Prezado Jos� Geraldo Pavan:
De acordo! � exatamente esta a tese que os otorrinolaringologistas aprovaram em Assembvl�ia do Congresso de Curitiba (94), e vem sendo defendida e divulgada pela SBORL desde ent�o, inclusive com a cria��o do Comit� de Defesa do Exerc�cio �tico da Medicina. O Livro Regional de Sa�de do RJ, recentemente lan�ado, promove esta abertura de mercado que seria boa para todos os pacientes e para os bons colegas (imensa maioria, acho), e estar� sendo mostrado no stand da Sociedade, em Natal.
Bem, conto tamb�m com sua presen�a no F�rum!
Abra�os
Marcos Sarvat
E lembre-se que temos de estar l� no dia 15, OK?
 
2� F�rum Nacional de �tica e Defesa Profissional  
em Otorrinolaringologia
16 de outubro de 2000 - Natal RN  
 
Convidados:
Eleuses Paiva - Presidente da Associa��o M�dica Brasileira
Eduardo Vaz - Diretor de Defesa Profissional da AMB  
 
Projeto e contexto:
 
Ser�o 5 mesas simult�neas, em salas separadas, pr�ximas, de 9.30 �s 12 e de 13.30 �s 15.30 h, seguidas de Sess�o Plen�ria conclusiva, de 16.00 �s 18.00 horas, aberta e divulgada a todo os congressistas. (neste hor�rio, muitos j� dever�o ter chegado e poder�o desejar acompanhar as conclus�es e delibera��es).
Cada Mesa ter� 2 coordenadores, e participam 20 a 25 colegas - 1 convidado pela SBORL de cada estado, em c�rculo, como foi em Porto Alegre, e se iniciam com palestra sobre o tema a cargo dos dois coordenadores, que devem nomear 1 secret�rio que deva auxili�-los a registrar as sess�es, e redigir (entre 15.30 e 16 horas) em computador suas sugest�es e delibera��es do grupo sobre o tema, para a "Carta de Natal", a ser publicada e distribu�da a todos os ORLs brasileiros, da forma como for aprovada em Assembl�ia ordin�ria da SBORL.(lembramos que n�o deva se repetir o que aconteceu com a carta de Porto Alegre-98, que ficou restrita � home-page e resumo no Jornal ORL).
 
Obs: A fun��o dos 2 convidados e dos 3 coordenadores ser� de circular continuamente entre as 5 mesas, participando eventualmente (� vontade, sem respeitar inscri��o) das discuss�es, com interfer�ncias pontuais, curtas e objetivas, frisando pontos ou esclarecendo d�vidas ou perspectivas - enquadrando vis�es de especialidade �s quest�es mais amplas da Medicina e da classe como um todo - fun��o de "guia geral".
 
Realiza��o:  
SBORL - Departamento de Defesa Profissional e Comiss�o de �tica e Julgamento 
Presidentes do F�rum – Pres. da SBORL Dr. Luc Weckx (SP) e Pres. do Congresso Dr. Pedro Cavalcanti (RN)
Cooordena��o Geral:  Marcos Sarvat (RJ), Iliam Cardoso (GO) e Luiz Ubirajara Sennes (SP) 
 
Mesa 1 - "Evitando a��es e suas complica��es"
coord. Marcos Nemetz (SC) e Get�lio Camporez (ES)  
Aspectos jur�dicos - Avalia��o dos Termos de Ci�ncia e Consentimento (TCCs); como anda em cada estado a quest�o de processos contra m�dicos e em especial contra ORLs - levantamento nacional; aspectos de responsabilidade civil e penal; Manual de Medicina Defensiva: utilidade e repercuss�o; a quest�o da assessoria jur�dica da SBORL: sim ou n�o?, luxo ou necessidade?, nacional, por regi�es, formas de contrato.    
Mesa 2 - "Desc
uidando da casa?"
coord. Agr�cio Crespo (SP) e Reginaldo Fujita (SP)
Aspectos administrativos - efici�ncia e produtividade; administra��o e chefia de servi�o p�blico; como obter aux�lio e doa��es; e no setor privado, como perder menos tempo; como gastar menos e ganhar mais na atividade privada de cl�nica e consult�rio; aspectos legais, cont�beis, fiscais, pessoa f�sica e jur�dica, cl�nica e consult�rio; vantagens e desvantagens; troca de experi�ncias, dicas, sugest�es e formas de organiza��o interna do trabalho m�dico e de outros profissionais; t�cnicas de motiva��o em trabalho, pesquisa - como organizar seu tempo; como incluir empregados: registrar, contratar, assinar carteira, remunerar por percentual, participa��o nos lucros, produtividade, etc.  
 
