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Para quem se interessar, o filme
"Bicho de Sete Cabe�as" (nacional)
demonstra bem esta realidade.
[]'s
Carlos
H� algum anos umas pessoas iluminadas
disseram que o ambiente e o m�todo das cl�nicas psiqui�tricas n�o
propiciavam uma adequada reabilita��o e um bom tratamento aos loucos e
desequilibrados de todos os g�neros. Ent�o esses iluminados sugeriram que
fossem fechadas as cl�nicas e os doentes encaminhados para suas fam�lias,
pois no seio de suas fam�lias a recupera��o seria muito mais r�pida e
menos traum�tica. Isso foi feito por todo o Brasil e aqui em Bel�m n�o foi
diferente. O resultado � que hoje algumas dezenas de loucos perambulam e
moram nas ruas da Capital.
A solu��o dos problemas n�o est� em
mudar o local onde se faz o atendimento e sim em mudar a forma como o
atendimento � feito.
Por que n�o existir m�dicas legistas, delegadas,
investigadoras e peritas. Por que n�o dotar os IML de acomoda��es
adequadas, limpas, higi�nicas e amig�veis. Por que n�o treinar os
atendentes de forma a tratar as v�timas com respeito e aten��o? A
proposta inicial do que est� em pr�tica hoje em dia com certeza foi a
melhor poss�vel, o problema est� na sua execu��o, na forma como s�o
realizados os atendimentos nos IML.
Mas, de qualquer forma, seria
um absurdo criar um documento incriminador de algu�m, com o poder de
destruir vidas e fam�lias, sem a necess�ria supervis�o estatal. Em outras
palavras, um documento gracioso elaborado sem a presen�a de testemunhas e
profissionais habilitados e credenciados pelo pr�prio estado.
S�
para ilustrar melhor isso, aqui em Bel�m existe uma quadrilha de mulheres
(e n�o meninas) menores de 18 anos que chegam a induzir homens a lev�-las
ao motel e depois exigem dinheiro, sob a amea�a de que s�o menores de
idade e que foi praticado um estupro. O resto voc� imaginam.
Marcus
Em 07 Aug 2002, [EMAIL PROTECTED] escreveu:
>Mais um projeto com inten��es puramente >eleitoreiras.
Perito Oficial � perito oficial, Delegados e detetives n�o >acompanham
a realiza��o da per�cia, pois n�o � necess�rio. E n�o conhe�o nenhum
>caso, nem de ouvir falar, de mulher que n�o fez o exame por estar
constrangida >na frente de um m�dico estranho, o contr�rio sim �
normal, a mulher ter vergonha >frente aos conhecidos, pelo
ocorrido, se sente humilhada e constrangida, e >frente a estranhos fica
mais a vontade. Quem garante que uma "v�tima simulada" >n�o se
coadune a um "m�dico amigo" e forje um estupro a fim de ganhar dinheiro?
>Falo pois tenho conhecimento de fato ver�dico onde a v�tima simulou um
estupro e >conseguiu R$10.000,00 para retirar a queixa crime.
> > Afonso.'. [EMAIL PROTECTED] www.hy.com.br/policia
> > ----- Original Message ----- > From: >
KHETLYNN > > To: [EMAIL PROTECTED] > Sent:
Wednesday, August 07, 2002 2:50 > AM > Subject: [Direito Penal]
Proposta > facilita puni��o para estupro > > site
pesquisado: www.bonde.com.br/folha/folha > > Companheiros
> > Essa proposta com certeza � melhor do que a de >
castra��o. > > um abra�o. > > khetlynn >
> Proposta facilita puni��o para > estupro > Da Ag�ncia -
A C�mara dos > Deputados est� analisando uma proposta que tem o
objetivo de facilitar a > puni��o dos crimes de estupro. O Projeto de
Lei 5962/01, de autoria do > deputado federal Roberto Jefferson
(PTB-RJ), muda as regras para > comprova��o de casos de crimes contra
os costumes, como estupro. A > proposta permite que, nesses casos, se
houver necessidade de realiza��o > de per�cia m�dica, o exame poder�
ser feito por m�dico de livre escolha > da v�tima ou de sua fam�lia.
Segundo o deputado, o objetivo � poupar > a v�tima de estupro do
constrangimento de fazer o exame de corpo-delito > em �rg�os p�blicos,
como Institutos M�dicos Legais (IML). ''Imagine a > mulher que acaba de
ser estuprada e tem que ir fazer o exame. Vai ser > humilhada, ser
manipulada por um m�dico legista diante de detetives e > delegados.
Como � isso, s�o duas viol�ncias? Ent�o, o projeto prev� que > o m�dico
de sua confian�a ateste se ela foi v�tima desse crime. Dessa > maneira
se diminui o trauma que essa mulher viveu''. Viol�ncia - A >
necessidade dos parlamentos brasileiros estudarem formas de ampliar a >
puni��o de estupradores pode ser percebida em an�lise dos dados de uma
> pesquisa realizada pelo Governo Federal, em parceria com a
Universidade > de S�o Paulo e as Na��es Unidas em quatro capitais
brasileiras - Rio de > Janeiro, S�o Paulo, Recife e Vit�ria. O trabalho
revela que 28% das > mulheres v�timas de estupro conheciam seu agressor
e 25% sabiam o nome > dele. Segundo o levantamento, a maioria dos
criminosos eram namorados, > parentes ou ex-maridos, o que demostra que
a viol�ncia contra a mulher > come�a dentro de casa. Outro dado
revelado na pesquisa � que em 91% > dos casos de estupro os agressores
portavam algum tipo de arma. A > pesquisa, que faz parte do Plano
Nacional de Seguran�a do Governo, chama > aten��o para o dado de que
33% das mulheres estupradas consideraram que > n�o foram v�timas de
crime e apenas 14% registraram a > ocorr�ncia.
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