Em 15/12/07, Leandro DUTRA<[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
> 2007/12/14, Leandro Damascena <[EMAIL PROTECTED]>:
> > Patrick Espake escreveu:
> > Por mais que várias pessoas odeiem e isso seja redudante em níveis
> > eleveados, eu sempre uso o seguinte padrão:
> >
> > -- CRIANDO A TABLE
> > CREATE TABLE tb_APLICACAO_NOMETABELA
>
> Damascena, o problema desse padrão não é redundância.  É que ele causa
> mudanças que, mais tarde no ciclo de vida dum sistema, serão
> indesejadas.
>
> Eu já trabalhei com sistemas que tinham mais de vinte anos, que foram
> criados num SGBD SQL proprietário porque o Oracle ainda não era bom o
> suficiente.
>
> O que acontece é que o sistema muda.  O que hoje era uma tabela passa
> a ser uma visão; o que hoje era parte do módulo X passa a ser parte
> doutro módulo ou mesmo da área de referência centralizada.  E aí você
> fica ou com nomenclatura inconsistente, te passando informação errada
> e criando todo tipo de confusão, ou tem de mudar vários programas que
> não deviam ter nada a ver com o peixe.
>
> É muito mais lógico organizar os objetos em esquemas, e prefixar
> outros objetos que não relações — lembrando que tanto tabelas quanto
> visões seriam representações de relações.
>

Eu gostaria de reforçar a posição do Dutra. Para usuários de MySQL que
não estão acostumados com o uso de esquemas, o uso de prefixo com o
nome do sistema é bastante comum. Também é utilizado como forma de
obfuscar o nome dos objetos em sistemas muito manjados, como CMSs. Mas
todos os SGDBs descentes usam esquemas (que faz parte do padrão SQL) e
não adotam este tipo de prefixo.

O que vejo muito (nos nomes implícitos do PostgreSQL por exemplo) é o
uso de sufixos na criação de índices, chaves e sequencias. Isto é útil
quando você está esplorando o dicionário de dados e usa um:  LIKE
'nome_da_tabela%' . Neste caso você terá todos os objetos relacionados
a aquela tabela. É uma opção bastante funcional. Há pessoas que
preferem utilizar prefixos ao invés de sufixos. Eu particularmente
prefiro os sufixos.

Gostaria de dizer que existem padrões muito mais complexos (o que pode
ser bom ou não) de nomenclatura de objetos. Chegam a regras para nomes
de colunas, composição de nomes de chaves, combinações de prefixos e
sufixos, abreviações de radicais (a palavra entre o prefixo e sufixo)
para tabelas fato, etc.

Leandro... me diz aí... você não tem algum documento formal nesse
estilo para mostrar como exemplo?

[]s
Fábio Telles
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