Na It�lia existe uma antiga ONG que atua em todo o mundo
para esclarecer assuntos como os comentados por mim ap�s a vota��o parcial
abaixo.
 
----- Original Message -----
Sent: Sunday, August 27, 2000 1:44 PM
Subject: [Direito_Saude] Caso da morte dos idosos do Rio de Janeiro

O resultado parcial de hoje da vota��o do JB sobre o epis�dio da absolvi��o pelo CFM dos m�dicos respons�veis pela Cl�nica Geri�trica Santa Genoveva.  Quem � a favor ou contra essa absolvi��o.

Abaixo consta o meu voto e os coment�rios que fiz.

Acompanho o pedido do Di�genes para que compare�am e votem tamb�m porque quem est� votando s�o os  "a pedidos"  dos  envolvidos.

Acessem http://www.jb.com.br/ e retornem ï¿½ edi��o de s�bado que o link est� na primeira p�gina.

Celso Galli Coimbra  

 

Voc� votou na op��o: N�o

Resultado parcial da vota��o

Op��o
Votos
Percentagem dos votos
N�o 377 44
N�o optou 23 3
Sim 458 53


Coment�rios


Nome:Celso Galli Coimbra
idade:46
cidade:Porto Alegre
e-mail:[EMAIL PROTECTED]
Escolha:N�o
opini�o:
 
A atual gest�o do CFM, neste caso e em outros, � costumeira protetora do homic�dio dentro da medicina, por raz�es de ordem econ�mica.
 
Quando se fala em CFM, fala-se tamb�m de CREMESP, que � o centro de decis�o pol�tica da Medicina no Brasil.
 
Vejam o caso dos crit�rios obsoletos de morte encef�lica estabelecidos neste Pa�s, feitos pelo Cremesp e assumidos pelo CFM.
 
Realiza-se "teste" a t�tulo de verificar suspeita de morte (10 minutos de apn�ia) com o objetivo de tornar irrevers�vel a morte do paciente e, ent�o, fazer a retirada de seus �rg�os.
 
Salvar o traumatizado encef�lico severo (10.000 por ano, na maioria jovens) n�o oferece tanto lucro � elite transplantadora, que manda na Medicina deste Pa�s, quanto lhe retirar as entranhas em vida para aumentar o lucro de transplantes desnecess�rios (porque sua necessidade � gerada por aus�ncia de medicina preventiva) e da ind�stria farmac�utica.
 
Pratica-se na Medicina brasileira um genoc�dio entre indefesos e pobres, para que suas mortes tragam lucro ou diminui��o de despesas.
 
Entre indefesos e pobres est�o a maioria dos idosos brasileiros, assim como os traumatizados encef�licos dos quais se retiram os �rg�os em vida.
 
Os dirigentes da Medicina reconheceram textualmente em Ju�zo que elaboraram crit�rios de morte no Brasil por "raz�es de ordem econ�mica",  "para mostrar figurinha para a sociedade,  para parentes,  enfermeiros e  DEMAIS m�dicos,  porque sen�o ningu�m acreditaria ...",  e que os motivos desses crit�rios N�O � a constata��o do fato morte, como deveria, mas a formaliza��o de sua  ANTECIPA��O,  e para "proteger os m�dicos de responsabilidades judiciais, porque o Judici�rio brasileiro � muito complicado".
 
 
Essas declara��es foram publicadas pelo JB em final de fevereiro de 1999.
 
 
Vida e Sa�de � quest�o de poder aquisitivo no Brasil.
 
 
O idoso n�o produz, nem pode mais ser explorado satisfatoriamente.
 
 
O Governo Federal ratifica essa conduta, especialmente pela aus�ncia da medicina preventiva.
 
 
M�dico n�o tem licen�a para matar e a conduta que seu �rg�o de classe aponta � para come�ar a ser investigada em �mbito criminal.
 
 
O artigo 121 caput do C�digo Penal Brasileiro vale para todos, tanto quanto os direitos fundamentais da Constitui��o Brasileira.
 
 
Desafio esses dirigentes a enfrentar o pouco do que manifestei aqui, dentre o muito que j� provei a esse respeito.
 
 
At� hoje eles sempre fugiram de um confronto sobre assuntos como esses.
 
 
Assim, estarei ajuizando em Bras�lia em algumas semanas Interpela��o Judicial representando quase uma centena de pessoas de todo o Brasil, com o objetivo de cobrar do CFM satisfa��es que esse corporativista e autorit�rio �rg�o de Classe DEVE � sociedade sobre a quest�o morte na Medicina.
 
 
Quem quiser participar, sem despesas alguma, apenas fa�a contato com o endere�o eletr�nico [EMAIL PROTECTED] 
 
 
Desafio-os a responderem o que mais uma vez lhes ser� questionado (em mais de 50 quesitos).
 
 
N�o t�m compet�ncia m�dica para faz�-lo.
 
Nem t�m �tica m�dica para promover o esclarecimento honesto desse assunto.
 
N�o podem responder, pois seria a confiss�o de que h� mais de 30 anos o homic�dio � praticado na medicina e eles est�o por demais preocupados com a "imagem da medicina".
 
Imagem da qual depende seus lucros, para serem fi�is � verdade em erro dessa magnitude.
 
Celso Galli Coimbra
   OABRS 11.352
 




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