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1.Morre beb� que quase foi enterrado vivo
2.Beb� escapa de ser enterrado vivo no interior de SP ========= Coment�rio: Mais uma vez o �bvio sobre o que tanto estamos insistindo em esclarecer: aus�ncia de sinais vitais em exames _*meramente cl�nicos*_ para declarar morte -- comportamento homicida fraudulentamente defendido pelo CFM perante o MPF, que est� inclinando-se aceit�-lo como "certo", apesar de termos provado ao MPF o contr�rio -- corresponde t�o somente a falta de funcionalidade que pode ser moment�nea, e nunca � evid�ncia suficiente de falta de vitalidade. O teste da apn�ia � feito com o exclusivo objetivo de evitar situa��es "constrangedoras" para os m�dicos como a desse beb�, pois � o teste da apn�ia que garante aos transplantadores que o paciente doador n�o vai respirar quando estiverem retirando seus �rg�os. O MPF n�o pode proteger um teste homicida, (apenas para n�o comprometer a imagem de transplantes e de uma medicina mercantilista) teste que tem por �nica e exclusiva finalidade promover a morte do paciente para que ele n�o respire na sala de cirurgia durante a retirada de seus �rg�os, especialmente agora com o recrudescimento da ca�ada canibal a �rg�os humanos que a m�dia brasileira est� dando incondicional espa�o sem mostrar o lado do doador e seu direito � vida. Essa manipula��o ocorre tamb�m quando not�cias sobre o que est� acontecendo s�o descontinuadas pelos meios de comunica��o, como a Folha de S�o Paulo fez a partir de 05.10.2003, agravado pelo Editorial de 12.10.2003, sobre mat�ria assinada pelo jornalista Mauricio Tuffani, que tamb�m recebe c�pia desta mensagem. Devido � defesa fraudulenta de um teste homicida diante do MPF, teste que existe apenas para fins de promover a morte do doador e de aumentar a capta��o de �rg�os, acusamos e documentamos dia 23 de junho de 2004, na CPI do Tr�fico de �rg�os, os atuais gestores do CFM de ter institucionalizado, desde dezembro de 2003, o tr�fico de �rg�os dentro da medicina brasileira. Mensagem com c�pia para o Procurador de Justi�a Luiz Carlos Weber de Porto Alegre, ao Jornalista Mauricio Tuffani e � Folha de S�o Paulo. Celso Galli Coimbra ============== Publicidade ADRIANA MATIUZO AFRA BALAZINA Free-lance para a Folha de S.Paulo, em Ribeir�o A rec�m-nascida Renata Teixeira Moreira, que quase foi enterrada viva em Patroc�nio Paulista (SP) anteontem, acabou morrendo cerca de oito horas ap�s ser internada na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) da Santa Casa de Franca por problemas respirat�rios. Por um erro de diagn�stico, a menina, que nasceu prematura de seis meses e pesava 485 gramas, permaneceu dez horas em um caix�o fechado antes de uma tia perceber que ela respirava. A pol�cia havia informado que o beb� pesava 400 gramas, mas o m�dico Cleber Rebelo Novelino, que assinou o atestado de �bito, informou que o peso correto era de 485 gramas. O corpo do beb� foi enterrado ontem no Cemit�rio Municipal de Patroc�nio Paulista, ao lado do t�mulo onde est� seu irm�o g�meo, Renato Teixeira Moreira, que morreu na quarta-feira. N�o houve vel�rio. O enterro ocorreu �s 12h30 de ontem, com a participa��o de familiares emocionados e de moradores de Patroc�nio. A m�e da crian�a, Lourdes da Silva Teixeira Moreira, 38, continuou internada ontem. Segundo seu marido, o administrador de fazendas Antonio Joaquim Moreira, ela deve ter alta hoje. A Folha esteve no quarto da m�e ontem na Santa Casa. Lourdes, que fez tratamento para engravidar e j� tinha perdido um beb� h� um ano, desconhecia o fato de sua filha ter sobrevivido por algumas horas depois de ter sido diagnosticada como morta. "N�o vejo a hora de sair daqui", disse. O m�dico