Prezada Fabiana,

N�o se precipite, pois n�o apontei solu��o alguma, como voc� pode verificar relendo cuidadosamente o que escrevi.
Tampouco estou pretendendo ignorar as conseq��ncias de qualquer solu��o, pois s�o justamente estas o objeto da preocupa��o. Estou escrevendo sobre prioridades (i.e., o que deve ser analisado em primeiro lugar) ao ANALISAR a quest�o das drogas e n�o sobre implementar uma pol�tica imediata. O risco iniciar esta an�lise "mergulhando" na discuss�o sobre se o Estado � ou n�o capaz de conceder tratamento aos dependentes, como se fundamental fosse  tal pol�tica para a discuss�o, � terminar por justificar a perman�ncia do "status quo"atual, j� que o Estado falha em todos os quadrantes, seja na sa�de p�blica, na educa��o, ou em outras inumer�veis �reas.

At 03:23 13/06/2000 +0000, you wrote:
Caro Cerqueira;
 
 
                         O que penso que deve ser analisado...� se a libera��o da produ��o e comercializa��o das drogas... trar� imediatamente mais benef�cios do que preju�zos, desconsiderando, neste primeiro momento, se o Estado � ou n�o capaz de conceder tratamento aos dependentes...
 
Perdoe-me, mas n�o s�o os pol�ticos que apontam solu��es abstendo-se das consequ�ncias? 
 
 
Fabiana Godoy
 
 


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