2008/7/13 Leandro DUTRA <[EMAIL PROTECTED]>:

>
> Se falas de implementação em SQL, sim.  Mas aí já não é relacional,
> percebes?  SQL não é relacional: nunca foi de fato e já há muitos anos
> abandonou a pretensão de ser.
>
> O problema básico aí foi justamente misturar o que chamastes de fases
> de modelagem, e como o Euler lembrou os níveis conceitual e físico —
> onde o físico não é relacional, mas SQL.


Quer dizer que temos uma teoria dos bancos de dados relacionais,
fundamentada na teoria dos conjuntos.
Mas quando vamos colocar isso na prática temos que adaptar para o que existe
e que foi adotado como padrão, que é o SQL, que não faz um bom casamento com
a parte teórica, é mais ou menos isso?


> > Um livro que não recomendo é o de C.J.Date (Introdução a Sistemas de
> Bancos
> > de Dados, 8a. edição, 2004), pois não concordamos com várias de suas
> > afirmações e enfoque. Por exemplo, nessa edição, na página 366, ele
> afirma
> > que "o melhor modo de ver os 'relacionamentos' é simplesmente
> considerá-los
> > um tipo especial de entidade. ... qualquer abordagem que insista em fazer
> > tal distinção [entre entidades e relacionamentos] tem um grave defeito,
> > porque... o mesmo objeto pode, de forma bastante legítima, ser visto como
> > uma entidade por alguns usuários e como um relacionamento por outros"
>
> Pois é, e o Date está completamente certo aí.  Esse é um fato, e uma
> das muita belezas do Princípio da Informação: tudo é representado por
> relações, atributos, seus valores e restrições de integridade.
>

Pelo visto o SQL com seus comandos, PK, FK e References não deixa nem
vislumbrar isso. Você poderia detalhar um pouco sobre isso, ou isso somente
é algo teórico e que se demonstra com fórmulas e gráficos matemáticos?

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