cujo Programa base est� aqui a seguir.
Teremos o dia 16 de outubro, 2a feira de 9.30 �s 18 horas, na v�spera do Congresso de Natal, justamente para "amolarmos nosso bisturi" juntos - lembro a historinha do lenhador e seu serrote sem corte, como suava e nada cortava, e que dizia que n�o tinha tempo para amolar o serrote, e com isso se cansava mais e era muito menos eficiente...igual � m�dico atendendo, atendendo, e pouco rendendo, e por a� vai...
Agrade�o as sugest�es (ainda h� tempo) e as inscri��es para o F�rum (gratuitas) via [EMAIL PROTECTED] e envio forte abra�o aos colegas que sinceramente falam e participam !
Marcos Sarvat (RJ) [EMAIL PROTECTED]
Diretor - Departamento de Defesa Profissional da SBORL
Marcos Nemetz (SC) [EMAIL PROTECTED]
Vice-diretor - Departamento de Defesa Profissional da SBORL
Paulo Perazzo (BA) [EMAIL PROTECTED]
Secret�rio - Departamento de Defesa Profissional da SBORL
Geraldo Druck Sant'Anna(RS) [EMAIL PROTECTED]
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Claudio L. Lazzarini, MD
Otorhinolaryngologist
Webmaster - Dept. ENT
University of S�o Paulo - Brasil
[EMAIL PROTECTED]
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