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O problema � que t� mistura as coisas.Brasil � um,
Cuba � outro. � claro que defendo a democracia, a liberdade e os
direitos fundamentais, onde quer que seja. Mas tamb�m compreendo a reaidade
hist�rica do povo cubano. O que sempre tiveram, com o governo Baptista era muito
e muito pior do que t�m com com F. Castro. No entanto, o que fazem os EUA com
Cuba � uma atrocidade sem igual. Haveria maneiras outras de tratar o povo
cubano, afinal s�o seres humanos como quaisquer outros, em particular s�o
americanos. Ademais, se os EUA falam em democracia, da qual respeito prin�picios
hist�ricos com os quais os norte-americanos ensinaram ao mundo,no entanto
atualmente renegados em decad�ncia, o trato com Cuba deveria ser de plenitude
diplom�tica, e n�o pela for�a e pelo terrorismo. Se � que voce sabe sobre a
hist�ria entre aqueles dois pa�ses. Fidel, n�o sei por qual raz�o, ainda
permanece el comandante, o povo o elege massissamente. Agora, achar que Lula
quer um pa�s a semelhan�a de Cuba � pura ingenuidade. O Brasil n�o tem voca��o
comunista, at� o PCB percebeu isto. O que precisamos � sair do colonialismo que
ainda nos submete, um colonialismo do tipo de Baptista. Quer saber mais? �nso
que se n�o formos capazes de ser uma grande pa�s, primeiro superando nossas
mazelas, e depois liderando o mundo dentro da nossa filosofia cultural,
principalmente os demais pa�ses latinos americanos, abandonados e discriminados
pelos EUA, ent�o, se pudessem, se os EUA aceitassem, e n�o nos vissem como
"quintal deles", que se formasse um �nico pa�s: A AM�RICA. Uma Am�rica como dos
os Estados americanos integrados, pouco importando se a moeda fosse o d�lar e
bandeira viesse ser a dos EUA, como muitas outras estrelinhas acrescentadas.
Afinal, o chicote de l�, e o chicote de c� � o mesmo. Os Magalh�es, os
Bornahusen, os Malufs de c�, n�o diferem dos Morgam, dos Kennedys, e tantos
outros, de l�. Para concluir, com minhas mensagens anteriores, eu apenas quis
mostrar a voc� um pouco mais de lucidez, por�m h� um probleminha em nossa
discuss�o:seu radicalismo. E onde h� radicalismo, n�o h� evolu��o, pelo
contr�rio.
Portanto, colega, a menos que esteja disposto a uma
profundidade de id�ias, encerro definitivamente aqui.
Continue com sua "bandeira", para no final
verificares amargurado que qualquer que tenha pensado ser a cor, ela ser�
vermelha.
A minha � branca.
Sem mais.
----- Original Message -----
Sent: Monday, August 04, 2003 5:40
PM
Subject: [Direito Penal] Re: DEUS SALVE O
BRASIL! E OS U $ 30, 41, 62 BI DOLARESROUBADOS DE N�S
"SMJ", indique seu nome (que n�o
deve ser "salvo melhor ju�zo") e,
sem fazer peti��o de princ�pio,
ou usar textos que t�m apenas um
direcionamento,
demonstre que � uma
fal�cia.
Procure entender, antes de mais
nada, que tem muita gente com intelig�ncia
suficiente para avaliar que cuba n�o �
esse para�so desvanecedor
(onde a �nica democracia � a do pared�o
para os que
pensam diferente) que vcs, os "cubanos
brasileiros",
querem nos impingir.
Elei��es diretas j�, em
Cuba.
Ou exportem lula para l�.
[]'s
Celso Galli Coimbra
----- Original Message -----
Sent: Monday, August 04, 2003 1:21 PM
Subject: [Direito Penal] Re: Re: DEUS SALVE O BRASIL! E OS U $ 30,
41, 62 BI DOLARESROUBADOS DE N�S
Celso Galli Coimbra, quem nem tem argumento usa de fal�cias. Lei abaixo,
publicado ontem:
Cuba como refer�ncia de dignidade nacional
Um espet�culo de dignidade, um exemplo para os que se acovardam � primeira
careta do sistema internacional. Esta a li��o que registro ao retornar de uma
viagem de seis dias a Havana, a convite da Assembl�ia Nacional Popular de
Cuba, em companhia de outros parlamentares fluminenses de diversos partidos,
inclusive do PFL e do PSDB. E curiosamente sem a presen�a de um s�
representante do PT, que sempre fez quest�o de visitar a ilha rebelde.
