Fábio,

> SQLLoader é uma ferramenta para importação de grandes volumes de dados em 
> arquivos texto em diversos formatos. E uma ferramenta realmente robusta e 
> flexível que pode lhe ajudar a fazer ETL, migrar dados de plataformas 
> distintas, etc.

Em alguns testes que realizei o COPY do PostgreSQL se comportou tão bem
quanto o SQLLoader... Você enxerga alguma grande diferença a ponto de
considerar o SQLLoader uma vantagem?

> Fine -Grained Access, é uma ferramenta do Oracle que permite o acesso a 
> determinadas linhas de uma tebela de acordo com o perfil do usuário 
> conectado. Este é um recurso interessante que em aplicações corporativas 
> podem ajudar um bocado.

Um DBA consiente entende que um dia a aplicação está rodando em um SGBD e no
outro dia em outro (preço, recursos, licenças). Por que não criar uma view e
dar os grants necessários para o usuário em questão?

Conheço uma porrada de empresa que começou a utilizar os recursos
específicos de um gerenciador e hoje está passando por um verdadeiro
inferno.

> O Jobs Scheduler é ferramentas do Oracle que permite o disparo de ações 
> específicas através do agendamento em horário específico, se repetindo ou 
> não em intervalos programados. Muitas pessoas resolvem esta ausência 
> utilizando o CRON do Linux, mas o Job Scheduler tem uma série de 
> funcionalidades interessantes, além de permitir tratar tudo via SQL.

Gostaria de entender melhor as "funcionalidades interessantes", pq só me
f*(@#&$ qdo uso o scheduler do Oracle. Quantas vezes esse cara já deixou de
rodar um JOB e nem deu satisfação do motivo... Fora que a interface com ele
(dbms.scheduler) é uma tranqueira, enquanto um VI no crontab é bem mais
tranquilo...


Enfim, só os meus 2 centavos de desabafo.


Abraços,
Bruno Lago

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