On 8/30/07, Fabio Telles <[EMAIL PROTECTED]> wrote:
> Em 30/08/07, BetoKaizer_CPD_Reichert<[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
> > Fecho com nº e grau com o que vc diz, mas até agora não encontrei uma 
> > ferramenta de desenvolvimento para o postgres, igual ou parecido com forms 
> > e reports da oracle. É uma lástima...

Beto, isso é relativo.

É uma questão de foco. A Oracle sempre fazia era banco de dados e
ponto. Mas a questão é, ela estava dentro de grandes instituições, viu
que havia essa demanda, a idéia lógica ? Vamos aproveitar e vender o
pacote completo BD + Aplicações + Ambiente de desenvolvimento.

O caso é..quem desenvolve o PG tem foco em desenvolver um bom SGBD
open source, creio que se começar a sair disso, complica e muito.


>
> Você realmente gosta do Forms e Reports? Sempre achei que essas
> ferramentas tinham sido erros históricos da Oracle, tanto é que eles
> estão virando radicamente para outro lado e sugerinto que você use
> Java onde puder!

Fabio, infelizmente, você está enganado.

Eses Forms com certeza não são a coisa mais popular do Oracle. Mas tem
muita empresa que compra o "pacotão". Compra principalmente pelo BD,
mas daí sabe dessa "maravilha" e desenvolve em cima. Lógico,
provavelmente vão ficar o resto da vida presos na Oracle por causa
disso.

Em curso de Oracle você vê muito disso, me sinto um peixe fora d´água,
porque a maioria fala de Oracle de cabo a rabo, BD, Forms, Workflow,
etc, etc.

> Agora, para fazer aplicações... tem uma infinidade de frameworks para
> todos os gostos... eu particularmente acredito mais em framework do
> que em RAD. Mas isto é uma longa história. Mesmo porquê... de que
> adianta utilizar uma ferramenta de desenvolvimento que só funciona bem
> com um SGDB?

Beto, nesse ponto o Fábio está completamente certo. Sempre  que
possível, é melhor usar ferramentas compatíveis com outros ambientes.

Além disso, a meu ver, é parecido com a diferença de filosofia de
aplicativos do Windows e Unix/Linux... é AplicativoFazTudo contra
Modularidade com aplicativos complementares.

Um exemplo meio idiota, mas ilustra isso, gravação de CD/DVD:

No windows, você pega um programa que faz tudo: Lê imagem, converte
MP3 pra CD, grava, cria a etiqueta do CD, etc.

No Linux, um programa pra cada uma dessas coisas, o programa é
especializado naquilo que faz, cheio de opções.

O primeiro modelo é bem prático. Mas o segundo é mais completo e ainda
te oferece liberdade pra usar substituir componentes.

(E nesse exemplo específico, ainda existem os front ends, que sabem
usar todos componentes dando impressão de estarmos usando o mesmo
aplicativo gráfico facilzinho do windows)
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