Esses dias de intensa atividade, que me fizeram mergulhar nos perigosos
novos desafios da revolu��o cubana, me proporcionaram elementos de ju�zos n�o
apenas sobre a gin�stica e os �xitos do governo de Fidel Castro, mas tamb�m,
por ila��o, sobre a pr�pria realidade brasileira.
Porque ao retornar ao Brasil, ap�s seis dias fora, fui tomado por uma
sensa��o de p�nico: o governo do presidente Lula vai de mal a pior e, dominado
pelo imobilismo e a incompet�ncia, est� se perdendo na reprise da mesma
ladainha do seu antecessor, com os agravantes do seu envelhecimento.
Os jornais de domingo, tanto de S�o Paulo como do Rio de Janeiro, falam de
um clima de iminente crise institucional. Li mat�rias, inclusive, lembrando os
dias que levaram � deposi��o do presidente Jo�o Goulart. E fiquei perplexo com
o bate-boca entre petistas sobre mais um gesto infeliz - a utiliza��o da
trucul�ncia policial na rela��o com os descontentes, expediente que, por si,
desqualifica qualquer governo que se pretende popular, democr�tico e
progressista.
Mais uma li��o
Antes de fazer esta que foi minha quarta viagem a Cuba desde o triunfo de
sua revolu��o, tive muitas d�vidas se era o caso de ausentar-me do Pa�s, at�
porque tamb�m tenho um programa di�rio de r�dio com o mesmo esp�rito de
combate e a participa��o direta dos ouvintes. Agora, h� poucas horas do
retorno, digo que essa ida foi a melhor coisa que poderia fazer.
Eu tamb�m precisava aprender mais sobre a arte de governar um pa�s em
confronto desigual com a maior pot�ncia do mundo, aquela que em tr�s semanas
derrubou um regime de apelo popular e mant�m acuados os outros, que tremem nas
bases a um simples mau olhado de seus governantes.
N�o estou aqui para tecer loas a Fidel Castro ou para alardear
deslumbramentos sobre seu desempenho. A vida me ensinou a conservar uma
prud�ncia cr�tica sobre tudo, de forma a medir cada palavra, considerando a
responsabilidade de quem exerce algum tipo de influ�ncia sobre a opini�o
p�blica.
Mas � justo que eu diga, como testemunha ocular dos fatos, que o governo
revolucion�rio de Cuba, ao contr�rio do que propalam as cassandras, est�
vencendo a mais enigm�tica de suas batalhas: apesar do bloqueio impiedoso
capitaneado pelos Estados Unidos, agravado com o desaparecimento dos seus
aliados do campo socialista, com os quais mantinha 87% de sua rela��o
comercial, favorecida por imperativos pol�ticos, a economia cubana refloresce
com a reativa��o de seu potencial tur�stico e a reavalia��o de suas rela��es
com os pa�ses capitalistas da Europa.
Essa repactua��o acontece sem comprometer a proposta central da revolu��o,
por conta de uma op��o estrat�gica que torna Cuba praticamente invulner�vel: o
investimento na educa��o, que significa eleva��o do n�vel de conhecimento do
seu povo, � sua maior cidadela. Hoje, com todas as dificuldades, que quase
estrangulavam seu povo, Cuba exibe os mais alentadores �ndices de escolaridade
do mundo: n�o tem um �nico analfabeto, seus cidad�os t�m no m�nimo a nona
s�rie e uma boa parte da popula��o tem n�vel universit�rio.
Gra�as � prioridade na educa��o, Cuba registra hoje uma rela��o de 1
professor para cada 15 alunos no ensino m�dio. Esse �ndice � quase o dobro da
m�dia dos pa�ses desenvolvidos, inclusive os Estados Unidos e a Europa. Para
uma popula��o de 11 milh�es de habitantes, conta com 22 faculdades de Medicina
p�blicas e gratuitas, espalhadas por suas 14 prov�ncias, garantindo a maior
rela��o entre m�dicos e popula��o: para cada 30 habitantes, h� um m�dico, que
presta servi�o a todos os cidad�os, balizando uma pol�tica de sa�de corajosa,
com recursos que se refletem num dos mais baixos �ndices de mortalidade
infantil do mundo, numa expectativa de vida de 79 anos e numa cobertura de
saneamento b�sico para toda a popula��o.