Novelino poder� ser indiciado por homic�dio culposo. Ele disse outro m�dico diagnosticou a morte e que a equipe toda ficou abatida e n�o soube explicar o que ocorreu, j� que beb� n�o tinha sinal vital. A Santa Casa disse que comentar� o caso na segunda. Na opini�o da pediatra L�cia Bueno, do Hospital das Cl�nicas da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), que n�o comentou o caso da rec�m-nascida de Patroc�nio, uma crian�a que nasce prematura e com baixo peso e fica sem cuidados m�dicos dificilmente poderia sobreviver. Segundo o pediatra Andr� Santos, do Hospital das Cl�nicas de Ribeir�o Preto, um beb� que nasce com 20 semanas e tem 500 gramas � considerado aborto natural pelo Minist�rio da Sa�de. http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u96709.shtml 09/07/2004 - 08h18 Beb� escapa de ser enterrado vivo no interior de SP Publicidade da Folha de S. Paulo, em Ribeir�o Uma menina rec�m-nascida quase foi enterrada viva ontem em Patroc�nio Paulista (413 km de S�o Paulo). Ela havia sido dada como morta dez horas antes pela Santa Casa de Franca. O erro s� foi descoberto no cemit�rio, no momento em que o caix�o foi aberto para a �ltima homenagem. Ontem, no come�o da tarde, o estado da crian�a era considerado grave. Renata e seu irm�o g�meo, Renato Teixeira Moreira, nasceram prematuramente com 400 gramas, na tarde de anteontem. A m�e deles, a dona-de-casa Lourdes da Silva Teixeira Moreira, estava no sexto m�s de gravidez. A menina foi dada como morta �s 2h e o menino, �s 5h20, segundo os atestados de �bito emitidos pelo hospital, aos quais a Folha teve acesso ontem � tarde. Eles teriam morrido por insufici�ncia respirat�ria e prematuridade extrema. A m�e ficou internada. O pai, o administrador d e fazenda Antonio Joaquim Moreira, contratou uma funer�ria. O beb� morto e sua irm� viva foram colocados em caix�es fechados e levados para o Cemit�rio Municipal de Patroc�nio Paulista. Somente por volta das 12h, quando iam ser enterrados, as tampas dos caix�es foram abertas e uma tia da menina percebeu que ela estava respirando. A menina foi encaminhada com urg�ncia para a Santa Casa de Franca, onde voltou a ser internada. O menino foi enterrado. Manir Martos Salom�o, 37, delegado de Patroc�nio Paulista, disse que tudo indica que a responsabilidade teria sido do m�dico que assinou o atestado de �bito, cujo nome n�o foi divulgado. "Se essa crian�a morrer, o m�dico poder� responder por homic�dio culposo e, se ela sobreviver, vai se tratar de les�o corporal culposa", disse o delegado. O pai das crian�as disse que sua mulher fez tratamento para engravidar. Ela havia sofrido um aborto espont�neo, h� cerca de um ano. Segundo o delegado do CRM (Conselho Regional de Medicina) de Franca, Ulisses Menicucci, ser� instaurada uma sindic�ncia. De acordo com ele, a catalepsia --doen�a que faz com que pessoas vivas pare�am temporariamente mortas-- n�o poderia ter ocorrido porque � um problema que atinge somente adultos. Outro lado A dire��o da Santa Casa de Franca informou ontem que s� ir� se pronunciar sobre o caso ap�s a apura��o do fato. O m�dico que atendeu a crian�a foi procurado no hospital, mas n�o foi localizado. O secret�rio de Sa�de de Franca, Marco Aur�lio Piacesi, defendeu os m�dicos da Santa Casa, definidos por ele como "credenciados e altamente especializados". "N�o se est� lidando com servi�o displicente. Aconteceu alguma coisa que ningu�m consegue entender", afirmou Piacesi. http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u96670.shtml ----------------------------------- Endere�os da lista: Para entrar: [EMAIL PROTECTED] Para sair: [EMAIL PROTECTED] -----------------------------------
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