Mesa 3 - "Concorr�ncia ou guerra?"
coord. Paulo Perazzo (BA) e Alfredo Dell'Aringa (SP)
Aspectos de concorr�ncia e propaganda - As atividades que fazem fronteira com a ORL - a��es,rea��es, conflitos esolu��es; pacificar ou guerrear; �reas m�dicas e n�o-m�dicas; �tica m�dica x �tica comercial; credenciamento x mercado aberto; como se lan�ar no mercado: ci�ncia, trabalho ou propaganda?; A��es de servi�o p�blico, sociedade cient�fica, cl�nica e pessoas; ve�culos de comunica��o de massa: usar ou abusar?; informa��o de interesse p�blico x promo��o pessoal; a��es da SBORL: contradizer, advertir, coibir, punir, expulsar? 
Mesa 4 - "A Uni�o faz a for�a?"
coord. Geraldo Sant'Anna (RS) e Jo�o Deodato (CE)
Mobiliza��o dos m�dicos em Centrais - Departamentos e/ou cooperativas para centralizar a negocia��o com planos de sa�de e com o Estado; Ser� essa a melhor forma de equilibrar for�as com os planos e defender o m�dicos? Cr�ticas a cada um dos modelos existentes nos diversos estados. Aspectos legais e pol�ticos, vantagens e desvantagens, solu��es e problemas; Mecanismos de mobiliza��o de m�dicos ORL: motivos, formas, t�cnicas e experi�ncias de agrega��o de profissionais; Os Termos de Ades�o-Procura��o: como obter assinaturas e apoio de fato; como coibir que uma minoria que avilta a classe se favore�a da luta coletiva; como pressionar a favor de regras �ticas de concorr�ncia: a��o pol�tica, legal ou �tica - atrav�s dos CRMs? Deliberar a��es da SBORL: advertir, coibir, punir, expulsar?
  
Mesa 5 - "O que preferimos: auto-controle ou controle externo?"    
coord. Alberto Nudelman (RS) e Francisco Paula Lima (DF)
Gest�o, Auditoria e Per�cia em ORL - Controle da atividade do otorrinolaringologista; Cr�tica e auto-cr�tica: o reflexo da qualidade da forma��o do m�dico no gerenciamento da Medicina; Vis�o p�blica e privada; Existe forma �tica de gerenciamento?; Casos cl�nicos de per�cia em Otorrinolaringologia; Como avaliar insalubridade e atestar doen�a ocupacional em ORL; Perito: nomeado pelo juiz ou indicado pela SBORL (ou Sociedade local); Per�cia gratuita: � obrigat�rio aceitar nomea��o?    ----- Original Message -----
Sent: Monday, September 18, 2000 12:35 PM
Subject: Re: [otorri.] "Selo de Qualidade"

Caro Silvio, concordo em g�nero, n�mero, grau e em qualquer outra classifica��o, nova ou velha, com voc�.
Se deix�ssemos ressurgir a antiga e boa lei de mercado, boa parte de nossos problemas acabaria. O paciente iria procurar este ou aquele m�dico de acordo com indica��o de amigos, parentes, vizinhos, colegas..... e depois, munido de recibo, ele se entenderia com seu plano de sa�de. Ser� que um dia conseguiremos acabar com as listas de refer�ncia, de "recursos" credenciados, etc? 
Acho que dever�amos considerar, via Conselho federal de Medicina, infra��o �tica grave (grav�ssima?) participar destas listas, inclusive como cooperados. Abra�os, Pavan. 

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