Uma pol�tica que concentrou seus investimentos no homem criou uma esp�cie
de defesa p�trea contra a maior guerra j� patrocinada pelos Estados Unidos:
durante os 44 anos de revolu��o, o gigante que controla "o mercado" e faz
amarelar os governos sa�dos de um discurso de esperan�as tem sido derrotado
rotineiramente pelo povo da pequena ilha.
Al�m de investir milh�es no patroc�nio ostensivo da contra-revolu��o, al�m
de tentar forjar "dissidentes" e de envolver outros pa�ses na sua "cruzada",
os norte-americanos recorreram at� � guerra bacteriol�gica, conforme den�ncias
formuladas por Havana aos organismos internacionais. Numa delas, quase foram
dizimados todos os su�nos do pa�s, e a carne de porco, diante da crise de
abastecimento, � fundamental na alimenta��o de sua popula��o.
Foi exatamente por acreditar no seu potencial humano que Cuba est� saindo
da mais terr�vel de suas dificuldades, o "per�odo especial", que se seguiu ao
fim da Uni�o Sovi�tica, respons�vel pelo abastecimento de petr�leo, pela
compra de toda a safra de a��car e pelas rela��es comerciais que impediam o
colapso imaginado pelos estrategistas do bloqueio econ�mico.
Nos anos 90, Cuba ficou praticamente a p� e submetida a "apag�es"
decorrentes da sua depend�ncia de combust�vel importado. Al�m disso, com a
queda dos pre�os do a��car no mercado internacional e os problemas na
ind�stria a�ucareira, o pa�s ficou sem meios de gerar as divisas necess�rias
para redirecionar suas rela��es externas em condi��es favor�veis.
Para qualquer economista, ortodoxo ou n�o, Cuba estava numa "sinuca de
bico" da qual n�o poderia escapar. Os norte-americanos se ouri�aram,
recrudesceram o investimento nos advers�rios internos e externos da revolu��o
e calcularam que em pouco tempo voltariam ao controle da ilha.
Gra�as a uma for�a m�gica produzida pelos anos de revolu��o, o sentimento
patri�tico alimentado pela certeza de que a lideran�a tinha um compromisso
f�rreo com a sorte do seu povo, a educa��o e a transpar�ncia na distribui��o
do sacrif�cio, Cuba suportou priva��es para al�m dos limites imaginados.
Durante um per�odo, foi uma popula��o de ciclistas - mais de um milh�o de
bicicletas passaram a ser meio de transporte dos cidad�os e os transportes
coletivos tiveram de ser adaptados -, um ve�culo com capacidade para 300
passageiros, conhecido como "camelo" ainda serve �s cidades do pa�s, que ainda
tem nos transportes coletivos suas maiores defici�ncias.
Pode ser que eu tenha que falar muito a respeito de Cuba e das proezas do
seu povo. Haja espa�o, at� porque tenho compromissos com nossas pr�prias
causas imediatas. No entanto, a enuncia��o dos "milagres" de sua revolu��o me
parece cair como uma luva para que possamos cobrar de todos os governantes
deste in�cio de s�culo a prioriza��o dos interesses nacionais, independente da
cartilha do FMI.
Ao transmitir minhas impress�es de Cuba, o fa�o como um observador
privilegiado.
Fui a Havana pela primeira vez em 1960, quando tinha 17 anos e era
dirigente estudantil. Em 1961, j� rep�rter de "Ultima Hora" e de "O Dia",
larguei tudo e fui trabalhar na R�dio Havana, onde dirigi o seu Departamento
de L�ngua Portuguesa. Tendo voltado ao Brasil em 1962, visitei a ilha
novamente em 1986. Esse contato com o povo cubano talvez tenha sido um dos
grandes segredos da minha f� na capacidade de sobreviv�ncia da dignidade e da
soberania dos povos conduzidos por lideran�as firmes.
� como se atrav�s de Cuba tenha ganho pessoalmente muitas sobrevidas. [EMAIL PROTECTED] - www.pedroporfirio.com
----- Original Message -----
Sent: Monday, August 04, 2003 10:07
AM
Subject: [Direito Penal] Re: DEUS SALVE
O BRASIL! E OS U $ 30, 41, 62 BI DOLARESROUBADOS DE N�S
Esses s�o os que s�o bem alimentados para servirem �s
suas finalidades de nascen�a determinadas pelo
comandante.
