Ah que bom, pensei que tinha esquecido. J� estava ficando triste, logo pensei "como esquece r�pido"
Mande pelo [EMAIL PROTECTED].
 
Um Abra�o.
 
Khetlynn
 
----- Original Message -----
Sent: Friday, July 26, 2002 3:41 PM
Subject: [Direito Penal] Re: Universidade responde por ofensa � integridade f�sica de aluno

Cara Khetlynn, tentei enviar o que pediste mas retornou do teu email do bol, v�-se a tua caixa postal n�o est� lotada.
 
Giulian 
----- Original Message -----
From: KHETLYNN
Sent: Thursday, July 25, 2002 10:43 PM
Subject: [Direito Penal] Universidade responde por ofensa � integridade f�sica de aluno

 
 
 
Muito Bom....
Um abra�o
 
khetlynn
 
 

TA-PR | Universidade responde por ofensa � integridade f�sica de aluno
Rela��o entre acad�mico e faculdade � regida pelo CDC
 Responsabilidade de institui��o de ensino � objetiva

A 7.� C�mara C�vel do Tribunal de Al�ada do Paran�, atrav�s de voto do juiz Noeval de Quadros, julgou a apela��o c�vel 168.119-6, envolvendo a��o de repara��o de danos motivada por agress�o sofrida por estudante de institui��o de ensino de nossa capital.

O processo teve sua tramita��o perante a 11.� Vara C�vel de Curitiba e objetivava indeniza��o por danos morais por ofensa a integridade f�sica de aluna que fora v�tima de outra estudante por "chutes, arranh�es no rosto e pux�o no cabelo, fazendo com que a agredida ficasse traumatizada, tivesse faltado �s aulas seguintes, ficasse intranq�ila para estudar e permanecesse por muito tempo como alvo de chacota por parte dos colegas do Curso de Direito".

Julgada procedente a a��o, a institui��o de ensino se insurgiu contra a decis�o, sendo que na quest�o de m�rito, o juiz relator afastou por completo a argumenta��o recursal, por entender que a rela��o entre a universidade e o acad�mico � regida pelo artigo 14 do C�digo de Defesa do Consumidor, pela configura��o de exist�ncia de um contrato de presta��o de servi�os entre as partes, sendo que o estabelecimento se compromete n�o apenas a oferecer o ensino mas a salvaguardar a integridade f�sica dos seus alunos, enquanto estiverem nas depend�ncias da escola, porque isso faz parte do risco do empreendimento.

Assim, endossando a senten�a de primeiro grau, prossegue Noeval de Quadros, indicando que a apelante "descurou-se do 'dever de seguran�a' porque foi informada previamente de que a aluna agressora vinha agredindo verbalmente a aluna apelada, prometendo-lhe mal ainda mais grave, todavia, n�o tomou nenhuma atitude concreta para evitar que esse mal ocorresse".

Arrematando sobre a culpa da escola, o relator aduz que "embora adequada a responsabiliza��o pelo fato do servi�o, ou seja, responsabilidade objetiva do estabelecimento de ensino, ainda assim est� plenamente comprovada nos autos a culpa, pela omiss�o dos cuidados indispens�veis para evitar o que acabou, lastimavelmente, ocorrendo".

Houve reforma do julgado unicamente quanto ao valor da condena��o, posto que entendeu o tribunal ser a import�ncia de 40 sal�rios m�nimos quantia razo�vel ao mal sofrido.

Participaram do julgamento os senhores ju�zes Miguel Pessoa, presidente, com voto e Ant�nio Martelozzo.

 


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