[]'s
Celso Galli Coimbra
----- Original
Message ----- From: smj To: [EMAIL PROTECTED] Sent: Sunday,
August 03, 2003 3:33 PM Subject: [Direito Penal] Re: Re: RES: Re: DEUS
SALVE O BRASIL! E OS U $ 30, 41, 62 BI DOLARESROUBADOS DE
N�S
CUBA � O SEGUNDO LUGAR EM MEDALHAS NOS JOGOS PANAMERICANOS.
BEM ATR�S EST� O CANAD�, O BRASIL, ARGENTIONA, ETC. SER� QUE � A
FOME DOS CUBANOS? ----- Original Message ----- From: [EMAIL PROTECTED] To: [EMAIL PROTECTED] Sent: Sunday,
August 03, 2003 1:55 PM Subject: [Direito Penal] Re: RES: Re: DEUS SALVE
O BRASIL! E OS U $ 30, 41, 62 BI DOLARESROUBADOS DE N�S
E
continua protegendo, deixa de ser saudosista, se queres um regime
de exce��o v� viver em cuba ou na China.
Giulian ----- Original
Message ----- From: Marcus Franco To: [EMAIL PROTECTED] Sent: Sunday,
July 20, 2003 9:08 PM Subject: [Direito Penal] RES: Re: DEUS SALVE O
BRASIL! E OS U $ 30, 41, 62 BI DOLARESROUBADOS DE N�S
Por isso
que esse pa�s est� a droga que est�. Vamos l�... Se este juiz, santo e
coitadinho, sumir e conseguir um atestado de �bito, se seu advogado ent�o
der entrada com este atestado de �bito na Justi�a, extingue-se a
punibilidade. Ent�o ele poder� andar tranquilamente pelas ruas do nosso
querido Brasilz�o, pois o que importa � o que est� escrito nos autos, e
nos autos consta que ele morreu, mesmo sabendo-se que provou-se isso com
um atestado de �bito frio. Mas e ent�o, o que pode ser
feito?? Nada!!! Afinal, um julgamento, mesmo nesse caso, n�o pode ser
"piorado" para o pobre do r�u... e como a pena foi extinta... Leiam em
qualquer doutrina, e ver�o que falo a verdade. Ser� mesmo??? Afinal,
quando sabemos que a pessoa � uma ladra, traficante, nada fazemos pois a
lei n�o permite...
Precisamos mudar muitas coisas neste pa�s. Em uma
�poca, o estado, opressor e louco, prendia sem justificativa e at� mesmo
matava, em prol do regime militar e da seguran�a da na��o. Criaram-se
diversos institutos para se proteger o cidad�o, elo mais fraco dessa
corrente. Mas os tempos agora s�o outros. Os "maus" cidad�os,
assessorados por "bons" advogados (do tipo daquele que manda o cliente
modificar a letra para a realiza��o do exame
grafot�cnico), prevalecendo-se dos institutos legais que protegiam os
cidad�os de bem da �poca do regime militar (diga-se de passagem, os
jornalistas, os estudantes, os cientistas, os professores, os comunistas,
solcialistas, religiosos, sindicalistas e quaisquer outros que dissessem
qualquer coisa contra o regime militar), acabaram por substituir nesse
complexo jogo das liberdades individuais versus Estado, os grandes
intelectuais (outrora perseguidos pelos militares), por bandidos,
terroristas, estupradores, ladr�es, e pol�ticos imprest�veis. Ent�o,
as leis que deveriam proteger ide�lgos que lutavam por dias
melhores, passaram (e se adaptaram) a proteger bandidos. Hoje os
tempos s�o outros e, longe de defender o que acontece nos EUA, que na
pr�tica significa o fim das liberdades individuais sob o pretexto de
se combater o terrorismo, devemos lutar para serem modificadas as
leis que tartam de crimes e criminosos no Brasil. Esse neg�cio do cara
matar e ficar preso uma merreca de tempo, s� quem � a favor � advogado
que nunca teve familiar assassinado ou assaltado e espancado, ou mesmo
filhas e esposas estupradas. E olhe l�... pois "dizem" por a�, que quando
a pessoa tem dinheiro, neste pa�s, chamado Brasil, que quando a pessoa
tem dinheiro, pois bem.... ela manda � matar quem lhe fez mal, pois
tamb�m "dizem" que a Justi�a � muito lenta, quando "funciona". Mas
isso n�o sei se � verdade n�o... Boa noite a todos.
Ps. Anedota
da cretinece jur�dica do pa�s: Parte I - Um �ndio contratou um branco.
Passado um tempo dispensou dos servi�os o branco. O branco foi � Justi�a
do Trabalho lutar pelos seus direitos. O que vcs acham que aconteceu?? Um
�ndio n�o � respons�vel pelos seus atos, coitado... Parte II - O mesmo
�ndio acima, uma semana depois, ajuizou uma a��o na Justi�a do Trabalho
contra um branco. Sabem o que aconteceu?? O branco teve que pagar um bom
valor. Bem a anedota � esta. O sorriso fica por conta daqueles que n�o
s�o, ou aidna n�o foram, atingidos pelos malef�cios dessa Justi�a mal
costurada.
Por favor, corrijam-me se eu estiver errado. Mas se eu
estiver certo, por favor, reflitam e pensem numa maneira de mudar algo
neste pa�s, antes que isso aqui se torne um
caus.
-----Mensagem original----- De: Andr�a
[mailto:[EMAIL PROTECTED] Enviada em: domingo, 20 de julho de 2003
17:29 Para: [EMAIL PROTECTED] Assunto:
[Direito Penal] Re: DEUS SALVE O BRASIL! E OS U$ 30, 41, 62
BI DOLARESROUBADOS DE N�S
N�o � bem por a�. O juiz n�o
pode julgar pelo que n�o est� nos autos. N�o basta a imprensa noticiar
que ele � culpado, e ter ind�cios de autoria, se estes n�o est�o
presentes nos autos. Antes de mais nada, devemos analisar os fatos que a
imprensa "joga ao pov�o" como operadores jur�dicos que
somos.
Andr�a
-----Mensagem original----- De:
smj <[EMAIL PROTECTED]> Enviada
em: 19/07/2003 16:13:48 Para: [EMAIL PROTECTED] Assunto:
[Direito Penal] DEUS SALVE O BRASIL! E OS U$ 30, 41, 62
BI DOLARESROUBADOS DE N�S
SE O TODOS S�O IGUAIS PERANTE A LEI,
ENT�O TEREMOS QUE SOLTAR OS MILHARES DE AID�TICO, CANCEROSOS, DEPRIMIDOS
QUE VIVEM APINHADOS NAS MASMORRAS MEDIEVAIS BRASILEIRAS. VIVA O PAIS
DOS LADR�ES! ERA O �NICO JUIZ QUE ESTAVA NA CADEIA. FA�A CONCURSO E
ADQUIRA IMPUNIDADE VITAL�CIA S�bado, 19 de julho de 2003, 00h29 Juiz
Nicolau deixa carceragem da Pol�cia Federal
O juiz aposentado
Nicolau dos Santos Neto, o Lalau, deixou na noite de ontem a Casa de
Cust�dia da Pol�cia Federal, em S�o Paulo. Ele foi transferido de maca,
pois se encontra em condi��es prec�rias de sa�de. O presidente
do Superior Tribunal de Justi�a, ministro Nilson Naves determinou
pris�o domiciliar para Lalau. Ele ficar� sob a cust�dia da Pol�cia
Federal.
O juiz, condenado a oito anos de pris�o em regime
semi-aberto, estava preso desde 9 de dezembro de 2000, na Casa de
Cust�dia da Pol�cia Federal, em S�o Paulo. Nicolau foi condenado pelo
desvio R$ 169 milh�es da constru��o do Tribunal Regional do Trabalho
(TRT) de S�o Paulo.
A decis�o do presidente do STJ tem car�ter
provis�rio e haver� o julgamento do m�rito pelo �rg�o colegiado
provavelmente em agosto, devido ao recesso do judici�rio. O pedido de
habeas-corpus foi enviado ao STJ pelo presidente do Supremo Tribunal
Federal, ministro Maur�cio Corr�a, que alegou n�o ser da compet�ncia
daquele tribunal examinar as quest�es apresentadas pela defesa do
juiz.
Nilson Naves levou em considera��o o laudo m�dico apresentado
pela defesa e assinado pelo cardiologista de Nicolau, Jos� Maria Ayres, e
o parecer do corregedor regional da Pol�cia Federal em S�o Paulo. De
acordo com o laudo m�dico, o juiz se encontra com depress�o reativa
grave, hipertens�o arterial e labirintopatia.
O m�dico afirmou
tamb�m que devido � idade avan�ada (o juiz est� com 74 anos), estresse
emocional e depress�o, Nicolau dos Santos Neto est� sujeito a ser
acometido de um acidente vascular cerebral ou infarto do
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